Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Noel Carvalho

    Tocando em pontos sensíveis. Ótimo artigo...

    Responda
  2. daniel ferreira

    Nunca vi alguém confundir negro o trabalho, escola ou treinos. A piada é com japoneses, ainda que também ninguém ache que é verdade, nem nunca tenha confundido um conhecido com um outro. Certamente quem generaliza os indivíduos é a autora, que vê raça nos indicies sobre educação, quando o que ocorre é uma crise da educação publica, e não professores racistas

    Responda
    1. rodrigo herman da silva

      A autora citou as fontes que ela usou. Ela falou algo sobre educação no texto?

  3. José Cardoso

    Só se é em São Paulo. Confundir pessoas no trabalho por dificuldade de distinguir a fisionomia de negros e pardos? Isso não ecsiste como diria o padre Quevedo.

    Responda
    1. rodrigo herman da silva

      A autora citou as fontes que ela usou.

  4. marco martins

    Hooo fdsp!!! Discurso de ódio tem que ser censurado pros dois lados né???

    Responda
  5. Cristofer Diego Beraldi Martins

    Quanto mais escura é a pele, mais difícil para o sistema identificar os pontos a serem comparados com o padrão. Só isso.

    Responda
  6. Paulo Roberto Dufrayer de Oliveira

    Desde criança ouço que "todo preto se parece".

    Responda
  7. Rodrigo Henrique

    Esse texto é um lixo. Não tem utilidade nenhuma. Como a folha publica isso?

    Responda
    1. Marcos Benassi

      Da mesma maneira que publica um comentário grosseiro como esse seu, uai. "Pior" ainda, a folha paga para a Articulista. Não é "revoltante"? Hahahahah!

  8. Alexandre Pereira

    Sugiro à missivista que busque mais dados, pois seu reducionismo, de hábito, está misturando as estações.

    Responda
  9. Marcos Benassi

    Eita, minha cara, dia desses veio um sujeito da prefeitura de São Paulo escrever por aqui, falando que o nível de erro na identificação de cidadão, no mágico sistema implantado na capital, era de2%. Na verdade, um pouquinho menos. Claro, o pessoal de TI que o Nunão contratou consegue acurácia maior do que os sistemas chineses, na China, tendo treinado durante mais de década com asiáticos. Milagre! Deve ser a moçada de tecnologia da Iurd - aliás, do Malafeio Bozolento - porque só com um milagre.

    Responda
    1. Marcos Benassi

      Meus caros colegas, a colunista traça a trajetória indigna da despersonalização do preto-objeto da escravatura até os "objetos" da programação, se me permitem metáfora com as "linguagens orientadas a objetos". O emprego de sistemas enviesados em segurança pública, que põe em grave risco a dignidade e a segurança física de cidadãos, é um acinte à Democracia e um enorme ônus social. Fala-se de identificação facial, Alexandre, defendida aqui por um sec(re)tário de SP.

    2. Peter Janos Wechsler

      Isso mesmo Marcos. Mas não é o qué a colunista infere

    3. Peter Janos Wechsler

      Isso mesmo Marcos. Mas não e

    4. Alexandre Pereira

      A prefeitura deve ter se referido à identificação digital, Marcos.

  10. Silvio Cabral

    Claramente, a demanda por racismo está superando a oferta.

    Responda
    1. Alexandre Pereira

      Reducionismo é uma saída?

    2. Marcos Benassi

      Nunca, a oferta é contínua. Como também o esforço para dizer que ele não existe, nunca existiu, nem a escravidão. Isso é papo do Supremo reformista,! Hahahahah!

  11. Delzimar Irineu Silva

    Qual o número de pessoas inocentes presas por reconhecimento facial? 89 % da população aprova o smart sampa, é engraçado nesse país, quando se começa a prender bandidos, ou se faz algo para melhorar a segurança sempre vem gente dizendo que vai prender pobre, veja bem, as mazelas do Brasil pode ser culpa das "zelite", mas quem vem assaltar e até matar o pobre( que é negro também, não esqueça) é aquele pobre com espírito de porco, que é branco, preto, pardo, a cor é o de menos.

    Responda
  12. Nelson Santos

    Pessoas negras possuem presuncao de culpa. Quase sempre, a policia diz que o adolencente morto supostamente seria traficante. A suposicao se baseia na cor da pele, no tipo de cabelo etc.

    Responda
  13. Peter Janos Wechsler

    Pelo que entendi, indígenas e asiáticos também são pasteurizados. Seria interessante descobrir o motivo técnico do erro no sistema. Quais seriam os dados característicos mais variáveis dentro de uma raça? Talvez a maior variedade da cor do cabelo e dos olhos entre os brancos. Difícil acreditar que o sistema é racista. É apenas falho.

    Responda
    1. Peter Janos Wechsler

      Computador endoodou

    2. Peter Janos Wechsler

      não e

    3. Peter Janos Wechsler

      Issso mesmo, Marcos.j Mas não é isso que a meu ver a col

    4. Marcos Benassi

      Caro Peter, o problema não é necessária/principalmente no sistema, mas nas bases de dados usadas para treiná-lo. Um sistema nunca será "racista", na medida em que ele não tem considerações morais, sustentáculo do racismo. Mas todo sistema reflete quem o construiu, basta ver a importância dos estudos de usabilidade: "sistema de engenheiro" é um problema clássico no desenvolvimento de software. Tudo funciona, mas é dificílimo de usar. IA desenvolvida pra branco, erra ao reconhecer pretos.

  14. Fábio Martins do Carmo

    Não estou querendo justificar abusolutamente nada, mas apenas entender um pouco melhor a explicação para tamanho erro. Os 80% de erros são gerados por sistemas de computação? Ou também nos processos que envolvem humanos reconhecendo? Se for com humanos, os negros reconhecem outros negros melhor que os brancos? E se for os sistemas de IA, a internet, desde que surgiu, ela é branca a massiva maioria das fotos que alimentaram os LLM são de pessoas brancas, é lógico que esses sistemas irão errar!

    Responda
  15. Daniel Gomes Pereira

    Essas câmeras e os programas de computador são racistas também como o homem e a mulher brancos, um nazistsmo disfarçado ?

    Responda
    1. Daniel Gomes Pereira

      Nazismo, correção