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  1. Sebastião Aluizio Solyno Sobrinho

    As novelas da Globo no passado fizeram sucesso no mundo, pela realidade pitoresca que mostravam do Brasil. É louvável a recente iniciativa da Globo em dar prioridade aos negros no papel de protagonistas. Entretanto, é questionável exagerar na inclusão com cenas tão distantes da realidade, que levam a duvidar da qualidade artística. Um exemplo entre outros, é o da milionária arrogante fazendo acordo com uma alpinista social negra, para entregar seu filho ao casamento com uma picareta adultera.

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    1. Marcos Benassi

      Contigo e não abro, Sebastião: é um incongruência que, pra mim, ultrapassa o limite. Roteiro pode ser ruim, mas um absurdo nesse grau, pretendendo retratar realidade? Dá pé não.

  2. Nelia Rios

    É muito bom e importante ver pretos representando papéis de protagonista em novelas, propagandas, filmes, etc. Mas, é lamentável não vê-los em restaurantes, cinemas, teatros, dirigindo carros, na nossa vizinhança, nas escolas, na política… Visibilidade estão tendo, agora só falta oportunidades.

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  3. Marcos Benassi

    Ana, caríssima, eventualmente acabo pegando alguma cena, minha esposa gosta de novelar - eu fico lendo na sala, de fones de ouvido, pra nem ouvir a coisa, tenho horror aos roteiros de novela. No pouco que pesco, fico bbbeesta: a tal da Odete, arrogante e preconceituosa, aliou-se tranquilamente a uma mulher preta pra manipular seu filho? Isso ocorre com naturalidade, naquele meio surrealmente rico? Sei lá, acho que a "inclusão" da Globo é tão de fancaria que me incomoda pela superficialidade.

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  4. Esechias Araújo Lima

    Artigo muito bom. Análises perfeitas.

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  5. Esechias Araújo Lima

    Se "todo" funciona como advérbio de intensidade (muito, totalmente), no caso de Todo-Poderoso, portanto sem flexão, por que escrever: "discriminação e preconceito da toda poderosa Odete Roitman (Débora Bloch)"?

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  6. Lênin Camargo

    Tirando o protagonismo negro, o Remake não passa de um zorra total, das cenas de Odete robótica, a dicção de Taís Araújo e Bela Campos Uma trama que não soube capatar os assuntos do cotidiano como fez a original de 1988. Essa trama chega a ser vexatória por não tratar seriamente de tantos assuntos éticos na atualidade para não sucitar discussões políticas polarizadas

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