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Alexandre Marcos Pereira
No Brasil, terra em que a malemolência se mistura à geopolítica do cafezinho, vemos um desfile de espertinhos oficiais. O sujeito descobre um atalho burocrático aqui, um jeitinho acolá, convence-se de que domina o tabuleiro, até que a Lava Jato, a lei de improbidade ou o tribunal de contas lhe faça lembrar que o tabuleiro afinal, tem regras. É como se nossa república fosse um grande jogo de resta um: cada peça que elimina o vizinho acaba isolada, e a última, surpresa, não tem para onde pular.
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Alexandre Marcos Pereira
A história é pródiga em mostrar que o gênio da esperteza vem sem sempre acompanhado do demônio da consequência. Machiavelli, com seu sorriso enigmático, avisou em Il Principe que é preferível ser temido a ser amado, mas esqueceu de escrever uma errata dizendo quanto tempo dura o medo quando o povo descobre o truque; Robespierre bem poderia ter-lhe contado enquanto a lâmina descia sobre o pescoço que outrora cortara cabeças alheia (continua).
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Alexandre Marcos Pereira
Meu caro Ivo Broeing, muito obrigado pelos brilhantes e eruditos comentários. Concordo com você. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter é emblemático: malicioso, sagaz, capaz de ludibriar deuses e diabos, mas invariavelmente vítima do próprio ardil. Ou, atravessando o Atlântico, evoquemos Ulisses, que inventou o cavalo de madeira e, ao mesmo tempo, demorou dez anos a mais para chegar à cama de Penélope porque ofendeu Poseidon com sua soberba (continua).
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Itamar Perenha
Eu quero ver a pesquisa de opinião em outubro de 2026.
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Frederico de Souza Cruz
Elio você já fez sua média com a Faria Lima hoje.
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Dalmo de Souza Amorim Junior
As palavras precisas são sinais de que as férias foram excelentes, camarada Elio. Obrigado por estar de volta. Fica a sugestão de 4 colunas por semana, se dividirmos sua sabedoria e conhecimentos pelos dias de vida que lhe restam, haverá histórias para colunas diárias!
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Ivo Broeing
Do ponto de vista liberal, o texto escancara o que há de mais nocivo no atual modelo econômico petista: a ilusão de controle total por parte do Estado, sem abrir mão dos vícios estruturais que causaram o desequilíbrio fiscal.
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Ivo Broeing
O (combo) é a expressão da covardia reformista: não há coragem de cortar privilégios, tampouco vontade de enfrentar corporações. Prefere-se o aumento de impostos, especialmente indiretos e regressivos, travestido de justiça tributária.
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Ivo Broeing
Na chave psicanalítica, o (combo) revela uma fantasia onipotente do Estado enquanto supereu regulador do desejo alheio: promete tudo para todos, mas cobra caro do inconsciente coletivo, especialmente dos trabalhadores que não são sindicalizados, dos informais e dos pequenos empreendedores. No fundo, o combo é uma tentativa de gozar sem castração, aumentar gastos, sem corte de privilégios, e ainda esperar que o mercado aplauda.
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Ivo Broeing
O andar de cima que critica os gastos sociais, como sugere o colunista, pode ser tão hipócrita quanto o andar de baixo que silencia diante do esbanjamento estatal em nome da justiça social. O problema é que, sem sinalização clara de responsabilidade fiscal e limites institucionais, ambos os andares acabam soterrados no mesmo edifício em ruínas.
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Ivo Broeing
No fim, como diz o colunista, o combo indigesto não alimenta ninguém. Só perpetua a ilusão de que o Brasil pode resolver um déficit estrutural distribuindo farofa e aumentando IOF. É uma política pública sem espinha dorsal, só gordura, ressentimento e maquiagem estatística.
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MERICE ROSA LACERDA
Lula não tem peito pra mexer nos super salários do Judiciário. Nem ele e nem outro presidente. Vai ficar assim mesmo. Ou melhor, vai aumentar mais.
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J Guilherme Guimarães
lula? não seria essa uma missão do legislativo? não é o presidente que define salário de outro poder. então, deve-se encontrar o caminho (na constituição) para isso. nem que seja preciso uma pec. ou seja: missão do congresso, que tb não vai fazer porque tem rabo preso e não quer contrariar o judiciário.
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WALTER MORAIS JUNIOR
Ta ai uma verdade inconveniente.
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José Cardoso
Falta um gatilho mais automático para cortar certas despesas quando as receitas não cobrem. Se as despesas sempre crescerem em termos reais, o momento Dilma 2 fica contratado.
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Marco A Moreira
Excelente artigo.
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jose prado
Cortaram Gastos sim! Vá a qualquer agência do INSS ou do SUS e verão que xortaram gastos sim!
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josé SOARES
Seu Elio voltou afiado e pronto para atender seus amos , espinafrar qualquer ação do go ver no e omitir os malefícios do con gres so.
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Alexandre Marcos Pereira
Como uma serpente que, num passe de volúpia faminta, dá a volta no próprio corpo e morde a própria cauda, a máxima do subtítulo desta coluna percorre becos e salões desde o Brasil Colônia, quando o primeiro malandro descobriu que burlar a lei podia dar lucro, até o momento em que descobriu, um segundo depois, que também podia render-lhe a forca. Há algo de irresistivelmente humano, e tragicamente repetitivo, nessa coreografia entre astúcia e armadilha. Pensemos em Macunaíma, o herói sem caráter.
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Ivo Broeing
Politicamente, o Brasil parece preso a esse loop simbólico, onde astúcia vira orgulho, e a armadilha, destino inevitável. O herói , em vez de Kant ou Jefferson, é o esperto que finge indignação com o sistema que, secretamente, deseja manter. Afinal, como disse Nelson Rodrigues, o brasileiro acredita na virtude como exceção. E nesse espelho, não é só Macunaíma que se reflete, é cada um de nós quando preferimos rir do caos a nos responsabilizar por ele.
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Ivo Broeing
Do ponto de vista psicanalítico, esse padrão revela um gozo específico: o sujeito que frauda a lei sente-se esperto, mas, no fundo, encontra na punição (ou na ameaça dela) a confirmação de que é especial, alguém acima da norma. Morde a própria cauda não por erro, mas por necessidade de repetição, o que Lacan chamaria de (mais-de-gozar), um prazer que se retroalimenta na própria autossabotagem.
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Ivo Broeing
Excelente referência, Alexandre. Sua metáfora da serpente é potente e evoca o eterno retorno do malandro institucionalizado, figura arquetípica brasileira, que, em vez de romper com o ciclo de trapaça e autopunição, o celebra como identidade nacional. Macunaíma, o herói sem caráter, não é apenas símbolo literário, mas diagnóstico cultural: ele nos mostra como, historicamente, o jeitinho vira estrutura, e o improviso vira política de Estado.
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NACIB HETTI
Lula cedeu muito;não tem retorno. Para ter chance no próximo ano é só deixar como está e fazer alguns remendos.
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PAULO CURY
Como confiar em um sujeito que fala em cortes e reduções de gasto e, praticamente, vem rodo final de semana para sao paulo de aeronave oficial, isto desde os tempos de ministério educação Esta enraizado no governo a ideia de que estes gastos sao irrisórios frente as dividas, o problema não são os gastos mas o sinal que é passado a população.
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Benedicto Ismael Dutra
Foram décadas de relaxamento na condução das nações e das contas públicas. Prevaleceram interesses mesquinhos enquanto a humanidade indolente era empurrada para os baixios do pão e circo. Será que dá para corrigir, ou são apenas paliativos até que chegue a próxima eleição para definir quem fica e quem sai da mamata. No final todos se acertam enquanto a decadência continua.
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Roberto Rangel
Que falta estava fazendo essa coluna! Finalmente entendi as entrelinhas do último pacote do governo. Que roubada!
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Carlos Armando Molinari Jr
Salários no Judiciário (nem todo claro, só para os que estão no topo) beirando o absurdo com penduricalhos e mais penduricalhos; Mordomias (muitas) no Legislativo; Executivo tentando emplacar políticas sociais sem ter de onde tirar o dinheiro; Tributação disfuncional: milionários sempre escapando de pagar mais imposto; Desigualdade social no Brasil só piorando; Na hora que o povo acordar e se revoltar aí que eu quero saber como serão as respostas.
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Igor Cornelsen
Chamam de república esse país. Mas que república é essa onde os altos funcionários do governo se dão impunemente aumentos de salários e mordomias superiores aos que trabalham na produção de riquezas?
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Antonio Ferreira de Castilho
O problema é que todos os envolvidos; congresso, executivo, judiciário, empresários, sindicatos, ninguém quer dar sua cota, a solução para estes é tirar do povo, o lado mais fraco da economia que paga o pato amarelo!
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neli faria
O problema é que lula torra dinheiro público em propagandas autopromocional para iludir os incautos; torra dinheiro público em cartões corporativos; viagens. Mais ainda, torra dinheiro público em: Cop30, copa do mundo, olimpíadas, tropas no Haiti e o Haiti sempre foi e, dependendo do lula será ,é aqui. Se tivesse sido Pobre, coisa que duvido, não torraria dinheiro público nisso, mas, sim em algo de Interesse Público.
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Luiz Antônio de Lima Ferreira
Tá complicado , todos os dias as mesmas baboseiras
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Sávio Marinho
Pelo menos no mundo científico repetimos experiências para certificar que os resultados se confirmam, o que nem sempre acontece.
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sandoval abreu sader
Seu Elio voltou. Que bom.
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Alexandre Pereira
Ekipekonômica! Hahahahahah! Estava com saudade do termo!! Sensacional texto!! Há tempos não o via tão afiado. O desgoverno segue uma fonte infindável de tragicomédias!
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Fernando Alves
Saudades dos tempos que a conta não fechava, o ministro da economia pegava uma despesa grande e obrigatória como os precatórios e falava 'não vou pagar', o congresso comprado aprovava e os jênios colunistas da Folha, que entendem tanto de economia quanto de física quântica (nada) celebravam a genialidade da equipe econômica. Agora o Élio se reduziu a um cover de Olavo inventando apelidinho para a equipe econômica.
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Marcos Benassi
Eita, sêo Elio, fiquei com um pobrema sério: não consegui enxergar se o martelo do Senhor bateu na ferradura ou no cravo, mas parece que o casco do cavalo, no fim das contas, continua desprotegido. Não me pareceu que o congresso, nessa sua peroração, tenha sequer chegado perto da oficina do ferreiro. Reclamam, acusam, mentem tiram o seu da seringa, e permanecem quase limpinhos. Representantes de si e dos seus, não perdem Nada, nunca. Fica difícil.
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J Guilherme Guimarães
Marcos, estou prestes a te rogar uma praga e lançar teu nome para o próximo ombusdsman da pholha. perfeita tua resposta. sêo elio anda meio caolho.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Elio faz boas resenhas do passado distante, mas falha muito na apreciação da realidade fiscal atual, e na apreciação da realidade política que engolfa aquela. Lula é péssimo presidente, a meu ver, mas não há presidente que consiga fechar o déficit estrutural das contas públicas sem um bom plano de governo aprovado nas urnas. Chega de presidentes eleitos só pelo nome ou por se venderem como salvadores da pátria.
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J Guilherme Guimarães
Carlos, não é dificilci concordar com muitos pontos aqui descritos. Mas temos que lembrar que não adianta conhecer planos e pontos de vista em debates ou entevistas quando se elege um presidente com ideias diametralmente opostas ao congresso que se elege na mesma cédula.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Já respondi ao Paulo Wesley, ao Hernandez e ao Benassi; só falta a FSP liberar.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Caro Paulo Wesley, imagino um debate de planos de governo conduzido pela imprensa com cada candidato, planos estes escrutinizados por especialistas independentes, durante o debate, para informar os eleitores. Não são muitos os tópicos: i) déficit da previdência; ii) isenções fiscais espúrias; iii) emendas parlamentares espúrias; iv) super salários; v) saúde, educação, moradia, transporte e segurança pública; vi) política industrial que nos livre da dependência do agro.
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paulo wesley dornellas
Carlos, me explique como se organiza um debate com o povo para escoolher o caminhos do país. Esse papo de debate amplo , ao final, significa que algum grupo vai tomar as decisões segundo seus próprios interesses.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Isso mesmo, Hernandes! Chefes de estado não são recebidos por seus currículos, mas pelas possibilidades de atender os interesses do país/chefe de estado anfitrião. Quanto ao déficit nominal e os juros, precisamos pressionar a FOLHA, o ministro Haddad e o BACEN para um debate sério sobre a componente de custos da inflação; preço da gasolina, por exemplo; esta não abaixa nem com juros de 1.000% a.a.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Entendo muito bem sua preocupação Dalton; nos piores tipos de populismo, seja à esquerda ou direita, acredita-se em salvadores da pátria, uma cegueira paralisante. O eleitor brasileiro sabe quais são seus interesses, se não o desviarmos com debates que não digam respeito às suas necessidades essenciais. A discussão ideológica, equivocada, não endereça o que importa: grupos de interesses. E o pior, esses grupos pensam que estão levando vantagem, mas estão matando a galinha dos ovos de ouro.
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Dalton Matzenbacher Chicon
Caro Carlos! não despenda esforço em tentar incutir alguma racionalidade a um babalula. Para Marcelo, a culpa é exclusiva de qualquer um, sempre, que não lula e pt. Para ele, a única solução é lula e pt no governo, fazendo tudo que bem entenderem. Tipo como foi, em boa medida, com dilma.
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Dalton Matzenbacher Chicon
Concordo 100%.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Caro Marcelo, entendo que não seja prancheta apenas, nem modelação apenas, e que alma política é extremamente importante; minha visão é que sem um plano de metas integrado (déficit público, política industrial, emendas espúrias, isenções fiscais espúrias, supersalários, e muito mais) que seja realmente debatido antes das eleições para o eleitor saber no que e em quem está votando; e só vejo nomes, mas não vejo planos; e a imprensa embarca nessa;
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Hernandez Piras
O "BC nas mãos do mercado" é uma afirmativa ridícula. Quase toda diretoria foi designada pelo próprio Lula! Não há nenhum segredo em promover o crescimento com um déficit nominal de 8% do PIB. O problema é fazê-lo sem inflação. O resultado da contradição são os juros altos.
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Hernandez Piras
Chefes de estado do Brasil costumam "ser recebidos com deferência", não importa muito a biografia. Esta França que "recebe Lula com deferência" é a mesma que reafirmou nestes dias mesmo sua disposição de vetar o acordo comercial entre a UE e o Mercosul. Lula viaja muito, mas os resultados práticos de seu périplo pelo mundo são mínimos.
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Marcelo Magalhães
Prezado Carlos, era justamente isso que eu queria chamar a atenção. Um país não é uma empresa, seus processos não são modeláveis e seus produtos dependem de muito mais do que planejamento. A sensibilidade, a percepção do outro, as reflexões críticas de quem viveu em diversos cenários não estão nas pranchetas de projetos, mas na alma do político. A complexidade do cargo suplanta a fragmentação acadêmica, pois é potencial generalista não totalmente consciente. Obrigado.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Precisamente, Marcelo, não é currículo, é plano de governo claro, debatido com os eleitores antes da eleição, para controlar os grupos de interesses e um congresso fisiológico.
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Marcelo Magalhães
Que ótimo! Então vamos lá, apresente o seu candidato com capacidade de ganhar uma eleição, que seja respeitado no mundo inteiro e recebido com deferência, como será hoje na França. Mostre o currículo do presidente que promove crescimento do país, mesmo com BC nas mãos do mercado e congresso dominado pelo centrão fisiológico. Estamos esperando o seu nome para ocupar esse singelo cargo de um país continental tão desigual e injusto. Vai procurar serviço.
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Ronis Bariviera
Comecei a ler e desisti, assim que debochou do jeito de falar do presidente! Se Gaspari tivesse 1% da capacidade de negociação e comunicação do presidente, mesmo assim ele é desrespeitoso com tri presidente da República! E pode ser tetra!! Élio estude mais!
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neli faria
Negociação do lula? Ah tá! Conte-me mais!Tetra? Não será, porque duvido que quem tenha votado pela primeira vez para ele, como meu caso, voltaria a errar. Ele foi eleito com menos de dois por cento , pelos eleitores de Ciro, Tebet, Marina, Alckmin. Dependesse só do rebanho dele, o boiadeiro seria o outro.
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Dalton Matzenbacher Chicon
O presidente é, por si só, um deboche. O anterior, era um acinte, e a sucessora de lula foi um escárnio.
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Marcelo Magalhães
Voltou animado! Tomou uns whiskys com o Tarcísio? Chegou ávido pelo pescoço do presidente Lula. Ah! Já sei! Foi jogar golf com o Trump em Mar-a-Lago. Só pode ter sido isso. O que mais o tornaria tão bolsonarista? Só faltou defender a anistia.
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JO ALMEIDA
Prezado Gaspari, adoro quando vc escreve cartas psicografada, escreva uma do Bebiano agora que o ex pr varrido e abjeto tá sendo julgado, também, fala sobre o eremildo um idi ota e acredita que o filho tres foi embora pros states pra se exilar, madame Natasha acredita que o ex pr varrido e abjeto tá sendo julgado pois espionou o alto comando militar e agora tá vendo as consequências. Que bom ver vc de volta.
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neli faria
Que bom , voltou!
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