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  1. neli faria

    Só li hoje essa preciosidade. Tudo isso,narrado, é a falta de respeito ao próximo que impera no Brasil. Certa época, no Busão da Vila Gumercindo,a ler um livro e alguém falando da bíblia.O Falador, disse: ei você lendo , presta atenção na Palavra do Senhor. Acho que estava na tpm e disse:estou aqui para ler o meu livro e não para escutar,mmm. Outra vez, um falador,no Metrô: desci na estação Liberdade e antes de fechar a porta, falei:Viva o Satanás.E estava indo à Igreja!

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  2. Ricardo Batista

    Muito bom!

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  3. Eliana Atihe

    Como diz o Kiko; Gentalha, gentalha, gentalha. Como diz minha mãe, vai aí uma dose de compostura?

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  4. Lena Kasler

    Mariliz, vc sempre fantástica! Um dos motivos pelos quais assino o jornal é vc e teus textos e assuntos interessantíssimos!! Obrigada!!

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  5. Roberto Gomes Pereira

    Quem foi mesmo o filósofo que disse que o ser humano não tem cognição para a tecnologia? (Um dia vou te contar sobre a Marinalva de Cangaíba, cuja estória conheci no metrô.)

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    1. Eliana Atihe

      Conta!

  6. José Cardoso

    Já tinha visto esse tipo de reunião remota em ônibus interestadual. Em avião ainda não tive o desprazer.

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  7. ANA PAULA ZANELATO PEREIRA

    Texto perfeito. É insuportável essa falta de educação. Talvez comece a mudar quando houver propagandas mostrando como esse tipo de atitude é ridícula, brega, e comecem a lançar a moda do silêncio.

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  8. Estela Mellado

    100% concordando

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  9. Alessandra Bolzani Meira

    Assino embaixo de cada frase sua, Mariliz. Espaços coletivos estão ficando cada dia mais insuportáveis.

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  10. FLAVIO CALICHMAN

    Mariliz, belo texto, muito oportuno. A transformação dos espaços coletivos em casa da mãe Joana precisa ser urgentemente discutida e abordada, seja por meio de campanhas de conscientização, de regulamentação, quando cabível, ou mesmo de constrangimento, pra envergonhar mesmo. Ninguém tem mais sossego, estamos expostos à unha encravada do filho da vizinha e ao alinhamento do time de marketing com o de vendas o tempo todo. É um verdadeiro inferno.

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    1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      O Zuckerberg e o teatro dos horrores tá aqui mesmo no aparelhinho desse nosso diálogo. Coisa do diabo é pouco diante do que está por vir. Aliás, Flávio, tudo aparelhado pelo Estado. Ô visão do inferno.

  11. Fabiana Menezes

    Compartilho, totalmente, da sua indignação. As pessoas perdem o bom senso e querem impor seu mundinho particular ao universo da vida das outras pessoas. Onde está a fiscalização sobre esses carros de som infernais que circulam nas ruas. Tenho usado fone direto. Quem sabe algum gênio agora decida criar um espaço do silêncio? Uma coisa dessa num restaurante é o fim da picada. Ninguém é obrigado a participar do feed de outrem. Tá um sah co isso.

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  12. Joao Pinheiro

    As pessoas estão ficando cada vez mais mal educadas, quando, pela lógica, deveria estar ocorrendo o contrário.

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  13. Cyro Masci

    Há uma flagrante crise de empatia e contrato social. Estamos esquecendo a premissa básica de convivência urbana, a de que meu direito à liberdade plena termina exatamente onde começa o direito do outro de usufruir do mesmo espaço com igual tranquilidade. Se a educação, em muitos níveis, é falha, resta ao poder público realizar treinamento civilizatório, com campanhas que expliquem o impacto dos comportamentos inadequados, e simultaneamente aplicar punição, multas pedagógicas, aos ogros sociais.

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  14. ALVARO LUIZ SIANO LIMA

    A colunista tem toda razão. Em alguns países (Alemanha, por exemplo)existem leis rigorosas que preservam a privacidade. Para melhor entendimento, sugiro A Cultura do Narcisismo, Christopher Lasch, Ed. Fósforo

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  15. Maristela Sant'Ana

    Diante da falta de bom senso e educação, acho que deveria ser obrigatório o uso de fones sempre que o usuário de celular for ouvir qualquer coisa. Há também aquele que para ao lado de uma mulher e começa a dar ordens em voz alta e fechar “grandes negócios” na tentativa de chamar a atenção. Isso sem falar nas que sonham ser influencers e resolvem fazer lives enquanto estão de quatro malhando a bunda; os que estão em torno viram figurantes involuntários. Aff!

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  16. Marcelo Negros

    Uma das vantagens de ficar velho é pegar aversão total a lugares públicos. Nem minha filha me convence mais a sair para bares e restaurantes que, além da invasão desse Niilismo Vulgar, têm comida e serviço cada vez piores, por causa do "Imposto iFood" que pagam. Quando metade da receita vai para os Tecnofeudalistas, tudo fica ruim.

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    1. SILVIA KLEIN

      Pensei que só eu fosse assim ;) e ainda passo por velha rabugenta!

  17. Herculano Oliveira Neto

    Tem os casos mais graves, onde o sujeito está vendo vídeos em alto som no celular e fica estacionado na escada do ônibus ou na porta do vagão e pra completar, sempre desce no ponto final.

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  18. Raymundo de Lima Lima

    Polidez é uma pequena virtude, mas ela é importante e necessária. Ela abre as outras grandes virtudes: a justiça, por exemplo. Extraido do ensaio d filósofo francês André Comte-Sponville, autor d Pequeno Tratado das Grandes Virdudes. O autor alertava em 1995 q caminhamos para a barbárie. Hoje, a ignorância, estupidez, impolidez, grosseria, xingar (até filho d ex-presidente xinga pai d VTNC). Tive vergonha d ser brasileiro em algumas cidades da Europa,com brasileiros falando alto,etc

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    1. SILVIA KLEIN

      Polidez. Palavra antiga, mas certeira. Em desuso, palavra e ato.

  19. Tadeu Lery

    Parabéns pelo texto. Eu sinto a mesma coisa quando sou obrigado a ouvir sequências sonoras que eles acham que é música, mas não é. E não aguento mais receber dezenas de mensagens de Bom Dia, que na realidade atrapalham o meu dia. Pior ainda é receber mensagens religiosas de pessoas que não percebem que eu não tenho nem uma ponta de interesse em religião nenhuma! E no trânsito? Estou cada vez mais convencido que muita gente sabe tocar o carro, mas saber dirigir é privilégio de poucos!

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    1. Marcelo Negros

      Isso tudo se chama Niilismo Vulgar. A parte do Niilismo Nietzsche explica. O Vulgar é cortesia das redes sociais e cultura produzida por algoritmos.

    2. Paulo Kling

      BOM DIA!

  20. Eliane Lucero

    Mariliz, você conhece Goiás? Você ficará encantada por um lado e chocada por outro. Ouve-se música sertaneja "ao vivo" com volume na estratosfera não importa o lugar. Os carros ganham caixas de som mega potentes. E saem pelas ruas rompendo o tímpano das pessoas. E tem "material" infinito! Nossa sociedade é primitiva, por isso que o "eu" vem antes do "nós". Em em países civilizados as ruas são limpas porque são de todos. Para mim, o pior é a praia: quero ouvir o mar, gaivotas, crianças....

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  21. Nelson Oliveira

    Os direitos não são ilimitados. Cidadãos são cada vez mais obrigados a abdicar do próprio direito a uma existência digna e se exilarem em casa para que um bando de desordeiros e delinquentes disfarçados de pessoas modernas possa fazer o que quiser? Temo de começar a nos rebelar contra esse quadro e lutar, mesmo que não seja na base do confronto direto e individual!

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    1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      E a destruição do meio ambiente? Quem vai defender a fauna e a flora diante da catástrofe do desmatamento? E a comunidade lgbt que é expulsa de lugares públicos pela polícia na base do gás? Depois do confronto acusam a população que se defende de "exercício arbitrário das próprias razões". A ordem e progresso tá acabando com o planeta , Nelson.

  22. Galdino Formiga

    Sempre existiu a falta de educação. Apenas aumentou.

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  23. joão moreira

    Fica em casa então!

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    1. Fábio Nogueira

      João Moreira, você é um grande babaquara !

    2. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      Isso vai segregando a população que já é refém da impunidade. Aham, sei. Assim, o Zuckerberg e seus fantoches pintam e bordam , pra não dizer alienação.

    3. Jose Roberto de Souza

      Agir com educação para pessoas como você é impensável, né?

    4. Nelson Oliveira

      Como assim? Os direitos não são ilimitados. Vc está sugerindo a uma cidadã que restrinja o próprio direito a uma existência digna e se exile em casa para que um bando de desordeiros e delinquentes disfarçados de pessoas modernas possa fazer o que quiser? Usr a inteligência que Deus lhe deu para algo razoável!

  24. Aderval Rossetto

    Mundo em mudanças, nos acostumemos! Como fizemos ao ir no bar de jovens, pizzaria, rodízio, e ver o público falando alto. Hoje pobres tentam sucesso nas redes, fora empresas obrigarem carga de trabalho.

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    1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      Só faltou acrescentar as mulheres e os escravos, este comentário define a origem do público e privado, Aderval. Por alto, muito estranho.

  25. CARLOS TARDIVO

    As calçadas antes reservadas para pedestres agora pertencem a bicicletas, motos e patinetes, se você reclama pode morrer, as pessoas perderam a noção do coletivo, do respeito ao próximo, predomina o individual, o egoísmo, a falta de educação.Qualquer um é influencer ou "empresario", ostenta e passa para a galera a ideia do ter em vez do ser, o Brasil está podre, tenho pena do futuro de meus netos!

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  26. Pedro Rafael Oliveira

    Verdade. Em determinados contextos, se você pede que a pessoa se restrinja a sua privacidade, corre o risco de sofrer violências. Com isso, acaba sendo coibido. A confusão entre o público e o privado, o real e o virtual, também se faz entre mim e o outro, essencialmente.

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  27. RODRIGO NAFTAL

    O uso excessivo das redes sociais impedem às pessoas de distinguir o que é público e privado, realidade e ficção.

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  28. Marcos BARREIRA

    Putz nem fale só tem sem noção pra tudo que é lado.

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    1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      Na academia então, putz. Podres poderes.

  29. CARLOS ALEXANDRE PERGER

    Sério gente que a cidade tá assim? kafagestagens ! Depois quem decide viver no mato são loucos, anti sociais, bicho-do-mato... A coisa tá séria com essa tal polarização, até um celular é político hj. Tão certos. A socialização 'moderna' na vida no campo acontece por aqui e livros pra manter a lucidez. Nada é perfeito, claro, o campo é nazista, mas a parada da resistência é nossa galera. Valeu a atualização Mariliz!

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  30. Maria Lopes

    Maríliz, assino em baixo .

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  31. Henrique Marinho

    É por essas e outras que o Luxo hoje é definido por 3 elementos chave, cada vez mais raros: 1) Tempo 2) Espaço e 3) Silêncio.

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  32. Francisco Santos

    triste realidade!

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  33. PAULO CURY

    Incrível, outro dia li um texto do prata que falava de im sujeito atendendo whastapp no meio de uma peça, e a tela iluminava a plateia de 3 em 3 minutos, ele não falou nada e voltou revoltado para casa, no mesmo dia a noite fui a um teatro e um sujeito usava um relógio que parecia um holofote, não tive duvidas, não iria voltar para casa revoltado, fui no sujeito e pedi para ele desligar o holofote.

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  34. Jaime Souza

    Também existe o fator "built-in". Quando telefones traziam fones de ouvido genéricos na caixa, a população utilizava. Hoje, telefones vem sem fones e sem o plugue P2. Usar redes sociais até um chimpanzé sabe: basta deslizar o dedo. Conectar o bluetooth, nem todos. O spotify pode ser usado gratuitamente com anúncios. O carro custou 100k, mas o spotify não foi assinado. Os jovens sabem usar Instagram e IAs, mas não o Office. Perdem oportunidades de estágio assim. Nota? A introdução conta 100%.

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  35. Gaya Becker

    Aquela máxima da vida em sociedade q diz q o meu direito termina onde começa o do outro acabou. Nos últimos anos no Brasil apareceram figuras q determinaram, com sua absoluta falta de limites, a convivência social sem respeito. Acabou a educação social e os protocolos de convívio, principalmente em público. Para evitar atri tos a única saída tem sido o isolamento social. Do contrário, estaremos expostos à liberdade de agres são que é o novo "normal".

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  36. Wilton Cerantola

    E o pior de tudo, ninguém reclama com medo de ser do outro lado um bolsonarista e agredi-lo

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    1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      se é público, é político por excelência caro Galdino Formiga.

    2. SILVIA KLEIN

      Perfeito!

    3. SILVIA KLEIN

      Perfeito.

    4. Galdino Formiga

      O artigo não é político. É sobre comportamento em público.

  37. Paulo Franco

    Nunca me identifiquei tanto com um texto quanto com esse. Obrigado Mariliz. Achei que eu estivesse sozinho nesse mundo.

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    1. HEIDI C M F DE OLIVEIRA

      Pensei exatamente a mesma coisa!

  38. Rubens Ventura

    Perfeito

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  39. Bruno Bernardes

    Mariliz, te amo!

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    1. FLAVIO CALICHMAN

      Somos dois, ela é incrível, uma força da natureza!