Deirdre Nansen McCloskey > Por que criticar o Prêmio Nobel Voltar
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Não entendi o critério de nota e, pelo que entendi, para a colunista parece que está associado apenas ao critério da corrente da pessoa e não à qualidade de seu trabalho.
Publiquem o meu comentário. Estou no index do jornal? Quero saber.
Esta senhora pousa sempre com uma pose que não se encontra em nenhum sábio da humanidade. Trata-se da sabedoria vinculada ao seu liberalismo que transita entre dar algum respiro aos de baixo ou irrestritamente dedicar-se ao aumento das fortunas megas mundo afora. Esta senhora, com análises sempre brilhantes, deve oferecê-las ao partido democrático nas próximas eleições, isto se houver na ditadura do paÃs. Aqui elas são prescindÃveis senhora.
Eita inveja danada sô!
Na ciência e literatura também tem havido injustiça. Só falta alguém, que não quero citar ganhar o prêmio Nobel da paz
O seu comentário vai bem ao encontro do texto. Cuidado dor de cotovelo mata.
Estas notas citadas no artigo foram calculadas como? Opinião da colunista? Texto muito "cientÃfico" e "imparcial". Provavelmente só acertou no caso da adoração que os pares fazem dos ganhadores do prêmio.
Falou a tia que nunca foi cogitada para o prêmio...
Que lindo! Os que pensam como eu penso (a minha ideologia) merecem prêmio, já os que pensam diferentes . . . não! Enfim, o rigor da quinta série que nunca nos abandona, não é? E com esse talento todo, a Madame não passaria da segunda página do artigo Técnica e Ciência como Ideologia do Habermas.
em paÃses que são reféns da armadilha da desigualdade (não da armadilha da renda média, que é uma falácia, apenas um jargão para engabelar incautos), o liberalismo radical, defendido por madame, apenas agravará as injustiças sociais e promoverá a exclusão, o sofrimento e a morte dos mais vulneráveis. em paÃses assim, tão desiguais, o liberalismo radical apenas pode se impor quando sustentado por ditaduras sanguinárias, como ocorreu no chile. sob regime democrático, ele não prospera, .
caro josé, em situação de desigualdade extrema não é possÃvel falar em "liberdade de produzir bens e serviços para os consumidores", pois a assimetria permite a alguns poucos o controle de vantagens imensas, que desequilibram e deslegitimam qualquer concorrência. para impor esse simulacro de liberdade econômica em um contexto de desigualdade, só com ditadura, pois na democracia a sociedade rejeitaria a injustiça extrema desse arranjo e suas outras terrÃveis consequências.
Você enunciou o teorema, mas faltou a demonstração. Por que a liberdade de produzir bens e serviços para atender os consumidores seria assim tão terrÃvel? Convenhamos que isso não é razoável.
Penso que nunca ela foi tão explÃcita ao confessar que suas avaliações dos economistas se baseiam apenas na ideologia. Só admira os colegas de direita. Isso nada tem a ver com a qualidade deles, só com sua polÃtica. Mas o que fazer? João Gilberto respondeu décadas atrás: "Para que discutir com Madame?"
Quando escrevi o termo, ao invés do regulamentar "Tia Auntie", veio-me exatamente a frase, com a melodia colada. Agradeço pela explicitação tão oportuna! Hahahahah!
Defender o liberalismo como se fosse a solução definitiva também não me parece ciência crÃtica (não sou estatista).
“A ciência deve ser crÃtica, não adoradora”, algo frequentemente ignorado, creio por conta da generalização de Bonhoeffer, a imbecilização institucionalizada. Distinções estão se tornando polÃticas e, assim, rapidamente caminhando para a insignificância. Uma pena. Ótimo texto.
Hernadez, analise o texto e não tendências ideológicas ou terá de se sujeitar ao mesmo critério. Se sectário quer dizer especialista na área ao invés de um curioso que está experimentando com o alheio, no circo eleitoreiro, ou se aproveitando do trabalho de outros (figuras de estado adoram isso) não vejo problema algum. Mérito a quem merece.
Por acaso, eu me lembro muito bem do texto da colunista sobre Adam Smith. Pura idolatria! No fundo, a economista faz uma avaliação puramente ideológica dos premiados, chama equivocadamente de estatistas todos aqueles que não a seguem no seu liberalismo estrito e clama por um Nobel da Economia puramente sectário. Nada muito coerente ou esclarecido.
Eu sempre li os prêmios Nobel. Aprendi muito. Talvez errado. Achei seu texto honesto e corajoso. Passei a seguir você. Se puder, por gentileza, indicar no seu próximo texto, livros de economistas não prêmios Nobel seria bem interessante. Já li "Ação humana", aprendi muito com "Economia para o bem comum". Pense em quem conhece pouco economia e estudou o assunto mais por hobby. Eh meu caso e talvez de muitos. Pense também em quem não conhece nada. Vou ficar aguardando. Muito obrigado.
Ao contrário da fÃsica, quÃmica, ou medicina, o próprio conceito do que seja ciência econômica não é tão bem definido. Por exemplo, o Daniel Kahneman ganhou o prêmio nobel por trabalhos que podem ser descritos como psicologia comportamental.
Bem, seja como for, madame ganhou o IG Nobel de soberba. Não é pouca coisa.
Se não percebeu, ganhou o de Analfabetismo.
Ok, baseado em quê, camarada?
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