Deirdre Nansen McCloskey > Pós-moderno geralmente é bom Voltar
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A colunista não faz mais do que distribuir, de forma escandalosamente anacrônica, os rótulos de moderno e pós-moderno segundo suas preferências pessoais. Foi como escreveu, do modo mais fútil possÃvel, que uma orquestra sinfônica era "autoritária" e uma banda de rock, liberal. Francamente, os leitores liberais da Folha mereciam coisa melhor.
Fique tranquila. Não é sua opinião sobre a arquitetura de São Paulo que me espanta.
Dreirdre seu texto causa inveja a qualquer imbecil que não sabe o que é pós-moderno, mas por ter ouvido falar tanto na palavra acabou considerando-a genial. Primeiro, não existe apenas uma vertente ideológica que se auto determina pós-moderna. Segundo, seu texto é recheado de nomes de teóricos retirados de verbetes "veja quem é assim considerado". Você é uma neoliberal. Como o neoliberalismo agonizou, você está procurando um outro guarda chuva: "o pós-moderno é geralmente bom".
Talvez a oposição seja entre o paradigma da máquina e do organismo. O Le Corbusier definiu uma casa como uma máquina de morar, o que tem muito sentido, principalmente considerando a água encanada, o esgoto e as instalações e utilidades elétricas. Queremos as máquinas porque são muito úteis, mas ao mesmo tempo nos sentimos meio exilados num ambiente maquinal. Como organismos, sentimos falta de parques, animais e florestas, dos quais nos separamos por vontade própria.
Finalmente um texto coerente da professora Deirdre. "São Paulo. (Aliás, a cidade tem a pior arquitetura urbana que já vi" Vivo em São Paulo há décadas, difÃcil argumentar contra esta frase.
Valeu pela caracterização do Trump.
Benassi, de fato é do jogo, tens razão. Mas é disso que qualquer grande jornal vive, da vontade das pessoas de se informar, de saber mais. Já imaginou a folha de pagamento da Folha? Pode ser deslumbramento meu, mas fiquei de fato seduzido pela brincadeira da colunista.
Ôpa, embora eu sarcasmeie (é o verbo "sarcasmar" conjugado, David, meio que nem corcovear, sabe?), boto uma fé que a Tia Auntie tem estofo e que podia mesmo vender um curso. Muito, estupendamente melhor do que as porcarias que sustentaram o Olavo do baralho por longos anos. Agora, o que meu miocárdio não digere é a gracinha em relação à proteção aos concidadãos: em um contexto no qual se dissemina ser bom, justo e louvável (Instagramável!) espancar trans, queria ver libertarianismo...
Tia Auntie, Vossa Ilustre Economice não precisa ser desculpada, uma vez que opinião estética não é crime. Aqui no Brasil, a gente tá mais preocupado com o tipo de opinião que é criminosa; por exemplo, quando um sujeito espalha em grupinhos de telegram que travestis e transexuais devem ser mortos na base da porrada. Isso nos preocupa seriamente, e acho que a senhora também deveria se preocupar. Todavia, sendo opiniões "pós-modernas", talvez a madame queira enfrentá-las por si só. Vai que vai.
Poi Zé, meu caro, queria ver a Tia Auntie, elegante lÃbero-intelectual, "disrrupitada" verbal e/ou concretamente, pela Bozoléia... Mentira, eu abominaria ver isso daÃ, mas afirmo que seria bastante educativo.
Também nos preocupamos com comediantes que hostentam manuais "do bom fascista", e posam ao lado de bolsonaros como brothers, transparecendo a origem de suas piadas "disruptivas".
O jogo cultural aqui proposto por Deirdre McCloskey pode render bem mais que uma coluna. Sugiro a ela transformá-lo em livro. E à Folha sugiro promover um seminário para debatê-lo.
Hahahahah, faz um curso e vende na casa phôia, uai. É do jogo.
O jogo cultural aqui proposto por Deirdre McCloskey pode render muito mais que uma coluna. Sugiro a ela transformá-lo em livro, e à Folha promover um seminário para debatê-lo.
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