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  1. DANIEL PESTANA MOTA

    Perfeito.

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  2. Marcos Benassi

    Ah, meu caro achando-me espertinho, botei a música para rodar antes de começar a leitura do artigo. Justa que Latiu, que saudades do Buena Vista e de minha velha Tia Isolina (com esse nome, só podia ser velha mesmo), que essa música linda me lembrou. Gardenias para ti, Michel, grato. Saudades também de um tempo em que o país Central ao capitalismo tinha culhões para limitar institucionalmente o poder de suas empresas, impondo regulamentações que já foram exemplares. Agora? Covardia, desatino esó

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  3. José Cardoso

    O "capitalismo" é um conjunto de produtores tentando entregar o que os consumidores querem. Sendo que muitos dos consumidores também são produtores. Os mesmos que criticam a queima de combustíveis fósseis não dispensam o automóvel, nem viagens de avião. O caso da exploração de petróleo na margem equatorial, que divide o governo, mostra bem esse conflito.

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  4. Marcelo Magalhães

    Encontros são resultados do acaso ou da sincronicidade? Não importa, o estado físico/mental de ouvir Dos Guardenias?, ao fim de um texto simplesmente fantástico, me remeteu às madeleines de Proust, quase digo, posso morrer… Mas o desconcerto total, que agrega, é perceber que isso vem da academia neoliberal. Mundo, mundo vasto mundo, se me chamasse Raimundo, seria uma rima e não uma solução.

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    1. Marcos Benassi

      Hahahahah, também quedéme en rodillas (enrodilléme? Meu espanhol tá uma porcaria...) com dos gardênias. Putz, uma maravilha. Assim como um texto sensível, que é capaz de juntar lé com cré e fazer uma crítica que preste, sem carecer de citações pretensiosas ou de um monte de números/índices que, quem não for economista, fica manco e surdo no entendimento da coisa. Quanto a nomes, pô, "Isolina" me tocou, lembrando-me de uma velha que se foi.

  5. Wilton Cardoso

    De vez em quando há vida pensante na Folha

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    1. Marcos Benassi

      Recorrentemente, ela aparece, prezado Wilton; não casualmente, nos mesmos lugares, os quais sempre merecem visita.

  6. Rafael Flávio Montanari Leme

    Texto excelente. Parabéns! Eu acho que o capitalismo combina bem com o egoísmo burro do ser humano. Tipo o vírus que mata o hospedeiro.

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  7. Luiz Carlos D Oliveira

    Texto muito bom, nos coloca a pensar nossa própria maneira de viver essa vida, pois perdemos na estrada da acumulação o fio da meada da existência

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  8. Dionisio DeBarros

    Sem a mao pesada e visivel do Estado, o capitalismo morre na praia. Nao ha um unico pais desenvolvido no mundo que tenha chegado a esse patamar via estado-minimo, ou praticando comercio totalmente livre. O estado sempre protegeu, subsidiou, e criou demanda para as empresas locais, em detrimento das estrangeiras. Aqueles que advogam por diminuicao do conteudo nacional em produtos fabricados no Brasil, ou foram doutrinados a pensar assim, ou tem vinculo economico com multinacionais.

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    1. Marcos Benassi

      Tive idêntica lembrança, caro Dionísio: não é pouca coisa haver um estado capaz de botar freios num Rockefeller ou num vanderbilt, mantendo minimamente aquilo que é tão prezado, a tal da "concorrência". E, mesmo assim puderam ser predadores de bico curvo e rapidíssimo ataque; o que se vê agora, contudo, é um treco totalmente descontrol, fagocitose eficacíssima.

  9. MARIO LUCIO CAMARGOS

    Não é de hoje. Ex: A Guerra de Independência do Texas. Em nenhum filme sobre a Batalha do Álamo, os tejanos e amigos deixam escapar o propósito maior do movimento, que era se livrar do México porque as leis mexicanas proibiam a escravização. Paul Sweezy afirmava que o capitalismo é inerentemente recessivo, que, para se sustentar, depende de booms. Os booms historicamente predominantes não são grandes oportunidades espontâneas, não são janelas cintilantes entre nuvens: são guerras.

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    1. Marcos Benassi

      Hahahahah, dedo no'zóio, a guerra é um negocião.