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  1. Joaquim Rosa

    Escassez de mão de obra? Dá a entender que a mão sumiu. Seria mais correto dizer: a demanda por mão de obra almentou e a oferta não acompanhou. Difícil? Não. Até eu consigo elaborar um titulo melhor.

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  2. Marcos Antonio Travain

    Se o emprego está tão baixo, porque temos 20 milhões de famílias recebendo o bolsa-miséria????

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    1. Marcos Antonio Travain

      *desemprego, digo.

  3. marcos fernando dauner

    na bela e santa catarina estão trocando os loiros catarinenses que cobram quatro mil reais/Mês por venezuelanos que trabalham por um mil e oitocentos reais / mês Esse é o milagre barriga verde .

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  4. Rodrigo Izquierda

    O colunista exagera: a inflação não está alta, a economia não está aquecida demais. Mas o gasto principal da política fiscal vem da monetária, sem dúvida. A Selic estratoférica faz o governo gastar com juros quase metade do orçamento público. Se a Selic cai 1% o governo economiza uns 50 bi por ano.

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  5. Evandro Loes

    O diagnóstico está correto, mas a explicação dos motivos ainda poderia vir com mais detalhes. O envelhecimento da população (aposentadorias), políticas assistencialistas (que tiram as pessoas do trabalho formal) e a injeção de dinheiro público nestas políticas, faz a demanda de consumo aumentar e, consequentemente, exigir produção/emprego. Um governo responsável faria uma administração cirúrgica da situação, estimulando/cortando os benefícios para que as pessoas entrasse no mercado de trabalho.

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    1. Evandro Loes

      Reduziria juros e estimularia mais investimentos, empregos, melhores salários, mais arrecadação, menos dívida, mais recursos públicos para atender as demandas por bem estar social. Mas, para isso, é preciso um governo competente. Estamos com raras opções em ambos os espectros políticos. O discurso de ódio desvia os reais problemas do país.

  6. Daisy Santos

    Quando é que alguém vai escrever em português brasileiro sobre a questão da taxa de desemprego e a oferta de emprego no Brasil. Esse ao menos não falou em 'pleno emprego'. Uma mentira reoetida muitas vezes....

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  7. Aderval Rossetto

    Nunca! Problema que tem aumentado o mercado informal em utilizações e mão de obra sem direitos trabalhistas, previdenciários e de saúde! Ou seja, o futuro será sombrio para o setor público garantir o mínimo de decência social em civilidade para esses coitados atuais trabalhadores.

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  8. vitor da Silva

    O colunista exagera: a inflação não está alta, a economia não está aquecida demais. Mas o gasto principal da política fiscal vem da monetária, sem dúvida. A Selic estratoférica faz o governo gastar com juros quase metade do orçamento público. Se a Selic cai 1% o governo economiza uns 50 bi por ano.

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    1. Hernandez Piras

      Vítor, você acredita mesmo que uma diretoria do Banco Central que é composta majoritariamente por diretores nomeados por esse governo elevou a taxa básica de juros para impedir a reeleição do próprio Presidente que a designou? Se for o caso, o Presidente não sabe escolher os seus colaboradores e não merece mesmo a reeleição.

    2. vitor da Silva

      Pois é , não foi pra combater a inflação que o BC aumentou Selic. Foi, entre outras perversidades, pra esfriar a economia, aumentar o desemprego, encher o bolso dos rentistas e derrubar a popularidade do governo para as próximas eleições.

    3. José Cardoso

      Concordo com você. O PT sempre teve tara por juros estratosféricos. O Galípolo segue a tradição.

  9. José Cardoso

    Parabéns. Sempre me incomoda quando um economista vê desemprego baixo como um problema. Quanto ao problema fiscal, nossa história recente desde a constituinte, (em contraste com outros países como México ou Colômbia por exemplo) é um número enorme de pessoas na folha de pagamentos do Estado. Seja na forma de aposentadoria rural, BPC, ou bolsa família entre outros. Sem falar de serviços pagos pelo contribuinte como o SUS. Somos campeões de deficit público e de juros.

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  10. joão moreira

    Ainda tem gente que acredita neste modelo de pensamento fora do extremismo liberal?

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  11. Florentino Fernandes Junior

    Escassez de mao de obra é excesso de gente dependurada no bolsa familia

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    1. Marcelo Magalhães

      Prezado Flores, seu comentário é negacionista e demonstra apenas a sua postura de ultradireita, que lhe obstrui o raciocínio. Existe um trabalho, que demonstra não haver diferença entre populações que recebem e não recebem bolsa família e ocupação formal e informal. Assim, solicito que você vá comentar lá na revista Oeste, ou Jovem pan, onde estão os mentirosos e fascistas, seus pares. Aqui, as pessoas são estudiosas e bem educadas. Poupe-nos da sua ignorância e falta de educação. Obrigado amigo

    2. ROSALICE SILVA

      Me poupe, salário de 600 reais do bolso família. Só dá. com muito aperto, para não passar fome!

    3. Hernandez Piras

      Não, não é, pois a imensa maioria dos beneficiários do Bolsa Família está no mercado de trabalho. Bolsa Família não é aposentadoria.

  12. Helder Neves

    É o famoso artigo do engenheiro de obra pronta, só sabe criticar e quando sua vertente do pensamento ocupa os espaços não entregam nada além de destruição. Aff, haja autoestima.

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  13. vitor da Silva

    A inflação está tipo estável há mais de 2 anos. Não é alta, em termos do Brasil das últimas décadas. Mas pode ser considerada alta, se por exemplo, vc é rentista, ou da oposição, ou se quer ver a caveira do governo e elevar ávidamente a Selic. Na comparação com o resto do mundo, o Brasil impressiona pelos juros reais fora do normal e por enormes gastos com juros da dívida. Essa Selic anormal tem efeitos nocivos pra todos, menos pros rentistas, que lucram sempre mais, apoiados pelo BC, fôlha etc.

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  14. Marcelo Magalhães

    Um libelo da necroeconomia. No fundo, o autor quer dizer que temos que fazer crescer o bolo, para depois pensar em distruir. Como disse Maria da Conceição Tavares, o quê nunca acontece. Pergunto ao economista. Se a inflação está em queda devido ao tarifaço e a diminuição das exportações, é verdade que a inflação brasileira financia produtos baratos em outros países? Estaria nesse fenômeno a explicação para as taxas não frearem o crescimento?

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