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  1. Andrés Alfredo Rodríguez Ibarra

    Sensacional texto! As Agulhas Negras ficam rodopiando no ar desde que são mencionadas até atingirem o chão do último parágrafo - com plena suavidade e graça. Parabéns!

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  2. Nasemar Hipólito

    Na Penápolis de minha infância, eu me lembro do "vôte!".

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  3. Joaquim Rosa

    Não, nunca ouvi falar e nem quiero sabere. O sujeito não tem assunto relevante, fica inventando bizarrices.

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  4. neli faria

    Não conheço essas palavras. Regionalismo! Em Santa Catarina o dinheiro é chamado de pilas. Há uns meses, a janja, do lula, me fez recordar a infância no Paraná, ao chamar o Musk de jacu. É o Brasilzão.

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    1. neli faria

      Gado não pode ler nada contra a madrinha da boiada que investe. O post está dentro da manifestação.

    2. Sebastião Carvalho

      Falta assunto, Neli?

  5. Anete Araujo Guedes

    No caso de jair: cruz credo, Deus me livre, vire essa boca pra lá, bate na madeira, que os deuses não te ouçam

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  6. joão moreira

    Aqui em Vitória ES, a capital mais bonita do Brasil, espantávamos com um retumbante "iá!" Para quase todas as situações!

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  7. PAULO PROL MEDEIROS

    Aqui na baixada santista tem um palavra para dinheiro que depois descobri que era bem regional: "mango" ou "mangos" no plural. " 10 mangos..." Um dia conheci um peruano que disse que lá no Peru também falam "mangos" para dinheiro, então concluí que algum peruano deve ter morado aqui e disseminou o uso.

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    1. Hermes Yaly

      Em Campinas - SP, a palavra "mangos" para dinheiro já foi muito usada mas hoje deve estar totalmente em desuso. Há uns 20 anos, eu me lembro de ter falado na mesa do almoço algo como "custou uns 50 mangos" e um colega surpreendeu-se: "puxa, há quanto tempo eu não escuto alguém falando 'mangos'!".

    2. Felipe Wanderley

      Eu já ouvi muito isso aqui em Manaus mesmo, ainda que não seja algo tão identificado com o regional. Acho que é uma daquelas expressões que migram com seus migrantes

  8. FLAVIO PINHEIRO DE MELO

    Caro Sérgio, sua coluna é uma das razões para que eu mantenha minha assinatura deste combalido diário.

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    1. Jéssica Alves

      Idem

  9. Inez Carvalho

    "Ó O BUTO" que texto!!!! L

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  10. Gildázio Garcia

    Meu quase conterrâneo, em 1976. saí das roças de Orizânia (ex-Divino "de Carangola"), para Campos dos Goytacazes, além do vocabulário e das pessoas, a cidade, que é linda, me encantou. No meu lugar, antigamente utilizávamos muito a expressão "leira", acredito que está relacionada à quantidade e com o café secando nos terreiros.

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  11. Ivan Bastos

    Caro Sérgio, também da sua Muriaé. Seria interessante trazer algumas expressões de lá para discutir o significado. Por que não fazer um dicionário de palavras efêmeras?

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  12. José Cardoso

    Quando criança no Rio, o pessoal de Niterói tinha algumas palavras diferentes, como cafifa, para o que chamávamos pipa.

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  13. Fátima Pontes

    Maravilhosa essa comparação das expressões antigas, usadas na infância/adolescência com as madeleines proustianas. Belíssimo texto! Final meio trágico, mas, ainda assim, lindo.

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