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  1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

    Assim como Veríssimo, Toni Morrison em "O olho mais azul" aborda as sutis violências do racismo. Durante o processo de construção de subjetividade das personagens. Na vida real as microviolências, tanto em Morrison quanto em Ana Cristina, habitam o imaginário social racista estruturante na mente da sociedade.

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  2. José Cardoso

    Embora o texto do Veríssimo caricature para realçar o argumento, toca num ponto essencial. A América Latina, como a Índia é uma sociedade hierárquica, onde todos tem seu lugar, embora os lugares não sejam iguais. Já os EUA são uma sociedade igualitária, onde a igualdade está expressa em sua fundação, na declaração dos direitos. Como isso não se realiza na prática, a tensão social é muito maior, com explosões periódicas de violência racial.

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  3. Jaime Souza

    Como comentei ontem na coluna "Governo Trump tem elite gay em Washington", a discriminação, a exclusão, a invisibilização e o assassinato social de um ser humano consistem precisamente em impôr a ele um lugar que não deve ousar querer desocupar. Viram a notícia sobre snoop dogg (em lowercase mesmo) semana passada? Pois é. Como o Chorão disse, em seu último show com o Charlie Brown Jr para o programa Ensaio, da TV Cultura, existem muitas maneiras de se matar uma pessoa: a indiferença é uma delas.

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