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  1. José António Eleutério

    Isto nunca foi tão visivelmente evidente como agora, nas gestões dos atuais governantes, tanto o municipal quanto o estadual, que com a vivaz cumplicidade das respectivas câmaras idem, lotearam a cidade e seus espaços públicos à exploração privada, na mais crua acepção do termo, em que o interesse público é o fino biombo que esconde as negociatas.

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  2. Dilson Moura

    Essa dinâmica não é exclusividade de São Paulo. Aqui, em Belo Horizonte, repetem-se as mesmas ações. Lamentável

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  3. Marcos Maciel Marques da Costa

    Ótimo artigo!

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  4. jairo de luca

    Tempos atrás, pensou-se em se destinar verbas oriundas de multas de uma grande concessionária de rodovia paulista para um sistema viário de Higienópolis. Desconhece-se o desfecho disso, mas cabe olhar neste momento para a localidade do Embura, no distrito de Marsilac, extremo sul da Capital, onde milhares de pessoas continuam sem acesso a água potável, onde o esgoto corre na frente de creche e de UBS, a 60 quilômetros da Praça da Sé. Por que as autoridades não olham para isso?

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    1. Silvio Alpendre

      Pq está da ponte prá lá.

  5. Edson G P O Silva

    Muito bom seu artigo! A elite que domina a política e o mercado está provocando um caos no planejamento urbano. Bairros descaracterizados pela verticalização. Sucateamentos dos espaços públicos. Redução de áreas verdes e arborização. A infraestrutura de serviços básicos ainda dos anos 50 nos bairros centrais e ausência nos bairros periféricos. Estamos em Emergências climáticas é preciso mudar a lógica e ouvir a sociedade.

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