Deirdre Nansen McCloskey > Tecnologia pode ser a saúde do Estado Voltar

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  1. Humberto Santos

    Madame, onde entra aí a desigualdade?

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  2. Jonas Nunes dos Santos

    Não há dúvida que mais liberalismo é necessário, assim como menos Estado é aconselhável. Mais do que em outras, nesta questão o caminho do meio é vital. É política distópica essa bandeira liberal "delenda Estado", deixando a sociedade a um utópico - e distópico,por falso - "Deus meritocrático dará". Também é fórmula de aniquilação social o domínio de um Estado que "acha que tudo sabe,e, portanto,tudo pode".

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  3. Ricardo Knudsen

    Madame, q já pediu o retorno de Jair mesmo após todas as evidências da tentativa de golpe, agora ataca o Judiciário brasileiro. E acaba justificando Trump em sua escalada autoritária. Madame é das q prefere uma ditadura liberal na economia a uma democracia q não siga sua cartilha econômica. Aliás, a liberdade defendida pelos liberais é bastante limitada. Pq os liberais defendem livre circulação de capital e de mercadorias, mas proibem a livre circulação de trabalhadores? Liberdade seletiva, né?

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    1. Marcos Benassi

      Dedo no'zóio! Agradeço a paciência da argumentação, meu caro, é sempre bom.

  4. GUSTAVO MANZOTTI SIMOES

    essa senhora é uma militante de uma nota só, toda semana, a mesma coluna.. que repertório escasso.. que preguiça..

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  5. Eduardo da Silva

    Liberdade ilimitada de baixo para cima é caótica e só existe harmônica no indivíduo!

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  6. Mario Ramiro

    A senhora chama de suprema corte autoritária aquela que estabelece limite para as "tecnologias", e que contém o avanço de ditadores que dizem atuar "dentro das quatro linhas"? Está defendendo qual pirão primeiro?

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  7. José Cardoso

    A principal razão do Estado, como da máfia, é a de prover segurança. Nesse ponto, a ação das milícias é instrutiva como um protótipo do Estado. Comeca-se pagando para se proteger de assaltantes. Depois para evitar a violência da própria milícia.

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  8. Marcos Benassi

    Mmmmm... Tia Auntie há de me perdoar, mas parece que o risco atual e o futuro está em gentes como o TrAmp pervertendo mecanismos do Estado para obter seus intentos pessoais. O Estado, em si próprio, contém garantias que estão sendo desmontadas; a senhora não apoia o TrAmp aí, mas já fez menções a apoiar o Bozo aqui. Esse tipo de sujeito perverso é o novo risco, não o Estado garantista.

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    1. Peter Janos Wechsler

      Isso não é parlamentarismo. Parlamentarismo é quando os eleitores tem controle e podem destituir os eleitos que não agem de acordo com a vontade dos que o elegeram. Funciona magníficamente nos países de bem-estar social da UE

    2. Marcos Benassi

      Peter, o parlamentarismo, por si só, não nos trará suficiente mudança, haja vista o excrementício Legislabóstico que se encontra por aqui, degradando-se a cada eleição. Creio melhor investir no voto distrital.

    3. Peter Janos Wechsler

      Marcos. Eu não inferi nada disso. Apenas achei que se está burlando demais e têm viés demais. Para evitar um imperador, nada melhor (ou menos ruim) do que o parlamentarismo. O presidencialismo é um absurdo.

    4. Marcos Benassi

      Bem, caro Peter, não há nenhuma lei proibindo que as pessoas sejam niilistas; eu, contudo, ainda prefiro um conjunto explícito de regras a serem seguidas, e não estar sujeito à vontade do Imperador. Claro, as regras são construídas com viéses e, ainda por cima, podem ser burladas. Mas tão lá, é alguma coisa.

    5. Peter Janos Wechsler

      Estado garantista de feudos e privilégios.

  9. Jose Luis Da Silva Coelho

    Muito bom texto A tecnologia permite a imposição das ideias do topo. O topo é sempre totalitário, sempre impõe sua verdade para aumentar seu poder.

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