Marcelo Viana > Frações egípcias Voltar
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O Papiro de Rhind (c. 1550 a.C.) é, de fato, um dos tesouros mais fascinantes da história da matemática! Descoberto em Tebas em 1858 por Alexander Henry Rhind, hoje está no Museu Britânico.
Um verdadeiro marco do engenho humano!
Revela que os egÃpcios dominavam dupla proporcionalidade e progressões aritméticas. - Inclui problemas lúdicos, como o cálculo de "7 casas com 7 gatos cada..." (um dos primeiros exemplos de progressão geométrica).
Frações Unitárias. Geometria Aplicada: Ãrea do cÃrculo; Volumes e inclinações de pirâmides. Ãlgebra Incipiente: Resolve equações lineares do tipo “aha” (quantidade desconhecida), precursoras da álgebra.
Contém 87 problemas resolvidos, abrangendo aritmética, álgebra, geometria e trigonometria rudimentar. - Inclui tabelas de frações e métodos para cálculos cotidianos (como divisão de pães ou medição de terras).
Contém 85 Problemas Resolvidos.
Sua importância vai além da antiguidade: ele é um manual prático da matemática egÃpcia, revelando técnicas surpreendentes.
O Papiro de Rhind mostra que a matemática egÃpcia era intensamente prática, focada em solucionar problemas reais de topografia, engenharia e comércio.
O Papiro de Rhind, testemunho escrito da engenhosidade humana há 3.500 anos, revela como os egÃpcios transformavam problemas cotidianos — do pão à s pirâmides — em arte matemática prática.
Muito bom Marcelo. Adorei o exemplo da pizza e como resolver um problema de ordem prática facilmente, afinal é mais fácil cortar a pizza em 1/2+1/8 do que 5/8.
Sensacional! Marcelo. Tuas colunas são mesmo imperdÃveis.
Muito bom. Gostei da ideia intuitiva egÃpcia sobre as frações.
Cada dia gosto mais dessa coluna ! Obrigado, professor!
Não associar a matemática com a realidade é uma das grandes "torturas", que os não matemáticos enfrentam nas salas de aula.
Que coluna fantástica
Muito bom.
Ficou claro porque os egÃpcios usavam o sÃmbolo da boca para representar o numerador. No papiro de Rhind, o problema mais famoso era usar pães ao invés de pizzas na hora de fazer a divisão.
Que boa matéria! !
Que show adorei
Que legal. Gostei.
Bom demais!
Dez.
Hoje , quando usamos decimais nós frequentemente mantemos um denominador fixo, revertendo para a prática dos romanos. O papiro tinha também uma ideia de sÃmbolos algébricos. Uma quantidade desconhecida é sempre representada por um sÃmbolo que significa um monte. Adição é algumas vezes representada por um par de pernas andando para frente,subtração um par de pernas andando para trás, ou por um conjunto de flechas. A igualdade por um sÃmbolo quase igual ao atual; com a parte de baixo em ângulo.
O caso de tanta atenção ser dado a frações é explicado pelo fato que naqueles tempos o tratamento delas era difÃcil. Os egÃpcios e os gregos simplificaram o problema reduzindo uma fração a uma soma de frações. A exceção era a fração dois terços. Os gregos mantiveram essa prática até o século seis. Os romanos mantinham o denominador como doze e os babilônios em astronomia mantendo o denominador por sessenta. E daà os gregos mantiveram a divisão de um grau em sessenta partes iguais.
Por exemplo, Ahmes diz que2/29 é a soma de1/24, 1/58, 1/174 e 1/232. E 2/97 é a soma de 1/56, 1/679, e 1/776. Em todos os exemplos n é menor do que cinquenta. Provavelmente ele não tinha regras para formar as frações componentes. E as respostas dadas representavam as experiências acumuladas de escritores anteriores.
Os gregos são gratos pelas conquistas matemáticas dos egÃpcios e fenÃcios. Pitágoras era um fenÃcio, e de acordo com Heródoto, embora seja duvidoso, Thales também era fenÃcio. O papiro Rhind formava parte de uma coleção do British Museum, foi decifrado por volta de mil novecentos e trinta. O trabalho de Ahmes era chamado de "direções para conhecer todas as coisas obscuras ". A primeira parte consistia da redução de frações a uma soma de frações cujos numeradores são a unidade.
Delicioso!
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