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  1. Adalto Fonseca Júnior

    Não acredito em justiça divina. Falei isto para minha irmã católica no começo deste mês de junho. Ela visivelmente em conflito concordou pois conhece as contradições que invadem nosso cotidiano com muita persistência. A ideia essencial da não violência parece que permeava a vida dessa jovem e mesmo assim foi vítima da violência que nunca praticou. Não consigo aceitar. Não sou capaz de compreender. Quem somos nós os seres humanos?

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  2. Marco Antonio Batista de Oliveira

    Triste o encontro fatal que ela teve sendo vítima, de uma outra vítima, agora assasina, de uma sociedade arcaica onde a desumanização e o egoísmo prevalecem acima do amor e da compaixão. Ele vai ser preso, ela se foi jovem e cheia de vida . Casos como estes não deixarão de existir. Há muita cura a ser realizada no mundo.

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  3. Florentino Fernandes Junior

    Trinta anos efetivos de cadeia, mostra ele envelhecendo no carcere, e muitos desistiram de imita-lo

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  4. filipe moura lima

    Que triste

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  5. Ana Nunes

    Sinto muito pelas amigas e familiares da Taís, também sinto raiva, medo, revolta. Justiça por ela e por nós.

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  6. ANA LUIZA SANTOS MARQUES

    É profundamente triste e revoltante acompanhar mais um caso de feminicídio, como o da Taís Bruna, morta a facadas. O texto de Giovana Madalosso, ao abordar esse crime, provavelmente não só denuncia a violência brutal sofrida pela vítima, mas também questiona as estruturas sociais que perpetuam a cultura machista e a impunidade em casos de violência contra a mulher.

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  7. ANA LUIZA SANTOS MARQUES

    Rosa no Asfalto Estou a três quarteirões da praça,(mas encostado no muro da minha rua.(Minha boca seca, meu corpo é fome(e um jornal dobrado no bolso. O ônibus quebrado na avenida,(o caixa eletrônico piscando "sem notas",(o prédio abandonado com pichação:("Mataram uma mulher no 3º andar." Na TV do bar, Gaza é fumaça(e crianças sob escombros.(Um homem no balcão repete:("Isso é guerra, ninguém segura."Mas ali, no meio do asfalto rachado,(uma rosa branca, apenas uma rosa chamada Taís ficará.".

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  8. ANA LUIZA SANTOS MARQUES

    Estou a três quarteirões da praça,(mas encostada no muro da minha rua.(Minha boca seca, meu corpo é fome(e um jornal dobrado no bolso. O ônibus quebrado na avenida,(o caixa eletrônico piscando "sem notas",(o prédio abandonado com pichação:("Mataram uma mulher no 3º andar." Na TV do bar, Gaza é fumaça(e crianças sob escombros.(Um homem no balcão repete:("Isso é guerra, ninguém segura."Mas ali, no meio do asfalto rachado,(uma rosa branca, não milagre, apenas uma rosa em nome de Taís ficará".

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  9. Iza T Gonçalves Quelhas

    É uma história terrível e dolorosa. Pelo perfil do assassino, sem querer apaziguar responsabilidades, é necessário pensar em políticas públicas de assistência e acompanhamento psiquiátrico. Não se trata de feminicídio, mas sim de doenças psiquiátricas, provavelmente. A vida dessa jovem inocente poderia ter sido poupada se seu agressor tivesse tratamento para suas obsessões. Claro, meu comentário vai na direção do adoecimento psíquico.

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  10. José Cardoso

    Esse tipo de assassinato tem baixíssima probabilidade, mas toda semana deve haver uma vítima em algum lugar. Uma loteria macabra, na qual nem é preciso jogar.

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    1. filipe moura lima

      Essa probabilidade deveria ser zero. Teria que ter evento impossível.

  11. Geraldo Filho

    Entendo a questão, apenas quero pontuar que a grande maioria dos homens não tem esse perfil, esses casos acabam chamando mais a atenção em função da tragédia. No meu caso, um boomer clássico, já trabalhei e desconstruí muitos preconceitos, tive também a sorte de ter sido criado por três mulheres e pra mim esse universo feminino é bem conhecido, os homens precisam ser bem educados, porém, a questão do crime passional envolve mentes doentes e pessoas com índole criminosa, antes de mais nada.

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  12. Alexandre Marcos Pereira

    O primeiro golpe, seco e inesperado, rasgou as páginas invisíveis da história que, distraída, ela revia mentalmente. E num instante, o mundo denso das ideias - aquele lugar onde Taís caminhava entre personagens, teorias e metáforas - colidiu com a crueza de um corpo ferido. Acredito que, mais tarde, a polícia tenha feito o seu trabalho, tentando reconstituir o caminho do assassino e passos fugidios captados por câmera de segurança. Mas aquilo que Taís viveu jamais caberá num inquérito policial.

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  13. Ana Paula Riederer Rocha

    Tristeza profunda de saber que o mal existe mesmo. Que o legado da Taís de amor pela literatura se espalhe por quem ela alcançou.

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  14. Nelson Oliveira

    Enquanto a sociedade como um todo na luta contra o feminicídio, esse problema não vai diminuir.

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