Deirdre Nansen McCloskey > Por que criticar o Prêmio Nobel Voltar

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  1. Thiago Cury Ribeiro da Silva

    Não entendi o critério de nota e, pelo que entendi, para a colunista parece que está associado apenas ao critério da corrente da pessoa e não à qualidade de seu trabalho.

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  2. MARIA CHRISTINA DE ALMEIDA

    Publiquem o meu comentário. Estou no index do jornal? Quero saber.

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  3. MARIA CHRISTINA DE ALMEIDA

    Esta senhora pousa sempre com uma pose que não se encontra em nenhum sábio da humanidade. Trata-se da sabedoria vinculada ao seu liberalismo que transita entre dar algum respiro aos de baixo ou irrestritamente dedicar-se ao aumento das fortunas megas mundo afora. Esta senhora, com análises sempre brilhantes, deve oferecê-las ao partido democrático nas próximas eleições, isto se houver na ditadura do país. Aqui elas são prescindíveis senhora.

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  4. Eduardo da Silva

    Eita inveja danada sô!

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  5. Rosa Soares

    Na ciência e literatura também tem havido injustiça. Só falta alguém, que não quero citar ganhar o prêmio Nobel da paz

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    1. Paulo Sarmanho

      O seu comentário vai bem ao encontro do texto. Cuidado dor de cotovelo mata.

  6. ROBERTO CEZAR BIANCHINI

    Estas notas citadas no artigo foram calculadas como? Opinião da colunista? Texto muito "científico" e "imparcial". Provavelmente só acertou no caso da adoração que os pares fazem dos ganhadores do prêmio.

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  7. Edson José Neves Júnior

    Falou a tia que nunca foi cogitada para o prêmio...

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  8. José Luvercy Rodrigues

    Que lindo! Os que pensam como eu penso (a minha ideologia) merecem prêmio, já os que pensam diferentes . . . não! Enfim, o rigor da quinta série que nunca nos abandona, não é? E com esse talento todo, a Madame não passaria da segunda página do artigo Técnica e Ciência como Ideologia do Habermas.

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  9. stenio miranda

    em países que são reféns da armadilha da desigualdade (não da armadilha da renda média, que é uma falácia, apenas um jargão para engabelar incautos), o liberalismo radical, defendido por madame, apenas agravará as injustiças sociais e promoverá a exclusão, o sofrimento e a morte dos mais vulneráveis. em países assim, tão desiguais, o liberalismo radical apenas pode se impor quando sustentado por ditaduras sanguinárias, como ocorreu no chile. sob regime democrático, ele não prospera, .

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    1. stenio miranda

      caro josé, em situação de desigualdade extrema não é possível falar em "liberdade de produzir bens e serviços para os consumidores", pois a assimetria permite a alguns poucos o controle de vantagens imensas, que desequilibram e deslegitimam qualquer concorrência. para impor esse simulacro de liberdade econômica em um contexto de desigualdade, só com ditadura, pois na democracia a sociedade rejeitaria a injustiça extrema desse arranjo e suas outras terríveis consequências.

    2. José Cardoso

      Você enunciou o teorema, mas faltou a demonstração. Por que a liberdade de produzir bens e serviços para atender os consumidores seria assim tão terrível? Convenhamos que isso não é razoável.

  10. RENATO JANINE RIBEIR0

    Penso que nunca ela foi tão explícita ao confessar que suas avaliações dos economistas se baseiam apenas na ideologia. Só admira os colegas de direita. Isso nada tem a ver com a qualidade deles, só com sua política. Mas o que fazer? João Gilberto respondeu décadas atrás: "Para que discutir com Madame?"

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    1. Marcos Benassi

      Quando escrevi o termo, ao invés do regulamentar "Tia Auntie", veio-me exatamente a frase, com a melodia colada. Agradeço pela explicitação tão oportuna! Hahahahah!

  11. Markus Nascimento

    Defender o liberalismo como se fosse a solução definitiva também não me parece ciência crítica (não sou estatista).

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  12. Alexandre Pereira

    “A ciência deve ser crítica, não adoradora”, algo frequentemente ignorado, creio por conta da generalização de Bonhoeffer, a imbecilização institucionalizada. Distinções estão se tornando políticas e, assim, rapidamente caminhando para a insignificância. Uma pena. Ótimo texto.

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    1. Alexandre Pereira

      Hernadez, analise o texto e não tendências ideológicas ou terá de se sujeitar ao mesmo critério. Se sectário quer dizer especialista na área ao invés de um curioso que está experimentando com o alheio, no circo eleitoreiro, ou se aproveitando do trabalho de outros (figuras de estado adoram isso) não vejo problema algum. Mérito a quem merece.

    2. Hernandez Piras

      Por acaso, eu me lembro muito bem do texto da colunista sobre Adam Smith. Pura idolatria! No fundo, a economista faz uma avaliação puramente ideológica dos premiados, chama equivocadamente de estatistas todos aqueles que não a seguem no seu liberalismo estrito e clama por um Nobel da Economia puramente sectário. Nada muito coerente ou esclarecido.

  13. Marcelo Marques

    Eu sempre li os prêmios Nobel. Aprendi muito. Talvez errado. Achei seu texto honesto e corajoso. Passei a seguir você. Se puder, por gentileza, indicar no seu próximo texto, livros de economistas não prêmios Nobel seria bem interessante. Já li "Ação humana", aprendi muito com "Economia para o bem comum". Pense em quem conhece pouco economia e estudou o assunto mais por hobby. Eh meu caso e talvez de muitos. Pense também em quem não conhece nada. Vou ficar aguardando. Muito obrigado.

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  14. José Cardoso

    Ao contrário da física, química, ou medicina, o próprio conceito do que seja ciência econômica não é tão bem definido. Por exemplo, o Daniel Kahneman ganhou o prêmio nobel por trabalhos que podem ser descritos como psicologia comportamental.

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  15. Marcos Benassi

    Bem, seja como for, madame ganhou o IG Nobel de soberba. Não é pouca coisa.

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    1. Marcos Benassi

      Se não percebeu, ganhou o de Analfabetismo.

    2. Alexandre Pereira

      Ok, baseado em quê, camarada?

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