Alexandra Moraes - Ombudsman > Não, quem ganha Bolsa Família não se aposenta aos 45 anos Voltar
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Li tarde esse artigo, mas nem deveria ter lido. Saber que parte da elite empresarial é hostil aos pobres me deixa infinitamente triste.
Também quem quiser aposentar aos 45 anos com essa miséria só pode ser muito miserável! Menos de um salario mÃnimo!
Muito bom ter um contraponto dentro da Folha trazendo uma visão complementar. A impressão que tenho ficado ao ler várias das matérias que são publicadas aqui é a de que parte dos jornalistas da Folha tem um viés de direita. Isso por si só não é problema, mas quando abre espaço para a desinformação, não fica muito diferente do Whatsapp pelo qual muita gente se "informa". Na era da IA recomendo criarem agentes que façam uma checagem factual do artigo. Acelera essa revisão.
E os dados que mostram aumento contÃnuo de dependentes do programa, não são interpretados como um problema em si? Se tivermos cada vez mais alunos reprovados (ex.), não há sinal de problemas na educação? Por que desconsiderar a visão de quem enfrenta o problema em campo? Só porque "são empresários"? Se percebem, in loco, a anomalia, estão desqualificados a descreve-la "porque representam o sistema produtivo "? E a ideia de que há um Brasil que sustenta as polÃticas governamentais, ofende?
Ninguém disse q a visão de empresários deve ser desconsiderada, muito ao contrário. O q se diz no artigo é q eles deveriam manter um debate honesto, e não aproveitarem sua posição pra mentir e difamar. Não é honesto mentir dizendo q beneficiários do Bolsa FamÃlia se aposentam com quarenta e cinco anos. Sugiro reler o artigo, desta vez tentando entender o q está escrito.
Escrevi nessa semana aqui que me parece que a Folha está empenhada em uma ideologização à direita a todo custo, produzindo várias matérias sem checar o básico, apenas pra produzir material para a máquina de Fake News da extrema direita. A última, é a divulgação de que Bolsonaristas querem pedir ao Trump pra desligar o GPS, o que é impossÃvel de ser realizado com uma busca simples. Mas isso já foi o suficiente pra muitos colocaremedi nas pessoas.
Erros das elites dominantes, são “só ideias diferentes” e merece complacência, enquanto erros de alguém da massa, são “erros de verdade”, tem que ser punido para “servir de lição.
Finalmente! Finalmente! Não há problemas com vozes diversas. Mas além de demorar para checar fatos, durante as entrevistas, os entrevistadores não questionam qual a fonte dos entrevistados.
A direção da Folha endossa as narrativas falsas do empresariado sobre pautas que mostram os acertos do atual governo. Simples assim. É interesse da atual direção do jornal favorecer narrativas errôneas sobre ganhos sociais em benefÃcio de narrativas destinadas ao privilégio do rentismo e do capitalismo que busca o Estado MÃnimo. Pode até ser erro ou descuido do entrevistador, mas quando a matéria vai para divulgação, passou por avaliação e teve aval da direção.
Eu fico muito impressionado com a docilidade de entrevistadores no Brasil. Aqui parece ter uma cultura de que desmentir ou contestar o entrevistado é falta de educação.
O jornalista não questiona o entrevistado que mente por quê? Medo de perder o emprego ou alinhamento ao pensamento do proprietário? Sabemos que os donos dessa Folha são empresários, banqueiros e de uma direita que quer ser moderada, mas como esse espectro polÃtico já não produz mais intelectuais aà tem que se alinhar ao oportunista da vez para não perde hegemonia. Sempre bom lembrar que ideólogos como Pondé e Lygia Maria não são intelectuais.
Ao dar entrevistas as pessoas deveriam ter mais informações e dados antes de fazerem certas declarações. Infelizmente, o Brasil ainda é muito desigual e tem regiões de pobreza extrema.
Esta técnica é velha. O cara paga uma matéria simulando uma entrevista. Não tem nada de jornalismo. É pura publicidade paga. A Ombudsman pode sugerir a Folha, que sempre que alguém comprar um espaço , colocar uma tarja de " matéria paga."
Que falha feia, Folha
O nome disso é gente que nunca pegou um ônibus lotado pra trabalhar. Simples assim. Gente fora da realidade.
Essa gente adora atacar programas sociais, mas não abrem mão dos subsÃdios do Estado brasileiro. Manda o poderoso agronegócio brasileiro se financiar no Bradesco com Selic de 15% não vão é inviável, mas o brasileiro médio é obrigado a pagar dobrado.
Empresários são importantes anunciantes! O jornal precisa deles! Chatô nos ensinou isso! Para béns FALHA DE SÃO PAULO...
Pela primeira vez o ombudsman deste jornal acerta em cheio. Mentiras divulgadas por entrevistados e articulistas deste jornal são muitas e não vejo nenhuma correção.
Não só vc não vê nenhuma correção, ninguém vê nenhuma correção. Seja pq elas nunca ocorrem, ou pq ocorrem muitos dias depois, sem q o jornal dê qquer publicidade à s correções. Quem relê uma matéria de uma semana atrás, só para verificar se por acaso houve uma correção? Assim fica fácil manipular a opinião pública. Qquer um diz o q quiser, o jornal publica com um tÃtulo chamativo, sem qquer checagem ou alerta, depois, à s vezes, vezes publica um texto corrigido q ninguém lê.
Obrigado, ao menos alguém tenta trazer alguma dignidade a um jornalismo feito para e com interesses. Mas até esse espaço serve para a maquiagem mentirosa de isenção deste jornal.
Humberto Cavalcante nem mim fale nessa escola base muito triste pra não falar da globo com Valmir salário eo delegado de.sobre nome lemos acabou com aquela familia
Hipolito, grato por ter lido meu comentário. Meu comentário maior foi contra o Grupo Folha. Foi condenada, mas na internet, na Wikipedia, há uma lista de vários outros veÃculos da imprensa dita profisisional também condenadas. E nada mais vaidoso ou pretencioso, e supostamente imparcial e "jornalÃstico-profissional" do que essa gente da mÃdia, com rarÃssimas exceções, mas há a midia sem propaganda, quase desconhecida, quem procura acha. Também houve livros sobre o assunto.
As pessoas falam o que querem sem vÃnculo com a realidade
Nada disso é óbvio que é proposital além escola de jornalismo tá bem fraca além do medo do entrevistador perder o emprego
Por que a Folga não faz uma material profundo e em série dissecando os programas sociais do Governo, aprofundando e rompendo mitos e falas cliché do empresariado? Se os jornais da Burguesia não fizerem isso pra evolução da sociedade e do mercado, mesmo do empresariado, quem vai fazer?
Trabalho perfeito da ombudsman, mesmo com esse man no nome do cargo. Demonstração que as matérias ficam como uma cilada a la Trump. O entrevistado pode estar de boa-fé mas é destituÃdo sem direito a resposta efetiva. Falha mais ainda o entrevistador demonstrando-se não preparado para a entrevista. Pois há justiça mesmo contrapor o entrevistado em pergunta ainda presencial.
A palavra ombusdman não vem do inglês e, portanto, não tem indicação de gênero.
Leia-se "é polido" no lugar de "há justiça". Quem me censurou desta vez foi o corretor automático acoplado ao teclado.
Este ombudsman tem raciocÃnio que jornal não tem vc aà perder emprego cedo ou vai pra reserva,na Ãfrica ser correspondente, infelizmente jornalismo está muito a quem da retidão da realidade, qualquer notÃcia vem correção após dando apoio a direita.
Observo sempre que o nÃvel dos entrevistadores e sofrÃvel e passivo. Beira a preguiça ou mesmo a falta de astúcia jornalÃstica. Sobre o entrevistado da Fiemg, Flávio "Roscofe", nem precisava de astúcia ou muito conhecimento era o entrevistador saber quando ele próprio aposentaria para contestar a falácia do verborrágico pedante, candidato nas próximas eleições querendo fazer-se conhecer pela polêmica.
Ah! Q bom! A ombudsman apontando pelo menos uma das táticas do jornalismo da Folha em sua missão de proteger os ricos.
O jornal transcreve acriticamente toda semana palavras de empresários e banqueiros graúdos sem questionamentos por parte do entrevistador. Das duas, uma: ou trata-se de uma estratégia deliberada de promover os ideais neoliberais dessa turma, ou o entrevistador é despreparado pra entrevistar. Ambas opções me parecem preocupantes.
Escrevi um texto parabenizando a Ombudsman e sobre a matéria me referi a "mentirosos" e "fatos vilipendiados". O texto foi censurado.
Livro jornalista Ana Paula Goulart sobre a atuação da Folha de São Paulo em seis quatro. Vale a pena conhecer!
Quando um grande jornal, como a Folha, deixa de lado o rigor jornalÃstico, o efeito é catastrófico. Mas essa passividade dos repórteres diante dos entrevistados tem sido a regra de uns anos para cá. Na Folha, os entrevistados podem mentir à vontade, foi essa a mensagem transmitida pelo jornal recentemente.
Parabéns pelo comentário, só falta agora vc admitir q a FSP mentiu, distorceu os fatos e deu voz a mentirosos para defender a reforma da Previdência.
A Sra demorou, mas, chegou ainda em tempo de contribuir com os fatos, tão censurado algum tempo e com a participação da FSP, por omissão e $. Até alguns dias propagandas das empresas de Elon Musk enquanto este atacava o Poder Judiciário. FSP dando voz a golpistas e mentirosos contumazes, em silêncio. O idioma da FSP é $. Pq vc assina? Pq o Estadão é ainda pior nesse campo. Mas, mesmo atrasada, parabéns pela iniciativa.
Ou seja a d. Folha quando é paga, abre espaço pra essa raça bbbs que fala o que quiser e depois somente depois uma linha sabe. Podres! Já não basta o golpe de 64 apoia ladrões da democracia e vampiros que sugaram todo o sangue do pobre trabalhador 7x1 e querem acabar com auxÃlio do mais pobre da linha social. Nojo de jornalismo assim. E o pior que a censura dos comentários pra eles não existe. Vai vendo
O erro foi tão flagrante que pensei ser tipográfico. Em vez de 65 escreveram 45. Mas há quem acredite.
As redes sociais são terra-sem-lei onde imperam mentiras, inverdades, sensacionalismo e outras coisas que, infelizmente, engajam. O jornal, aos poucos e cada vez mais, abandona valores do jornalismo profissional como o compromisso com a verdade, o debate e o contraditório, e sinaliza que o que lhe interessa são mais assinantes, mais lucro, mesmo que para lucrar tenha que "lacrar". É um malabarismo entre se manter relevante "lacrando" ou respeitar os valores originais. Estes ainda existem?
A Folha já foi bem mais criteriosa nos seus textos, hoje o nÃvel beira o rasteiro, qualquer cidadao alega o que bem entender seja empresário, politico, funcionário público, estudante, sem checagem, sem nada, quase uma rede social qualquer.
é que a FdSP dá voz para os que a financiam; quem vai questionar o cliente???? Muitas vezes o objetivo não é trazer a verdade, mas sim dar voz a pessoas que não tem nenhum conhecimento sobre o assunto somente porque esses tem dinheiro.
Vetado (ao menos temporariamente ou definitivamente, não sei os critérios de "moderação") porque eu citei o nome da então Ombudsman cúmplice no mais importante jornal do Brasil pela mentira que destruiu a vida dos donos da Escola Base, não há dinheiro que compense isso, mesmo tendo a Folha sido condenada e com reportagens muitos anos depois, quem procurar , acha. Me lembro como se fosse hoje.
Alexandra Ombudsman, além da autocrÃtica muito tardia e interna, por que você nem outros Ombudsman posteriores relembram a cumplicidade do absurdo erro de jornalismo ligeiro, apressado, que destruiu a vida dos donos da Escola Base Junia Nogueira de Sá, jornalista, consultora de comunicação estratégica e membro de conselhos. Na Folha, foi repórter especial, diretora da Agência Folha e a mais jovem jornalista a assumir o posto de ombudsman, aos 32 anos, em 26 de setembro de 1993/1994??
Ainda sobre o Bolsa FamÃlia: li faz algum tempo um estudo bem fundamento com dados dos primeiros 1.5 milhão mais ou menos dos primeiros usuários. Quase setenta por cento tinham deixado o programa por empreender ou estudar. A previsibilidade da renda, pouca que seja, permite o planejamento da vida, algo a que os muito pobres não têm acesso. Lamentável é que não se publique mais, que não se divulgue estudos desse tipo, para acabar com o discurso maldoso de gente vil como esse rei das galinhas.
O que a Alexandra não diz é o baixo nÃvel dos entrevistadores. Se não tinha a informação para questionar a mentira na hora, que o fizesse ao escrever a matéria, entre parênteses, como publicações de respeito fazem, inclusive a conservadora Economist”. E esse baixo jornalismo repete-se sempre na Folha.
Existem duas situações, na primeira existe o baixo nÃvel dos entrevistadores, na segunda, além do baixo nÃvel soma-se a desonestidade intelectual. O entrevistador usa o mesmo artifÃcio do entrevistado.
A Folha tinha rapidez nas apurações, investigação da verdade e publicação sem medo das contraversões. Enquanto o Otávio Frias estava vivo.
Cara Alexandra, vamos direto ao ponto. Você não tem a menor autoridade de limitar o interesse da Folha em relação aos seus patrocinadores. A Folha não é independente, você não é independente. Ambos vivem de patrocinadores. Seu salário é pago pelos patrocinadores. Então, não insista na possibilidade de fazer uma "análise crÃtica" sobre o que a Folha publica. Tudo bem você precisa ganhar o pão de cada dia. A mentalidade do leitor mudou. Seus patrões estão obsoletos.
Jornalismo se não for, ou buscar ser, independente, não é jornalismo. Não foram os tempos, ou mentalidade que mudaram, foi a essência do Jornalismo que deixou de existir a dar voz dissonantes, sem contraditório, a bolhas
É preciso matéria séria e em profundidade sobre programas de transferência de renda, citando exemplos de dentro e fora do Brasil, no sentido de desmitificar essa visão distorcida e de má vontade. É com justiça social que se pode mitigar a desigualdade de renda e promover qualidade de vida para todos com redução de pobreza, violência, melhoria da educação, cultura, saúde. As sociedades mais avançadas já tiveram um estado de bem estar social hoje tão escanteado no capitalismo tecnológico.
O problema não está na razão de ser do programa, mas da falta absoluta de controle. Só em Salvador 25% dos pagamentos são irregulares e continuam como se ninguém soubesse do problema.
Não me espanta a Folha PagBank ser megafone para Nazilibertários da Farinha Lima, Federações de Indústria e Agronazis, bem como para Bolsonazistas de Tênis Veja como Roberto Campos Neto. Me espanta foi a mudança de postura (bem-vinda) depous dos ataques do Cheetos. Até o TarcÃnico a Folha rifou! Que continue assim, já que o Cheetos quer entregar o negócio do PagBank para os Supervilões de Silicon Valley.
A chamada da coluna da Ombudsman no site mudou para - Jornal demora para rebater falas erradas de seus entrevistados - que não expressa o seu conteúdo. Demora é o menor problema, o principal é divulgar uma mentira q ficará sem correção para a quase todos os leitores. Como diz a coluna, a iniciativa sequer foi do jornal, numa primeira intervenção sequer mudaram o texto, e a correção não foi publicizada. Do ponto de vista prático, não houve correção, pois a intervenção não atingiu os leitores.
A ombudsman (não há tradução disponÃvel?) tem razão. Mas há mais. Nas pautas de economia, inclusive nas mais polêmicas, nunca ou muito raramente são ouvidos representantes dos trabalhadores, sindicalistas ou parlamentares. Todo mundo sabe que a situação de classe condiciona, quando não determina a opinião. Vamos ouvir todos os pontos de vista, por favor.
Ou da academia.
Alexandra, Ombudsman, permite uma sugestão (que é até óbvia)? seja sob e sobre matérias da Folha, seja do UOL, há uma equipe super não-profissional, que veta artigos com base em seus pessoais preconceitos morais e religiosos, apesar de estar escrito sempre que são os autores comentaristas os responsáveis pelos comentários, além das regras de conduta com pontos sem sentido. Para o UOL, solicito-lhe encarecidamente, que envie pra o departamento superior à equipe de moderação. Grato.
Vão demitir. Ainda mais porque tem o sobrenome do Xandão.
Excelente crÃtica. O jornal tem capacidade de analisar a opinião dos entrevistados, o dever de informar, e não desinformar. Muitas polÃticas públicas já possuem evidências em que se basear. É desserviço destacar a desinformação de um entrevistado sem apontar a evidência existente.
Mas a folha concorda plenamente com essas maledicências desses empresários inescrupulosos. Então, ela nunca corrigir-se-á (homenagem ao traidor traiçoeiro Temer que, em conjunto com Rogério Marinho, arquitetou a infame deforma trabalhista de dois mil e dezessete).
Cara obsduman, que tarefa ingrata a sua, quando vc vai ser demitida? O jornal é a cara de seus donos,esses nao sao o povo da periferia que lutam diariamente para comer!
Infelizmente faz parecer que a defesa e logica da FSP e dar voz a poderosos, mesmo desinformados, denegrindo os mais pobres e humildes, e quando muito, quase um favor, dar destaque menor e com repercussão pÃfia, as correções das bobagens ditas por esses poderosos, "Rei do Ovo" e afins! Talvez parta de um certo preconceito das camadas mais humildes, e sobretudo, não dar visibilidade e credito aos programas sociais do governo federal!
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