Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Debora Oliveira Dias de Carvalho

    Talvez o que lhes pese mais na mochila é o que deixaram para trás.

    Responda
  2. OTACILIO BATISTA SOUSA NETTO

    Giovana talvez os palestinos quisessem levar a própria Gaza consigo e implanta-la em uma terra abrigo

    Responda
  3. Marco Antonio Batista de Oliveira

    Eis um texto que carrega nele o essencial do atual. Quem carrega o carregador, que carrega o celular, carrega o atravessar. De uma situação insustentável, tão pesada, que o pouco que se leve, que seja leve. E que no ponto de interrogação de se chegar, que tenha a oportunidade de dizer: alô. Atravessei. Cheguei. Vai cair a bateria. Que seja breve.

    Responda
  4. Luiz Ernani Madalozzo

    Na mochila vai esperança , medo, saudade, tristeza e se eu pudesse colocaria meu amor e o desejo que sejam felizes

    Responda
  5. Marcos Benassi

    Ai, que tristeza... Fosse no Rio de janeiro, algumas décadas atrás, era capaz de sua amiga ter dado de cara com um magnífico jornalista/escritor carregando consigo sua intimorada remington portátil. Não seria menos triste, de todo modo.

    Responda
  6. Raymundo de Lima Lima

    Seu artigo aborda um tema atual, mas, infelizmente não causa empatia/compaixão nos nosos irmãos cristãos, principalmente os q pregam deus-patria-familia. Empatia para eles é seletiva.Lembrar:São 123milhões de refugiados e migrantes vivem amontoados em acampamentos ou outros improvisos no mundo/ACNUR-2024. Há campos de refugiados superlotados:Kutupalong vizinho dcampo dNayapara,abriga 931.000 refugiados, maior campo de refugiados do mundo.Outro enorme e pior está no Sudão. E os palestinos?

    Responda
  7. José Cardoso

    Geralmente os civis fogem em massa das guerra. É só ver a Ucrânia e a Síria. Acredito que os palestinos não são aceitos pelos vizinhos árabes e por isso permanecem na região devastada.

    Responda
  8. Teresinha Marisa Bertol

    Triste, muito triste! Obrigada pelo maravilhoso texto, que nos faz refletir sobre algumas das piores misérias humanas.

    Responda
  9. Geraldo Filho

    No coração e na mente devem ter esperança, coragem, desilusão, sensação de injustiça, medo, vontade de voltar, incertezas, no estômago pouco ou nada. Nem precisa mostrar.

    Responda
  10. Jaqueline Mendes de Oliveira

    Que bom ler seus textos, Giovana! Bom domingo.

    Responda
  11. Vladimir Tzonev

    Falta alguém dizer o porquê dos refugiados. Eles são a consequência direta do imperialismo colonial das potências ocidentais. Que, depois de sugarem as suas riquezas, deixaram estes países afundados em conflitos, miséria e dependência do capitalismo selvagem.

    Responda
  12. Deonilson Roldo

    O fundo do poço é sempre um pouco mais profundo do que aquele que volta e meia nos salta aos olhos. Triste, mas verdadeiro.

    Responda
  13. Mônica Casarin Fernandes Elsen

    Lindo texto. Emocionante

    Responda
  14. Ana Hitomi

    Rolamos o feed de "vidas perfeitas" e esquecemos o quanto é importante ler um texto como o seu pra nos lembrar do nosso privilégio. Obrigada.

    Responda
  15. Regina Fonseca

    Lindo e necessário texto, obrigada por compartilhar.

    Responda
  16. Cissa de Almeida Biasoli

    Lindo texto. Cronistas , diante da folha em branco, são obrigados a optar por obviedades . Você foi no essencial. parabéns e obrigado.

    Responda
  17. Vito Algirdas Sukys

    Quine disse que tudo pode ser questionado mas não tudo ao mesmo tempo. O barco de Neurath precisa continuar a navegar. Para um pragmatista as mudanças devem ser julgadas pelos resultados que produzem. Qual a coisa mais importante dentro da sua mochila? Você poderia dar uma parte do valor para ajudar os refugiados a sobreviver? O navio negreiro de Castro Alves trazia os horrores de uma condição; o barco dos refugiados contesta nossos valores. Somos humanos dentro da nossa mochila?

    Responda
  18. Tha Virgens

    Caraleeeeooooo que texto, senhora! Me fez refletir em tanta coisa! Obrigado por dar vida ao meu início de domingo.

    Responda
  19. Paulo César de Oliveira

    Uma correção: as pessoas dentro do barco são da África subsaariana e não da Tunísia. Os tunisianos são de origem berbere ou árabe e, portanto, caucasianos e não negros.

    Responda
  20. Lutemberg Souza

    Lindo texto, ainda que triste! O egoísmo ainda é um sentimento forte e presente nas pessoas, mesmo aquelas que têm alguma consciência de sua existência. Somos chamados à reflexão, que a uns atinge em cheio, a outros, passa de largo.

    Responda