Deirdre Nansen McCloskey > Um Estado não é uma família Voltar

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  1. Wil Leon

    Lule, o iletrado, pai dos pobres!

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  2. Acacio J K Caldeira

    Ótimo artigo.

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  3. jose camargo

    O Estado é aquela família rodriguiniana que um dia começa a apodrecer. Lá pelas tantas aparece um presidente ladrão,um secretário tarado,um ministro violador de direitos humanos,um deputado com dinheiro na cueca e por aí vai.

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  4. Hernandez Piras

    A colunista fala que o conceito de "folkhemmet", adotado em 1928, termina nos "desastres econômicos" dos anos...noventa. E foi um desastre, realmente? Não, foi uma simples crise cambial que muitas outras nações viveram, inclusive o neoliberal Reino Unido, quase na mesma época. E o que resta do "folkhemmet" sueco hoje em dia? Na essência, tudo. O sistema continua a fazer da Suécia uma das sociedades mais igualitárias do mundo e uma das economias mais dinâmicas.

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    1. Peter Janos Wechsler

      É a pura verdade e funciona muito bem. O estado cuidando do que deve e do que é sua obrigação na área social, e o estado não se metendo e estrangulando a livre iniciativa e inovação.

    2. José Cardoso

      Concordo que o sistema funciona bem na Escandinávia. Fora dali não se consegue equilibrar o orçamento. Vide França e Inglaterra atualmente.

  5. Edson Marcos Morozini Júnior

    No fundo, o que define por um Estado mais ou menos protecionista é a distribuição/concentração de renda. É fácil criticar os governos do Brasil, difícil é fazer o país se libertar dessa concentração absurda de renda. Vide a recente discussão acerca da taxação dos super ricos que enfrenta resistência, em especial de setores como a grande mídia que é controlada pelos super ricos...

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  6. José Cardoso

    Está certa. Mas o grande desafio é convencer a opinião pública. Em todo o mundo ela tem preferido sistemas tipo resorts "all inclusive". Você recebe saúde, educação e aposentadoria no pacote. É claro que paga bem caro por tudo isso com impostos, mas como eles são indiretos, ou descontos na fonte, não se percebe. Fica a ideia de que o governo está "cuidando das pessoas", como diz o Crivella.

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    1. Hernandez Piras

      É óbvio que os escandinavos não suportam esse sistema por "não perceberem". As alíquotas de imposto de renda naqueles países são tão elevadas que seria impossível "não perceber". O que gente como você não consegue compreender é que eles concordam com o sistema. Primeiro, porque os serviços que eles recebem são de alta qualidade. Segundo, porque, ao longo de sua história, eles perceberam muito bem os danos decorrentes de uma sociedade fraturada e sem coesão social.

  7. ROBERTO CEZAR BIANCHINI

    Profa. McCloskey, gostaria que escrevesse uma metáfora sobre como o liberalismo tem dado certo na Argentina de Javier Milei.

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    1. Georges Costaridis

      Não tem mais não.

  8. Henrique Marinho

    Quanto mais o Estado atua, mais difícil se torna a atuação do indivíduo (Hayek). Nada mais verdadeiro.

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    1. José Cardoso

      Já houve realmente períodos em que a participação do Estado na economia era de uns 5 a 10% do PIB. Foi quando o mundo mudou com aço, ferrovias, navios a vapor, motores elétricos e a combustão interna, telégrafo com e depois sem fio, luz elétrica, fonógrafo, cinema, rádio, fogão a gaz, geladeira, automóvel. Perto das mudanças desse período, as novidades atuais no campo da computação e telecomunicações empalidecem.

    2. LEONARDO de Castro

      Você sabe que já houve na história momentos de estados mínimos, de liberalismo puro, não é? Se sim, você também sabe qual foi o resultado, não é? Se não, procure saber.

  9. Marcelo Negros

    Esperneia aí Tia! O mundo está vendo o efeito do Libertarianismo na sua Potência Inimiga com povo Neonazista e Excepcionalista. O país mais rico do mundo, com dinheiro de Banco Imobiliário. Nosso Benchmark são as muito bem-sucedidas Social-Democracias. Libertarianismo é a única coisa mais à Extrema-Direita que o Nazifascismo!

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  10. Marcos Benassi

    Tia Auntie, prezada, a senhora é belamente erudita. Dito isso, e pisando no chão compartilhado por todos os humanos, a contradição que percebo é que os berros por "família" só vêm de uma dddiireitalha sub-pensante da dá nojo. Até mesmo, e aí arrisco entrar em sua seara, quando fazem comparações econômicas: p ex, volta e meia sujeito usa metáfora de família, tipo "a dívida! Uma familia não pode gastar mais do que ganha!" para justificar que se corte *tudo*. Coisas de um primarismo assustador.

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    1. Marcos Benassi

      Má-vontade, Hernandez, a Tia Auntie sabe das coisas. Se você me lesse sem esse azedume que atualmente tem pra comigo, perceberia claramente que *eu me impressiono com muito pouca gente*. Pra bem e pra mal.

    2. Hernandez Piras

      Onde está essa "erudição" toda? Nunca vi traço de erudição nos artigos dessa coluna. Erudita por lembrar do exemplo sueco do "folkhemmet" ou de um juízo antipolítico de Mencken? Você se deixa impressionar por muito pouco.

    3. Peter Janos Wechsler

      Acrescento timidamente: não é mais complexo? Quem trocara títulos da dívida pública americana por brasileiros?

    4. Marcos Benassi

      Paulo, muito grato pela paciência de argumentar comigo. Olha, tem muito, mas muito mesmo, país cuja dívida deixa a nossa no chinelo - não digo nem em termos absolutos, falo da dívida em relação ao PIB. É só olhar para América de Cima, e não é por conta de KHagada do trump, não, é histórico. Investir dinheiro público em políticas setoriais bem pensadas, não é "tutela" é gestão de um país. É incentivo estratégico - coisa, aliás, que os EUA da Titia cansaram de fazer e fazem até hoje.

    5. Paulo César de Oliveira

      O problema é que a "dívida" já está em uns oitenta por cento do PIB, é reajustada com juros reais acima de sete por cento e está causando um déficit nominal de cerca de um trilhão de reais por ano. Nesse ritmo, em poucos anos o gasto com pagamento de juros será tão grande que aquilo que sobra não será suficiente para pagar as despesas obrigatórias. Essa é a crise que os economistas dizem que já está contratada se nada for feito.

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