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  1. Alexandre Marcos Pereira

    No Brasil, terra em que a malemolência se mistura à geopolítica do cafezinho, vemos um desfile de “espertinhos oficiais”. O sujeito descobre um atalho burocrático aqui, um jeitinho acolá, convence-se de que domina o tabuleiro, até que a Lava Jato, a lei de improbidade ou o tribunal de contas lhe faça lembrar que o tabuleiro afinal, tem regras. É como se nossa república fosse um grande jogo de resta um: cada peça que elimina o vizinho acaba isolada, e a última, surpresa, não tem para onde pular.

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  2. Alexandre Marcos Pereira

    A história é pródiga em mostrar que o gênio da esperteza vem sem sempre acompanhado do demônio da consequência. Machiavelli, com seu sorriso enigmático, avisou em Il Principe que é preferível ser temido a ser amado, mas esqueceu de escrever uma errata dizendo quanto tempo dura o medo quando o povo descobre o truque; Robespierre bem poderia ter-lhe contado enquanto a lâmina descia sobre o pescoço que outrora cortara cabeças alheia (continua).

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  3. Alexandre Marcos Pereira

    Meu caro Ivo Broeing, muito obrigado pelos brilhantes e eruditos comentários. Concordo com você. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter é emblemático: malicioso, sagaz, capaz de ludibriar deuses e diabos, mas invariavelmente vítima do próprio ardil. Ou, atravessando o Atlântico, evoquemos Ulisses, que inventou o cavalo de madeira e, ao mesmo tempo, demorou dez anos a mais para chegar à cama de Penélope porque ofendeu Poseidon com sua soberba (continua).

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  4. Itamar Perenha

    Eu quero ver a pesquisa de opinião em outubro de 2026.

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  5. Frederico de Souza Cruz

    Elio você já fez sua média com a Faria Lima hoje.

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  6. Dalmo de Souza Amorim Junior

    As palavras precisas são sinais de que as férias foram excelentes, camarada Elio. Obrigado por estar de volta. Fica a sugestão de 4 colunas por semana, se dividirmos sua sabedoria e conhecimentos pelos dias de vida que lhe restam, haverá histórias para colunas diárias!

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  7. Ivo Broeing

    Do ponto de vista liberal, o texto escancara o que há de mais nocivo no atual modelo econômico petista: a ilusão de controle total por parte do Estado, sem abrir mão dos vícios estruturais que causaram o desequilíbrio fiscal.

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  8. Ivo Broeing

    O (combo) é a expressão da covardia reformista: não há coragem de cortar privilégios, tampouco vontade de enfrentar corporações. Prefere-se o aumento de impostos, especialmente indiretos e regressivos, travestido de justiça tributária.

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  9. Ivo Broeing

    Na chave psicanalítica, o (combo) revela uma fantasia onipotente do Estado enquanto supereu regulador do desejo alheio: promete tudo para todos, mas cobra caro do inconsciente coletivo, especialmente dos trabalhadores que não são sindicalizados, dos informais e dos pequenos empreendedores. No fundo, o combo é uma tentativa de gozar sem castração, aumentar gastos, sem corte de privilégios, e ainda esperar que o mercado aplauda.

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  10. Ivo Broeing

    O “andar de cima” que critica os gastos sociais, como sugere o colunista, pode ser tão hipócrita quanto o “andar de baixo” que silencia diante do esbanjamento estatal em nome da “justiça social”. O problema é que, sem sinalização clara de responsabilidade fiscal e limites institucionais, ambos os andares acabam soterrados no mesmo edifício em ruínas.

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  11. Ivo Broeing

    No fim, como diz o colunista, o combo indigesto não alimenta ninguém. Só perpetua a ilusão de que o Brasil pode resolver um déficit estrutural distribuindo farofa e aumentando IOF. É uma política pública sem espinha dorsal, só gordura, ressentimento e maquiagem estatística.

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  12. MERICE ROSA LACERDA

    Lula não tem peito pra mexer nos super salários do Judiciário. Nem ele e nem outro presidente. Vai ficar assim mesmo. Ou melhor, vai aumentar mais.

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    1. J Guilherme Guimarães

      lula? não seria essa uma missão do legislativo? não é o presidente que define salário de outro poder. então, deve-se encontrar o caminho (na constituição) para isso. nem que seja preciso uma pec. ou seja: missão do congresso, que tb não vai fazer porque tem rabo preso e não quer contrariar o judiciário.

    2. WALTER MORAIS JUNIOR

      Ta ai uma verdade inconveniente.

  13. José Cardoso

    Falta um gatilho mais automático para cortar certas despesas quando as receitas não cobrem. Se as despesas sempre crescerem em termos reais, o momento Dilma 2 fica contratado.

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  14. Marco A Moreira

    Excelente artigo.

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  15. jose prado

    Cortaram Gastos sim! Vá a qualquer agência do INSS ou do SUS e verão que xortaram gastos sim!

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  16. josé SOARES

    Seu Elio voltou afiado e pronto para atender seus amos , espinafrar qualquer ação do go ver no e omitir os malefícios do con gres so.

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  17. Alexandre Marcos Pereira

    Como uma serpente que, num passe de volúpia faminta, dá a volta no próprio corpo e morde a própria cauda, a máxima do subtítulo desta coluna percorre becos e salões desde o Brasil Colônia, quando o primeiro malandro descobriu que burlar a lei podia dar lucro, até o momento em que descobriu, um segundo depois, que também podia render-lhe a forca. Há algo de irresistivelmente humano, e tragicamente repetitivo, nessa coreografia entre astúcia e armadilha. Pensemos em Macunaíma, o herói sem caráter.

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    1. Ivo Broeing

      Politicamente, o Brasil parece preso a esse loop simbólico, onde astúcia vira orgulho, e a armadilha, destino inevitável. O herói , em vez de Kant ou Jefferson, é o esperto que finge indignação com o sistema que, secretamente, deseja manter. Afinal, como disse Nelson Rodrigues, o brasileiro acredita na virtude como exceção. E nesse espelho, não é só Macunaíma que se reflete, é cada um de nós quando preferimos rir do caos a nos responsabilizar por ele.

    2. Ivo Broeing

      Do ponto de vista psicanalítico, esse padrão revela um gozo específico: o sujeito que frauda a lei sente-se esperto, mas, no fundo, encontra na punição (ou na ameaça dela) a confirmação de que é especial, alguém acima da norma. Morde a própria cauda não por erro, mas por necessidade de repetição, o que Lacan chamaria de (mais-de-gozar), um prazer que se retroalimenta na própria autossabotagem.

    3. Ivo Broeing

      Excelente referência, Alexandre. Sua metáfora da serpente é potente e evoca o eterno retorno do malandro institucionalizado, figura arquetípica brasileira, que, em vez de romper com o ciclo de trapaça e autopunição, o celebra como identidade nacional. Macunaíma, o herói sem caráter, não é apenas símbolo literário, mas diagnóstico cultural: ele nos mostra como, historicamente, o “jeitinho” vira estrutura, e o improviso vira política de Estado.

  18. NACIB HETTI

    Lula cedeu muito;não tem retorno. Para ter chance no próximo ano é só deixar como está e fazer alguns remendos.

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  19. PAULO CURY

    Como confiar em um sujeito que fala em cortes e reduções de gasto e, praticamente, vem rodo final de semana para sao paulo de aeronave oficial, isto desde os tempos de ministério educação Esta enraizado no governo a ideia de que estes gastos sao irrisórios frente as dividas, o problema não são os gastos mas o sinal que é passado a população.

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  20. Benedicto Ismael Dutra

    Foram décadas de relaxamento na condução das nações e das contas públicas. Prevaleceram interesses mesquinhos enquanto a humanidade indolente era empurrada para os baixios do pão e circo. Será que dá para corrigir, ou são apenas paliativos até que chegue a próxima eleição para definir quem fica e quem sai da mamata. No final todos se acertam enquanto a decadência continua.

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  21. Roberto Rangel

    Que falta estava fazendo essa coluna! Finalmente entendi as entrelinhas do último pacote do governo. Que roubada!

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  22. Carlos Armando Molinari Jr

    Salários no Judiciário (nem todo claro, só para os que estão no topo) beirando o absurdo com penduricalhos e mais penduricalhos; Mordomias (muitas) no Legislativo; Executivo tentando emplacar políticas sociais sem ter de onde tirar o dinheiro; Tributação disfuncional: milionários sempre escapando de pagar mais imposto; Desigualdade social no Brasil só piorando; Na hora que o povo acordar e se revoltar aí que eu quero saber como serão as respostas.

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  23. Igor Cornelsen

    Chamam de república esse país. Mas que república é essa onde os altos funcionários do governo se dão impunemente aumentos de salários e mordomias superiores aos que trabalham na produção de riquezas?

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    1. marcelo cunha

      Perfeito!

    2. Hamilton Magalhaes

      Resquícios de uma monarquia onde os amigos do rei podiam tudo e aos vassalos o pão e água.

  24. Antonio Ferreira de Castilho

    O problema é que todos os envolvidos; congresso, executivo, judiciário, empresários, sindicatos, ninguém quer dar sua cota, a solução para estes é tirar do povo, o lado mais fraco da economia que paga o pato amarelo!

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    1. neli faria

      O problema é que lula torra dinheiro público em propagandas autopromocional para iludir os incautos; torra dinheiro público em cartões corporativos; viagens. Mais ainda, torra dinheiro público em: Cop30, copa do mundo, olimpíadas, tropas no Haiti e o Haiti sempre foi e, dependendo do lula será ,é aqui. Se tivesse sido Pobre, coisa que duvido, não torraria dinheiro público nisso, mas, sim em algo de Interesse Público.

  25. Luiz Antônio de Lima Ferreira

    Tá complicado , todos os dias as mesmas baboseiras

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  26. Sávio Marinho

    Pelo menos no mundo científico repetimos experiências para certificar que os resultados se confirmam, o que nem sempre acontece.

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  27. sandoval abreu sader

    Seu Elio voltou. Que bom.

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  28. Alexandre Pereira

    Ekipekonômica! Hahahahahah! Estava com saudade do termo!! Sensacional texto!! Há tempos não o via tão afiado. O desgoverno segue uma fonte infindável de tragicomédias!

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    1. Alexandre Pereira

      E você, Fernando, conseguiu ler? Hahaha!

    2. Fernando Alves

      Meu sobrinho de nove anos achou engraçado. Já o de doze achou bem infantil.

  29. Fernando Alves

    Saudades dos tempos que a conta não fechava, o ministro da economia pegava uma despesa grande e obrigatória como os precatórios e falava 'não vou pagar', o congresso comprado aprovava e os jênios colunistas da Folha, que entendem tanto de economia quanto de física quântica (nada) celebravam a genialidade da equipe econômica. Agora o Élio se reduziu a um cover de Olavo inventando apelidinho para a equipe econômica.

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  30. Marcos Benassi

    Eita, sêo Elio, fiquei com um pobrema sério: não consegui enxergar se o martelo do Senhor bateu na ferradura ou no cravo, mas parece que o casco do cavalo, no fim das contas, continua desprotegido. Não me pareceu que o congresso, nessa sua peroração, tenha sequer chegado perto da oficina do ferreiro. Reclamam, acusam, mentem tiram o seu da seringa, e permanecem quase limpinhos. Representantes de si e dos seus, não perdem Nada, nunca. Fica difícil.

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    1. J Guilherme Guimarães

      Marcos, estou prestes a te rogar uma praga e lançar teu nome para o próximo ombusdsman da pholha. perfeita tua resposta. sêo elio anda meio caolho.

  31. Carlos Ernesto de Oliveira

    Elio faz boas resenhas do passado distante, mas falha muito na apreciação da realidade fiscal atual, e na apreciação da realidade política que engolfa aquela. Lula é péssimo presidente, a meu ver, mas não há presidente que consiga fechar o déficit estrutural das contas públicas sem um bom plano de governo aprovado nas urnas. Chega de presidentes eleitos só pelo nome ou por se venderem como salvadores da pátria.

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    1. J Guilherme Guimarães

      Carlos, não é dificilci concordar com muitos pontos aqui descritos. Mas temos que lembrar que não adianta conhecer planos e pontos de vista em debates ou entevistas quando se elege um presidente com ideias diametralmente opostas ao congresso que se elege na mesma cédula.

    2. Carlos Ernesto de Oliveira

      Já respondi ao Paulo Wesley, ao Hernandez e ao Benassi; só falta a FSP liberar.

    3. Carlos Ernesto de Oliveira

      Caro Paulo Wesley, imagino um debate de planos de governo conduzido pela imprensa com cada candidato, planos estes escrutinizados por especialistas independentes, durante o debate, para informar os eleitores. Não são muitos os tópicos: i) déficit da previdência; ii) isenções fiscais espúrias; iii) emendas parlamentares espúrias; iv) super salários; v) saúde, educação, moradia, transporte e segurança pública; vi) política industrial que nos livre da dependência do agro.

    4. paulo wesley dornellas

      Carlos, me explique como se organiza um “ debate com o povo “ para escoolher o caminhos do país. Esse papo de debate amplo , ao final, significa que algum grupo vai tomar as decisões segundo seus próprios interesses.

    5. Carlos Ernesto de Oliveira

      Isso mesmo, Hernandes! Chefes de estado não são recebidos por seus currículos, mas pelas possibilidades de atender os interesses do país/chefe de estado anfitrião. Quanto ao déficit nominal e os juros, precisamos pressionar a FOLHA, o ministro Haddad e o BACEN para um debate sério sobre a componente de custos da inflação; preço da gasolina, por exemplo; esta não abaixa nem com juros de 1.000% a.a.

    6. Carlos Ernesto de Oliveira

      Entendo muito bem sua preocupação Dalton; nos piores tipos de populismo, seja à esquerda ou direita, acredita-se em salvadores da pátria, uma cegueira paralisante. O eleitor brasileiro sabe quais são seus interesses, se não o desviarmos com debates que não digam respeito às suas necessidades essenciais. A discussão ideológica, equivocada, não endereça o que importa: grupos de interesses. E o pior, esses grupos pensam que estão levando vantagem, mas estão matando a galinha dos ovos de ouro.

    7. Dalton Matzenbacher Chicon

      Caro Carlos! não despenda esforço em tentar incutir alguma racionalidade a um babalula. Para Marcelo, a culpa é exclusiva de qualquer um, sempre, que não lula e pt. Para ele, a única solução é lula e pt no governo, fazendo tudo que bem entenderem. Tipo como foi, em boa medida, com dilma.

    8. Dalton Matzenbacher Chicon

      Concordo 100%.

    9. Carlos Ernesto de Oliveira

      Caro Marcelo, entendo que não seja prancheta apenas, nem modelação apenas, e que alma política é extremamente importante; minha visão é que sem um plano de metas integrado (déficit público, política industrial, emendas espúrias, isenções fiscais espúrias, supersalários, e muito mais) que seja realmente debatido antes das eleições para o eleitor saber no que e em quem está votando; e só vejo nomes, mas não vejo planos; e a imprensa embarca nessa;

    10. Hernandez Piras

      O "BC nas mãos do mercado" é uma afirmativa ridícula. Quase toda diretoria foi designada pelo próprio Lula! Não há nenhum segredo em promover o crescimento com um déficit nominal de 8% do PIB. O problema é fazê-lo sem inflação. O resultado da contradição são os juros altos.

    11. Hernandez Piras

      Chefes de estado do Brasil costumam "ser recebidos com deferência", não importa muito a biografia. Esta França que "recebe Lula com deferência" é a mesma que reafirmou nestes dias mesmo sua disposição de vetar o acordo comercial entre a UE e o Mercosul. Lula viaja muito, mas os resultados práticos de seu périplo pelo mundo são mínimos.

    12. Marcelo Magalhães

      Prezado Carlos, era justamente isso que eu queria chamar a atenção. Um país não é uma empresa, seus processos não são modeláveis e seus produtos dependem de muito mais do que planejamento. A sensibilidade, a percepção do outro, as reflexões críticas de quem viveu em diversos cenários não estão nas pranchetas de projetos, mas na alma do político. A complexidade do cargo suplanta a fragmentação acadêmica, pois é potencial generalista não totalmente consciente. Obrigado.

    13. Carlos Ernesto de Oliveira

      Precisamente, Marcelo, não é currículo, é plano de governo claro, debatido com os eleitores antes da eleição, para controlar os grupos de interesses e um congresso fisiológico.

    14. Marcelo Magalhães

      Que ótimo! Então vamos lá, apresente o seu candidato com capacidade de ganhar uma eleição, que seja respeitado no mundo inteiro e recebido com deferência, como será hoje na França. Mostre o currículo do presidente que promove crescimento do país, mesmo com BC nas mãos do mercado e congresso dominado pelo centrão fisiológico. Estamos esperando o seu nome para ocupar esse singelo cargo de um país continental tão desigual e injusto. Vai procurar serviço.

  32. Ronis Bariviera

    Comecei a ler e desisti, assim que debochou do jeito de falar do presidente! Se Gaspari tivesse 1% da capacidade de negociação e comunicação do presidente, mesmo assim ele é desrespeitoso com tri presidente da República! E pode ser tetra!! Élio estude mais!

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    1. neli faria

      Negociação do lula? Ah tá! Conte-me mais!Tetra? Não será, porque duvido que quem tenha votado pela primeira vez para ele, como meu caso, voltaria a errar. Ele foi eleito com menos de dois por cento , pelos eleitores de Ciro, Tebet, Marina, Alckmin. Dependesse só do rebanho dele, o boiadeiro seria o outro.

    2. Dalton Matzenbacher Chicon

      O presidente é, por si só, um deboche. O anterior, era um acinte, e a sucessora de lula foi um escárnio.

  33. Marcelo Magalhães

    Voltou animado! Tomou uns whiskys com o Tarcísio? Chegou ávido pelo pescoço do presidente Lula. Ah! Já sei! Foi jogar golf com o Trump em Mar-a-Lago. Só pode ter sido isso. O que mais o tornaria tão bolsonarista? Só faltou defender a anistia.

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  34. JO ALMEIDA

    Prezado Gaspari, adoro quando vc escreve cartas psicografada, escreva uma do Bebiano agora que o ex pr varrido e abjeto tá sendo julgado, também, fala sobre o eremildo um idi ota e acredita que o filho tres foi embora pros states pra se exilar, madame Natasha acredita que o ex pr varrido e abjeto tá sendo julgado pois espionou o alto comando militar e agora tá vendo as consequências. Que bom ver vc de volta.

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  35. neli faria

    Que bom , voltou!

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