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  1. márcia corrêa

    É estarrecedor! 11 anos apenas, uma criança! Violência extrema de outras crianças, descuido da escola, negligência médica, falta de recursos na cidade, pais dos agressores omissos ou coniventes. É preciso ter cuidado com gente que acha que a solução é enjaular as crianças. É urgente sim, que os responsáveis (famílias e instituições)sejam punidos e essa sociedade seja tratada, educada e amparada neste trauma. Para que outras crianças não repitam essa tragédia nem como vítimas nem como algozes.

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  2. Dora de Oliveira e Silva

    Parabéns Giovana. Seu artigo reflete a realidade da violência contra meninas e mulheres no Brasil. A taxa de feminicídios comprova esse triste quadro. Negar essa realidade não ajuda. É indispensável enfrentá-la, com políticas públicas para a educação em sociedade, de meninos e homens, meninas e mulheres, para alcançar uma realidade igualitária e respeitosa.

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  3. Alexandre Pereira

    A estupidez institucional leva a esse tipo de comportamento, traduzido na chamada dessa coluna. Vocês também são responsáveis.

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  4. ELAINE VIANA VAZ MARTINS

    Para além deste triste falecimento há muito o que se falar do SISTEMA DE SAÚDE, que a atendeu, ou melhor, não atendeu pois mesmo SANGR*NDO a menina foi liberada 02 vezes em hospitais diferentes. Só na terceira vez, quando já vomitava sangue deram a devida atenção mas aí já era tarde demais. Esta é parte do retrato deste Brasil :-(

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  5. geraldo lustosa

    Sou da cidade onde os fatos/tragédia se deram. A matéria está absolutaente desatualizada e deixa nossa sociedade ainda mais tensa e em perigo ao retratar de forma equivocada os acontecimentos, desconsiderando, em absoluto, aquilo que foi verificado em oitiva policial. Peço que evitem maiores danos à sociedade Belemita e retirem essa matéria, fazendo a devida correção.

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    1. Flavia Sá

      Então,por favor, esclareça os fatos!

  6. Edson Tanhoffer

    Sou médico e pai, existe nesse caso uma culpa compartilhada entre a violência abjeta e o descaso criminoso do sistema de saúde

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  7. Eduardo Boghossian

    E a lei protege os asasinos.

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  8. Flavia Sá

    Este feminicídio envolve também a estrutura escolar e a da saúde local, além dos agressores e suas famílias. Tudo ali tem que ser questionado e revisto.

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  9. filipe moura lima

    Tristeza.

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  10. Antonio José da Costa Lima Costa Lima

    Sabe o que vai acontecer com os envolvidos nesse ato monstruoso? Nada, absolutamente nada, pois é só mais um "ato infracional" que vai entrar para estatísticas da impunidade e engrossar o indigesto caldo da violência. Já passou da hora de ser fazer uma revisão no ECA.

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    1. Alexandre Pereira

      Exato, Flávia! Nada!

    2. Flavia Sá

      Um agressor já foi identificado como menor e está preso na Fundação Casa.

    3. Absalão Bezerra Neto

      O meu comentário é para Folha publicar: o Brasil é um país excelente sem corrupção sem pilastras no poder e judiciário.

    4. Absalão Bezerra Neto

      Concordo já passou da hora, lamentável que o Brasil tem um sistema que é formado pela política ( parlamentares, ministros e governos ), judiciário e até parte da igreja que apoiam os DI-MENOR, eles votam e definem o destino do país mais são inocentes perante os crimes que praticam....VIVA O BRASIL....

  11. Adalto Fonseca Júnior

    "A explicação existe, mas, enquanto pais, mães, escolas, governo e sociedade não assumirem seu papel no combate sistemático à misoginia, seguiremos chorando sobre túmulos e números." Este é o ponto central prezada Giovana. A construção deste combate sistemático simplesmente não existe como cultura na sociedade civil. Não existe como reflexão nos currículos escolares. Não existe como reflexão no ambiente familiar. Existe uma cultura machista estruturada e estruturante enraizada na sociedade.

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  12. José Leandro Ciofi

    A história precisa continuar: o que vai acontecer com os pais dos meninos que a violentaram? Enquanto não houver penalização dos menores e dos pais, a história em breve vai esmaecer junto de toda essa indignação. Triste.

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  13. neli faria

    Penso que os Pais de menor infrator devem ser responsabilizados. Culpa também dos políticos: não educam a população.

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  14. marcio jose albino

    A cultura machista está em todo lugar, como evangélico fico horrorizado ao ver pastores falando absurdos em escolas dominicais, não sei se o mesmo ocorrem em outras religiões, tratam a mulher como seres de segundo plano. O homem tudo pode, a mulher tem que perdoar o marido frequentador de bordéo, tem que aceitar ser chifrada, tem que apanhar e ficar quieta.

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  15. Paulo Roberto Sahium

    Perplexo com essa situação. A minha pergunta é: qual foi a punição para estes assassinos? Os pais tem que ser responsabilizados sim, se estes sujeitos ainda não tem idade para responder criminalmente. Absurdo.

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    1. Fernanda Magalhães Lamego

      Homicídio, estupro e crimes de sangue tem de ter pena pra menor sim, e longa, copiar modelos de países democráticos desenvolvidos, como Reino Unido. Os pais são penalizados indiretamente. Tem de mudar a legislação em nome das vítimas.

  16. Edson Alves Oliveira

    A ideia de que é masculina a propensão a atacar violentamente um opositor, deve ser questionada. Há muitos vídeos de ocorrências em partidas de futebol feminino com reações violentas entre mulheres, em quantidade e gravidade maiores do que no masculino. Razoável supor que a longa experiência masculina conduziu a um maior controle e que o prolongamento da experiência feminina nesse esporte promoverá, nelas, o mesmo resultado. No futebol a violência é testemunhada e punida, na vida, banalizada.

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    1. marcio jose albino

      Meu Deus, você não entendeu nada.

  17. Antonio Ivair Arrais

    Muito provavelmente foi morta por "ingênuos adolescentes" e assim não acontecerá absolutamente nada contra eles. Como dirá o pessoal dos "direitos humanos," afinal trata-se apenas de "crianças" que não sabiam o que estavam fazendo! Até quando?

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    1. Flavia Sá

      Você está equivocado. Um menor já foi preso e está na Fundação Casa.

    2. Antonio Benedito Alves da Silva

      É necessário tipificar o crime e não a idade. Muitos países já fazem isso.

    3. Edson Alves Oliveira

      O ECA não atribui ingenuidade a adolescentes infratores. Ele os reconhece reproduzindo os padrões vigentes em seu entorno. Onde predomina a violência não surpreende que estejamos predispostos a agir com violência. Há muito a se esclarecer nesse triste episódio. Lembremos a existência de comunidades na internet que nos instigam à violência, há os desafios; lembremos que a violência é o tema mais frequente nas plataformas de streaming, chegando a ser extrema; da violência doméstica, etc.

  18. Murilo Belezia

    Para a articulista, assistir a uma série e ler alguns livros é tudo que alguem precisa para formar um juízo sobre um assunto. Melhor se esse alguem compartilhar a onda emocional de seu ativismo. Pinçar um caso pontual e transformá-lo em paradigma é desprezível. O jornal está infestado de colunista, articulistas, blogueiros que discorrem abundantemente sobre tudo, baseados no "Deixa que eu chuto", a ciência do 'Mero Palpite'.

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    1. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Mas o que está mesmo errado no texto dela?

  19. RAFAEL VICENTE FERREIRA

    Depois das mídias/redes sociais, smartphones e demais drogas a sociedade (toda), homens, mulheres, todas e todos precisamos de uma uma nova Civilização. A causa de tudo é a sociedade capitalista (que ficou ainda mais selvagem/cruel depois big techs - veja a manifestação ontem no Reino Unido), vítimas e algozes somos todos(as) nós, é toda a sociedade. E a sociedade?... Quem é? Você... vai abrir mão "disso daí"?

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  20. RAFAEL VICENTE FERREIRA

    Cara Giovana, o tema é muito denso, sensível, cruel e doloroso (principalmente para as famílias das meninas) para ser abordado em texto de pouco mais de 3.000 caracteres. A causa de tanta crueldade, é tema para ser tratado de forma séria/profunda, com muita responsabilidade/pesquisa de antropólogas(os), sociólogos(as), psicólogos(as), educadoras(es), e principalmente, sem preconceitos/clichês q sempre levam à conclusões/"explicações" açodadas q não contribuirão p mudanças estruturais. (Sigo...)

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  21. RAFAEL VICENTE FERREIRA

    Preparei texto para postar, mas iria gastar uns bloquinhos, q nunca seriam suficientes para tentar ajudar a explicar as razões da crueldade q parece se multiplicar de forma algorítmica depois das mídias e redes sociais. Mas em respeito às vítimas, as meninas e a dor das famílias, resolvi declinar. Afinal, alimentar este ciclo vicioso da capitalismo selvagem, onde jornalismo "navega" com sua bússola econômica e cruel, seria como vitimar mais uma vez quem já não pode navegar e nem ao menos viver.

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  22. Jaime Souza

    "Nos meninos, a raiva é vista como sinal de virilidade". Alto lá! Para os cristãos no Brasil - para os cristãos, entendeu? para os homens cristãos e outros defensores das religiões abrâmicas, inclusive defensoras mulheres, a violência é vista como virilidade. Nem todo mundo coaduna com essas crendices nojentas, ou aceita se beneficiar delas ou fingir que os problemas não acontecem. Nós que não apoiamos nada disso denunciamos, perdemos empregos, compramos a briga. Nem todos no Brasil são cristãos

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    1. Jaime Souza

      Delzimar: olha, durante muito tempo eu justifiquei fascista e botei no colinho, porque caía no conto do "eu não sabia". hoje não tenho pena de burrice, porque burrice é escolha e, portanto, mau caratismo igual. "o que o cristianismo tem a ver com isso?" ah, vá lamber um sabão!

    2. Delzimar Irineu Silva

      E o que tem a ver a religião com isso? Que bobagem. Por acaso a violência não acontece entre ateus? A coisa é bem mais profunda que isso, fui criado em uma família que dizia que realmente homem não chorava e nunca agredi mulheres, meu pai também nao. E também não vale nada criar uma geração que ao invés de resolver problema só chora, entra em crise, e tem que perguntar a algum analista como deve proceder.

  23. Paulo César de Oliveira

    Esse não foi um caso típico. Muitíssimo mais comum meninos brigarem entre si, por causa de uma menina ou para conquistar o respeito do grupo. Menos comum, mas não chega a ser raro, menina brigando com outra menina por causa de um garoto ou para tirar satisfação de alguma fofoca ou ofensa(insinuar que a outra eh "biscate").

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    1. Paulo César de Oliveira

      O chamado "feminicidio" acontece mais após términos de namoro firme ou união estável.

  24. Fernando José Sanchez de Aquino

    A humanidade deu errado mesmo!

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  25. Geraldo Ismael Bays

    E só vai piorar. Quando fiz vasectomia em 1996 foi pensando nisso. Não há como ter filhos em paz. Os homens parecem zumbis, vivos, mas sem cérebro.

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  26. jose prado

    Esqueceu de anotar que entre os agressores havia uma menina!

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    1. Pedro Guerra

      Outra vitima do machismo

  27. Renan Oliveira de Araujo

    11 anos. 11 anos não é nem idade para afetos amorosos de qualquer espécie. O que mais choca nesse crime e mal foi explorado no texto é que uma outra garota, uma colega de escola também está envolvida nesse assassinato. Enquanto a escola não voltar a tocar nesses assuntos sensíveis e se informar sobre o que acontece na formação fora dela, a tendência é piorar. Mas o que se espera da sucateada Educação Brasileira e pais que tem filhos só pelo o orgasmo?

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    1. Renan Oliveira de Araujo

      Porque Senhora Nathalia Bernades, existe uma coisa chamada empatia. Sabemos que há muitas garotas e mulheres hoje em dia que também estão sendo influenciadas por esses movimentos, que também apoiam a violência feminina, defendem retrocessos como as "trad wifes", "pick me girls"... e muitos pais não observam isso. Um pouco de senso crítico para além do texto escrito, ajuda numa interpretação completa.

    2. Nathália Alves Benavides

      Por que te chocou mais a participação no crime por outra garota, do que os números altíssimos de morte por mulheres ao negarem envolvimento a afetos masculinos?

  28. adel eddine

    O princípio é do sr Ari ( vereador paulistano) : precisamos julgar o crime, não quem o comete. Se a pena é de 20 anos e o criminoso tem 15 anos, até sua maioridade ficará em Fundação Casa , com todos os apoios e suportes que o Estado tem obrigação de proporcionar conforme o ECA. A partir da maioridade, cumprirá o restante da sentença em penitenciaria, até pagá-la toda. Ou jamais veremos justiça.

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  29. NICOLE M P F HOEDEMAKER

    O título é tão impactante quanto o sentimento de indignação que estamos sentindo…até quando mulheres é também meninas serão mortas só por terem o direito de dizer não?! Essa morte não pode simplesmente ser mais uma notícia triste “da semana passada”, precisa ser reverberada todas as semanas até que sua correta apuração e punição seja um exemplo do que NUNCA MAIS deverá acontecer com nenhuma mulher, seja da idade que for!!

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  30. Tarcisio Gomes

    Covardes, que mataram brutalmente Alicia Valentina! Fiquei chocado também, tamanha violência, usada numa jovem totalmente indefesa! Covardes!!!

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  31. ERMELINDA SANTANA MATOS

    A morte brutal da menina Alicia Valentina me encheu de tristeza e indignação. Como podemos atuar contra incivilidade contra essa onda de red pills, incells ?

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  32. Luciano Ferreira Rocco

    Nas escolas. É lá que precisa ter, todos os dias, dia sim, outro também, o fomento à cultura antipatriarcal, antimachista, antimisógina. Que sabe, daqui a duas ou três gerações, estejamos em outro patamar de igualdade entre homens e mulheres.

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    1. Luciano Ferreira Rocco

      Sim, nas famílias também, com certeza. Mas o que fazer quando a própria cultura machista, misógina e patriarcal está dentro de casa?

    2. ERMELINDA SANTANA MATOS

      Começa nossa famílias ( antes da escola ) dentro nossas casa , o fomento a cultura antipatriarcal , antimisogina . Que daqui algumas gerações nossos meninos e meninas estejam em outro patamar . Se queremos igualdade e justiça temos que buscar do nosso lado .

  33. Roberto Gomes

    Uma menina igual a mil, que não está nem aí. Tivesse a vida prá escolher, era talvez ser uma menina o que ela mais queria ser.

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  34. André Jalles Monteiro

    A escola real precisa ser resgatada. Nossos ancestrais, aqui no hemisfério sul, ocidental, já foram bem mais civilizados. O humano mais forte e inteligente que conheci foi minha avó paterna ... precisamos resgatar a fala dessas mulheres em nossas câmaras municipais. Repensar a sociedade!

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