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  1. flávio paes

    Eh uma decisão pessoal,se vai alargar limites ou não é estatística. O outro lado da história é que sofrimento não entra na contagem de quem pensa como o articulista, se teu sofrimento é sem fim como é de muitos a ideia deles é que o consolo será o paraíso futuro pós vida.

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  2. Fábio Nogueira

    Essa decisão é estritamente pessoal e não deve ser influenciada por ideia religiosas arcaicas e absurdas que pregam o sofrimento alheio como caminho para eternidade

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  3. DANIEL WILLMER

    Penso sinceramente que essa visão da obrigação de viver é que é a falácia. Ninguém é obrigado a viver se não quiser mais.. E cada um é dono de seu corpo. Todos temos o direito de desistir. Não entendo como um estado que é na constituição laico ainda fique preso às ideias religiosas.

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  4. Marcus Vinícius Xavier de Oliveira

    O texto é bastante interessante, mas há nele a falácia da falsa equivalência. Vejam: "no qual faz sentido licenciar médicos a oferecer a morte como forma de cura"; essa afirmação é falaciosa porque há uma diferença substancial entre curável e incurável, e porque essa, e não a outra, admite em casos graves a eutanásia. Além disso, o autor não não quer ver a complementariedade entre vida digna e morte digna.

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  5. JOHANNES VAN LEEUWEN

    O autor estuda o catolicismo, a religião do atraso.

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  6. Alexandre Marcos Pereira

    A história de Paula Ritchie está na Wikipédia e em outros sites facilmente acessíveis. Confesso que a reportagem mencionada estalou nos meus olhos como uma brasa: de um lado a frieza dos parágrafos jurídicos - Bill C-7, redação seca do Parlamento - de outro, a carne viva de uma mulher que suportava dores sem rosto nem prognóstico. Entre o texto da lei e o corpo de Paula, abriu-se um abismo que nenhuma vírgula consegue suturar.

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  7. Alberto Melis Bianconi

    "Ou você pode abrir uma brecha para a morte que será estreita apenas no começo —e terminará como um portão escancarado, por onde muitas e muitas pessoas serão conduzidas." Nesse trecho final o colunista revela seu artigo de fé, que vai além da lógica ou do racional. Como se dissesse: as pessoas serão conduzidas porque não possuem autonomia moral, precisamos protegê-las delas mesmas.

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  8. MARCIO OLIVEIRA

    Entendo toda a ginástica contorcionista feita no texto, mas o Estado não deve se imiscuir na decisão de uma pessoa se ela deve ou não continuar vivendo. Ai colocam um ser humano sofrendo em um limbo jurídico até que ela não tenha mais as faculdades cognitivas pra tomar a decisão por si só e sobra pra alguém da família que nunca pensou nisso, não está sofrendo e não tem coragem de decidir... Quando vamos nos tornar adultos com respeito a esse tema?

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Será que vamos? Fingimos acreditar em nossa autonomia individual, mas quase sempre agimos com medo do julgamento alheio. O sapatênis voltou à moda ou ainda é brega? E pagamos pessoas para nos informar a respeito...

  9. Emerson Alves

    quanta besteira. se a pessoa quiser deixar de existir, que deixe! quem é o outro pra dizer sim ou não? bacana é o cabra se jogar de uma ponte e dar mais trabalho pra todos além da cena horrivel... eutanásia deveria ser normalizada e liberada de uma vez. é só questão de tempo. cerumano é hipócrita.

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Mas devemos nos certificar que ninguém estará matando um parente rico, par depois alegar suicídio.

  10. Armindo Kolbe

    Colocar no papel ou assemelhados ser favorável a dar fim à vida é fácil, executá-la que são elas. A vida tem sentido quando temos objetivos e consigamos executar. Quando temos conforto e não dependência . Quando as coisas vão bem e podemos controlar e não ser dependentes. A dor, ela é terrível, nem sempre aparente, mas nós consome. Viver de sonhos e não realizar - não é viver. A não ser, talvez, quem sabe?

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  11. NACIB HETTI

    A eutanásia e o aborto têm um ponto em comum; quem tem grana faz no exterior.

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Caro Nacib, comentei seu post como uma resposta ao leitor Nelson, abaixo.

  12. Nelson de Paula

    A morte não é uma exceção, nem a eutanásia precisa ser.

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Desculpa, minha intenção era comentar o post. do sr. Nacib acima.

    2. Alberto Melis Bianconi

      Haveria um motivo para fazer no exterior mesmo que fosse legal. Escapar do julgamento de terceiros e de ser estigmatizado.

  13. José Cardoso

    Hoje sou contra a eutanásia, embora não contra o suicídio. Acho um constrangimento para médicos receberem a delegação de acabar com uma vida. Quem quiser suicide-se por conta própria.

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Proibir o suicídio não faz muito sentido, né mesmo? Agora, somente seria um constrangimento para o médico, se ele estivesse obrigado a realizar o procedimento, digamos, por ser médico. Os únicos problemas que eu vejo são: garantir que não se trata de uma atitude impulsiva e que não reste qualquer dúvida sobre o desejo e concordância do paciente. Para o médico, seria estigmatizado socialmente se essa prática vier ao conhecimento geral. Mas aqui tocamos uma parte irracional da natureza humana.

  14. Fabio Sampaio Marques

    Um tanto arrogante. Quem decide sobre a eutanásia é o paciente, obviamente apos exaustivo escrutínio médico, psicológico e familiar.

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  15. Patricia Cypriano

    Por motivos escancaradamente econômicos a eutanásia generalizada tem tudo para ser permitida em um futuro próximo. Com a população ocidental vivendo cada vez mais, tendo poucos filhos e a alta quantidade de idosos dependentes se tornando uma calamidade pública, esse parece ser o único caminho. A medicina consegue aumentar nossa longevidade sem ter como nos garantir um mínimo de qualidade de vida... e quem cuida de quem cuida e ainda precisa trabalhar, e os governos em nada ajudam?

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    1. Armindo Kolbe

      As dores, desilusões, solidão dos idosos é o preço que pagamos por querermos viver demais. Sou a favor da eutanásia, mas não tenho informações ou argumentos para dizer como deveria ser praticada, ainda.

  16. Andre Rypl

    Superficial. E arrogante. Não cabe a terceiros dizer o que é o sofrimento alheio, nem quanto alguém quer/ pode suportar. Hipocrisia de nossa sociedade. Tutela-se a decisão pessoal em nome de sabe-se o quê? Enquanto isso, dê-lhe bomba em Gaza. Ok, coisas diferentes, mas que escancaram nossa hipocrisia sobre a pretensa santidade da vida

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    1. Armindo Kolbe

      Como delega aos outros o que fazer? Pois já não delegados aos políticos de baixo nível ético e moral o que fazer com nossas vidas? Esses podem.

  17. João Vergílio Gallerani Cuter

    Nenhum defensor da eutanásia pensaria em obrigá-lo a morrer caso você quisesse continuar vivo. Por isso a menção à doença que você teve é inapropriada. Ela não desempenha nenhuma função argumentativa. Está ali simplesmente para manipular o leitor. É apelativa. Ninguém defende a "obrigação de morrer". Defendemos que a vida é um direito e, por isso mesmo, deve ser uma opção. Se alguém acha que vale a pena continuar tentando, que faça isso. Se não suporta mais, que possa ter o fim que escolheu ter.

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  18. Gaya Becker

    Comentário inútil. O cara que escreveu esse artigo parece estar interessado em fomentar dúvidas e devaneios em situações em que a pessoa que toma a decisão pelo suicídio assistido tem certeza absoluta de que é essa a unica alternativa para acabar com seu sofrimento excruciante. Quem se arrisca a mexer com esse assunto delicado, a favor ou contra, tem que saber o que diz!

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    1. Alberto Melis Bianconi

      O problema é que somos todos ignorantes sobre o assunto. Coloque a questão para si mesma, gostaria de ter a liberdade de escolher, independente de sofrimento ou outro motivo qualquer, ou prefere que a lei o costume decida por você?