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CELSO ACACIOO GALAXE DE ALMEIDA
O imbróglio da tentativa de racializar relações sociais no Brasil decorre de terem copiado o padrão estabelecido nos EUA, lá foi criado por racistas brancos e é baseado em critério objetivo, a gota de sangue, aqui, é subjetivo e de matriz pós moderna, com fins meramente políticos, por isso a população miscigenada tem sido usada e descartada, no corporativismo a tendência é fragmentar para justificar privilégios, os tribunais raciais são cópia do que era feito na Alemanha no pré segunda guerra.
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CRISTIANE PAIVA DA SILVA
Os argumentos de seu texto são muito frágeis. Utilizar o critério bancas de heteroidentificação para falar de um lugar de deslocamento não explica absolutamente nada, ainda mais dizer que pardos são discriminados pelo movimento negro! Esse debate não colabora em nada, se existem bancas é pq existem quem queira fraudá-las. Conheço vários afroconvenientes, que para se beneficiarem de políticas públicas se dizem pardos, mas em situações que se inserem nas camadas médias e brancas se embranquecem!
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Mauro Sérgio Da Silva Sérgio
Então os mais de 70% estavam fraudando? Cúmulo da presunção. Mostre pra gente os outros "argumentos frágeis" com as devidas refutações da sua parte...
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Marco Antonio da Cruz
Se tudo tem cor, então por que problematizar a cor da pele humana? Porque o problema não é a cor da pele, o problema é a falta de compreensão sobre a diversidade biológica.
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Thiago dos Santos Molina
"Quando pessoas desses grupos se cruzam, seus descendentes herdam traços que podem se inclinar mais para um lado ou compor uma síntese visível é justamente nessa interseção concreta e ambígua que se configura a experiência da parditude. Ser mestiço não é abstração: é corpo, é cotidiano, é contradição vivida." Seus críticos estão certos. Vc legítima uma ideia de raça pura para defender um conceito sem lastro. Pegue os dados das bancas e faça um doutorado sério sobre isso. Tá faltando sustância.
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Thiago dos Santos Molina
Tá.... Mas parditude é o que mesmo? Pq ela supostamente reproduziu seus críticos, mas não definiu o que ela quer chamar de parditude... É possível contribuir com o complexo debate sobre relações étnico-raciais no Brasil sem website colorido e ideias que, por enquanto, são sim instrumentalizadas por quem é contrário às ações afirmativas. É só ler os comentários.
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Domingos Sávio Oliveira
Somos um Brasil mestiço! Querer negar isso é puro reducionismo. Viva Darcy Ribeiro e o povo brasileiro
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Sergio Saraiva
Repito aqui o comentário que fiz ao artigo anterior sobre o tema: é interessante que uma menina mulata que não se envergonha de seu pai branco provoque tanto recebimento na intelectualidade negra; interessante e sintomático.
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nelson aranha
muita gente defende os negros, muita gente defende os pardos, muita defende degemde os inidgenas, miota defende defende ps judeus, mas mogiem defende os brancos. os nramcos so sofrem araques de todos os lados e ja pederam todos os direitos. perderam ate o direito de falar e de se defender. e im plano mundial organizadó para exterminara raça branca fisiscamente
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Julio Barroso
Ohhhh! Tadinho do homem branco! Tão reprimidos coitados! Nem podem mais chamar um negro de "crioulo sujo", ou uma mulher de 9u7a que são logo acusados de serem preconceituosos
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Renato Almeida
Amigo, sou branco e digo que seu texto é risível. Tanto nas ideias, quanto no respeito à norma culta da língua portuguesa
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Renato Santiago
Rapaz ...
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antonio brito
Correto minha jovem. Somos todos pardos. Não me lembro dessa opção na entrevista ao IBGE no censo. Aqui em casa somos todos pardos, exceto um filho negro adotivo. lacraram o Gilberto Freire. Ele falava da senzala, o atual movimento Black só se preocupa com a casa grande. Não querem destruir a casa grande, querem invadir e habitá-la.
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Mauricio Costa
Só uma correção. Gilberto Freyre era descendente de donos de engenho, escravocratas, da zona da mata pernambucana. Ele escrevia a partir do ponto de vista da Casa Grande.
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