Deirdre Nansen McCloskey > Um conto histórico de esquerda Voltar
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2% para algumas dezenas de habitantes, 98% para os bilhões restantes. Que marrrravilha!!!
isso serve para matéria de história pq nem se compara com a atualidade, matéria desnecessária
Mais uma ladainha laudatória ao sistema econômico vigente. Mais do mesmo: realmente cria inovação e riqueza, mas e com relação à secular concentração de renda e miséria que larga às suas franjas? Seria apenas um "pequeno" efeito colateral, um fato natural, mormente porque não atinge os que normalmente o defendem?
Para alegar que uma informação tida como verdadeira por vários livros e autores, é na verdade inventada, é necessário apresentar algum tipo de fato, de contraprova, de documento histórico, enfim, não é só dizer que se trata de uma mentira. Li e reli o texto e não achei essa negação do fato. Como assinante da FSP gostaria que o jornal pedisse mais informações à autora.
"O Nobel de Economia William Nordhaus ESTIMA" (ênfase minha) ou seja, não há conclusão cientÃfica, apenas hipótese, mas a colunista usa isto como prova definitiva e incontestável para justificar sua tese. Economistas sendo economistas.
PaÃses socialistas quando conseguem afogar todos os trabalhadores em sua mentira igualitária de araque , escravizam e vão morar em paraÃsos e seus escra vos se acabando em miséria e ainda os defendendo e trabalhando para o crime que os mata a qualquer sinal de insatisfação , ou seja muito bom ser culto e botar no outro culto
Com toda a venia acompanho seu voto, Roberto.
Esta senhora não se atualizou do fracasso do neoliberalismo, ao invés de escrever, poderia ler Piketty e tentar se atualizar sua bandeira, pelo bem de seu paÃs de Trump. Por sinal, a velhaca Folha também tinha que se atualizar, a China além de ser nosso maior parceiro, já tem pib 40por cento maior que eua em paridade, forma correta de se medir segundo economistas, Folha deveria reduzir estes 20 colonistas americanos e colocar uns da China, passou da hora.
A acumulação desses bilhões por pessoas como Elon Musk e etc. não gera inovação significativa. Todos os paÃses que avançaram tecnologicamente empenharam o dinheiro dos impostos, do trabalho do povo. Quem financia os projetos tecnólogico dos conglomerados empresariais americanos é o governo, na China nem precisa comentar.
O lindo dos contos do liberalismo extremo é que contam somente a parte que lhe convém. O acumulo de riqueza sem controle, se transforma em poder sem controle. É claro que houve inovação. Mas conte um paÃs em que o enriquecimento privado melhorou a vida das pessoas comuns sem politicas públicas? Melhor dizendo: o bem-estar europeu por exemplo, teria avançado por ato e benevolência unicamente dos ricos? Sem politicas publicas obrigatórias?
ignorar a efervescência da modernidade desde a Inglaterra e reduzi la ao uma espécie de gênese redentora do capitalismo, e fazer isso propositadamente, é produzir uma história de vistas bem curtas. Parece ideia do Chicago Boy (mesma escola da colunista) Paulo Guedes. No texto ela ignora, mas certamente conhece, o livro HILL, Christopher. “O mundo de ponta-cabeça: idéias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640”. Rápida olhada nele e se percebe o mundo complexo e de ponta cabeça.
Então, de acordo com a Sra. McCloskey, o império britânico nunca existiu. A escravidão também nunca existiu e a China nunca foi invadida pelos ingleses. A História é suavemente conduzida por um deus homem, branco e hetero que, claro, só fala inglês. Obrigado. Nada como ser iluminado pelo realismo da direita.
A Sra. McCloskey fez uma análise muito ruim da escravidão em um artigo na FSP. Ela não separou os papéis do "capitão do mato", do contrabandista/negociador e do estado. Os economistas (eu sou economista) acreditam que a Economia é a fÃsica das ciências sociais e, portanto, possuem legitimidade para reeditar a história a partir de seus pontos de vista, superiores à s demais ciências sociais. Não é bem assim.
Foge totalmente ao texto.
Artigo super interessante; Não conhecia o tema. Pena que as traduções vêm sendo muito mal feitas; será que foi a IA? Mas o texto permanece interessante apesar da fraca tradução.
Retirada mais uma máscara da narrativa ilusionista da esquerda mundial e brasileira. Dessa narrativa desmascarada, só tem uma verdade : as cúpulas de esquerda adoram o poder e fazem de tudo para manter , com seus discursos de alienação enquanto passam a boiada .
Rico e classe média é tudo igual em todo lugar. O que distingue as nações são seu povo.
TÃpica visão de classe média que se vê na base da pirâmide e só olha para cima. Sim, os ganhos dos bilionários respingam formidavelmente sobre "nós consumidores". Mas se olharmos para baixo, não são tantos assim com acesso a iphones. Descendo o poço, uma multidão maior não tem acesso a aço barato. Se formos mais a fundo, a verdadeira base da pirâmide luta por uma fração Ãnfima que seja de calorias. No mais, perguntem aos pescadores das costas cearense e piauiense o que significa "cercamento".
Boa dedada no'zóio, Alex.
A esquerda vive de criar mitos para anestesiar a massa contra a frustração com a realidade. Um exemplo é o Lula, mais sanguessuga que pastor evangélico.
Já fez seu pix para o valente Eduardo Bolsonaro hoje? Acredite, ele vai salvar você do malvado Lula.
Não é novidade, a esquerda é uma falsificadora contumaz da história. No contexto brasileiro, temos também historiadores comunistas como Caio Prado Júnior que distorceram a nossa história até hoje
recomendo fortemente ir estudar história às veras, para não continuar passando vergonha. Argumentos como esses são bem caracteristicos de quem não conhece a área e escreve neste (e noutros) veiculos como um profundo conhecedor. Ahh, e não esqueça do pix ao bananinha, como já dito aqui.
Ela tem um ponto de discussão histórica real e séria. Entretanto, há muita besteira também: num vÃdeo da internet com bolsonaristas, eles afirmavam que devemos agradecer aos bilionários por termos emprego. Eu pensei: o que essas pessoas têm no cérebro? O que gera emprego é a necessidade humana por demandas econômicas de todo o tipo e uma sociedade é mais próspera quando a organização econômica está bem distribuÃda, com competição e democracia, não quando um bilionário manda em tudo.
Podemos ter eficiência e avanços econômicos sem super-ricos. Eles são o que restou da mentalidade fatalista do tempo dos reis. Uma superstição tosca e predatória.
DifÃcil. De onde sairão os bilhões necessários para o pesado investimento nas inovações necessárias no mundo de hoje? Citando somente a indústria farmacêutica: o desenvolvimento de um novo medicamento pode chegar à cifra de dez bilhões de US dólares. O mundo também está cheio de super ricos que financiam um sem número de entidades em prol do bem estar social. A lista é imensa.
O que falta é explicar porque o moderno capitalismo ocorreu primeiro na Inglaterra. Uma história que eu gosto é a da Derby Silk Mill. No século 17, dois irmãos ingleses aprenderam no Piemonte a maquinaria de como produzir fios de seda a partir do casulo. Levaram o conhecimento (e alguns técnicos locais) para Derby, onde montaram uma fábrica em maior escala, movida à roda d'água de um rio. Ou seja, os italianos já sabiam a técnica da tecelagem. Mas a coisa não decolou por lá.
Eu morei em Bolonha a cem metros de onde em 1 2 7 2 (!) se introduziu a máquina de fiar seda movida a água do canal que vinha da Porta Castiglione. O edifÃcio ainda está lá. No século XV Bolonha exportava seda até para a China...
Excelente análise. De tão óbvio quanto simples, será alvo de todo tipo de pedrada neste jornal.
Claro. Simplesmente os capitalistas ingleses trouxeram as multidões para as davelode Londres para ajudá-las, o que evidencia o -digamos- aspecto solidário do capitalismo. E aproveitaram para construir uma rede de transportes na Ãfrica e Ãndia. -não para obter matéria prima de graça, evidentemente - mas sim para ajudar aquela pobre gente.
Fera gananciosa e não festa
Não, Max, os capitalistas fizeram isso para ganhar dinheiro e, como efeito colateral, geraram inovações, aumento de produtividade, aumento de arrecadação, mais e melhores empregos. Essa eh a beleza do capitalismo: você solta a festa gananciosa e ela gera impostos, salários e melhoria das condições de vida da população em geral enquanto busca egoisticamente o seu enriquecimento pessoal.
Favelas de Londres
Uai, então tá, Tia Auntie. Não sei porque me parece um certo editorial da folha que louvava o "sucesso" do governo vizinho, do Milei. Fu fe sso.
“ O Nobel de Economia William Nordhaus estima que só 2% do ganho com inovação nos EUA desde a Segunda Guerra ficaram nas mãos de inovadores como Saverin ou Musk —98% vieram para nós.” Sim, a nós vieram inovações fantásticas dos anos 70 para cá em alta tecnologia até a Inteligência Artificial, porém para tal pagamos alto preço individualmente num investimento em tecnologia que compensa. Graça a isso hoje leio hoje a Folha por 10% do valor que o fazia no século passado e com outros benefÃcios.
É mesmo tia! Então como os Nazilibertários Tecnofeudalistas de Silicon Valley conseguiram colocar seis Fantoches Cheetos Nazista e Vance Smoky Eyes na liderança da Potência Inimiga com povo Neonazista e Excepcionalista para fazer seu serviço sujo? O Brasil oprimido pelo Império do Mal está só vendo essa gente nos sugando e querendo mais.
A crÃtica histórica é sempre bem vinda e necessária. A História se pretende ser ciência, legitimamente. Para um conentário ser crÃtico deve ser fundamentado. CrÃtico no sentido gramsciano da palavra, qual seja, de demonstrar a superação de determinadas verdades. Quias pesquisas fundamentam essa pretensa crÃtica? Eu não li nada a esse respeito.
Se o senhor for no sÃtio eletrônico oficial da autora você encontrará toda uma sessão de artigos voltados ao tema ('Open Fields and Enclosure in England'). Há artigos desde a década de setenta. Pelo jeito, a autora pretende reunir seus achados no citado livro a ser lançado.
Como economista ela é uma péssima historiadora.
Professora, com todo respeito mesmo, pois também sou professor, a senhora coloca Edward Palmer Thompson no mesmo paradigma liberal quer seja europeu ou norte americano? Seu texto parece ignorar a luta de classes, que sempre estiveram e estão no fazer-se, E. P. Thompson pode ser usado no sentido comprometido que caracterizou o célebre historiador inglês. Do modo apresentado novamente parece que as coisas aconteceram e acontecem num toque de mágica, com uma vara de condão.
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