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  1. Luiz Carlos Farias

    Texto sencional , e suscitou várias reflexões que já fazem parte das minhas aulas de Sociologia no Ensino médio. Grande abraço!

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  2. José Cardoso

    É também um tema clássico do novo rico que anseia por pertencimento. Tanto o filme "O Leopardo" do Visconti, como o seriado "Gilded Age" tratam do assunto.

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  3. JOAO DIAS SOBRINHO FILHO

    Nos mestrados das universidades públicas, os profs selecionam quem vai cursar com bolsa ou não, dificultam para uns e facilitam para outros....

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  4. ADONAY ANTHONY EVANS

    Artigo interessante. Pena não haver comentado como é isso em Columbia e Stanford, comparando com Brasil. Problema similar encontraram as mulheres no passado, e ainda encontram. Mesmo que elites concedam ascenção, está terá pouco valor. Ascenção será conquistada com aplomb, que deveria ser currículo escolar, assim como o teatro.

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  5. Renato Simões

    Perfeito.

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  6. JOSE TAVARES DE ALMEIDA

    O articulista falou do que sabe com profundidade. Acho que esqueceu de dizer da importância do sobrenome nessa matéria. Os Silva, os nascimentos, os conceição e outros, são todos como derivados de antecedentes sem origem nobre, o que entrava a ascensão no seio do pertencimento

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  7. lisandro nogueira

    Na verdade o artigo ficou confuso. E o colunista sempre escreve claramente.

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  8. sergio marcone da silva santos

    O pertencimento é uma chave de leitura interessante para muitos fenômenos. Ele pode explicar (ao menos em parte) a polarização política, a ascensão de igrejas em pele de Cristo e até a divulgação de fake news por determinados grupos, como o das tiazinhas do zap

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  9. Jaime Souza

    Faz muitos anos que estudo os não-lugares, e o espaço de mobilidade social é, definitivamente, um não-lugar. A birracialidade, tema da minha pesquisa em comunicação no passado, é um não-lugar, no mundo inteiro - não só no Brasil. A sexualidade é um não-lugar para a grande maioria da população, pois Kinsey já demonstrou que quase o todo da humanidade tem desejos por mais de um gênero. Estas arenas internas se tornam espaços perigosos de conflito, levando oprimidos a se tornarem opressores.

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    1. Dilmar Oliveira

      Realmente, é terrível como até a mídia e parte considerável da intelectualidade, não foge muito do modelo padrão que impera nos algoritmos, chegados numa polêmica e na treta por definição, e investem em um binarismo que não tem nada a ver com a complexidade da realidade e da natureza humana. Vivemos sendo forçados a nos enquadrarmos em rótulos e caixinhas pré-definidos que não dão conta de nossa diversidade, que deveria ser mais valorizada

    2. Jaime Souza

      Não quero fugir do tema da coluna mas, após tanto tempo estudando estes temas - todos correlatos -, é cristalino para mim o perigo do binarismo, sobretudo em um mundo globalizado. A religião, por exemplo, é uma ferramenta de biopoder que destrói a subjetividade e o indivíduo. Os nacionalismos e clubismos também são. Observando crimes ideologicamente motivados, sempre está presente ali a dor de alguém que não se encaixa direito, destruindo o diferente por não tolerar vê-lo feliz ou valorizado.