Deirdre Nansen McCloskey > Liberalismo primário cristão Voltar
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Eu me inclino na direção de suas ideias. Mas reluto em ler sua coluna porque acho truncada sua redação. Acho desnecessariamente confusa, pouco fluÃda, pouco apropriada a um jornal. Acho cansativa, ainda que curta. Me custa os tubos compreender o que v quer dizer para depois decidir se concordo, discordo. E, quase todaz vez que leio, me arrependo porque não compreendo. A de hoje, por exemplo, parece ter sido redigita sob efeito de sei lá o que. Confusa. Complicada. O sofisticado é simples.
Que texto macarrônico, gente!
Que macarronada é essa? Que monte de bobagens!!!!!!
Esse tema foi escolhido por alguma IA com viés enfezado?
Tenho setenta e um, cada vez mais tenho a impressão que estou vivendo uma realidade cyberpunk, algo que li na década de oitenta. Um dos pilares dessa realidade é a plu to cra ci a financeira e os detentores da alta tecnologia e o nÃvel de vida das populações: baixo e desigual, com miséria e isolamento social. Na década de oitenta nasceram também o Neoliberalismo e a Teologia da Libertação, ambas ideologias mortas. Minha senhora se atualize, suas estórias cansam a minha beleza.
É mais provável que esteja difÃcil de vender por ser simplesmente um livro ruim mesmo
Dignidade perante Deus ou sob o domÃnio daqueles que manipulam a religião? Toda religião é instrumentalizada pelos poderes polÃticos e econômicos. O resto é má fé.
Minha senhora, não misture assuntos religiosos com assuntos econômicos. Esqueceu-se do "a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"? Separe o sacro do profano. Religião é questão pessoal, de foro Ãntimo, de fé. O que nos toca (e deveria tocar ainda mais à senhora, que é da área) é resolver mesmo pela economia a histórica concentração de renda e péssima distribuição de riqueza que o sistema hegemônico (o capitalismo posto) causa, apesar de sua "destruição criadora".
Sofisticação nunca vendeu. E no pandemônio atual vai ser impossÃvel discutir qualquer assunto com o mÃnimo critério que seja. Mas é estranho que tanto tempo depois da benéfica separação formal entre Estado e religião, a douta intelectual venha propor misturar essas instâncias. Especialmente quando vemos os efeitos danosos que essa regressão tem causado no mundo todo. Pastores na polÃtica, teocracias e subteocracias, tudo isso é vum atraso colossal!
Há dois equÃvocos. "O Capital" foi publicado no inÃcio do século XIX. Nunca existiu segunda fase. Quanto a segunda fase do liberalismo, sim, este já está na sua quinta fase. No mais, devia se concentrar no impossÃvel que é convencer um socialista cristão ou ateu de que sua ideologia não trás prosperidade. De que "O Capital" só evolui na academia, a centenas de marxistas professores. Na prática não deu certo na URSS e é uma farsa na China. E, tambem, não dá para crer em Deus e ser ateu.
O primeiro volume do Capital foi publicado na segunda metade do século 19.
Aqui no Brasil funciona assim: os pobres evangélicos contribuem p que os pastores fiquem cada vez mais ricos e esses pastores pix, cristãos q fazem arminhas, distribuem entre os fiéis paupérrimos uma cesta básica e abençoam a carteira profissional erguida em templos luxuosos como o de Salomão q fica num bairro paulistano chamado Brás. Talvez seu livro tenha boa recepção na Lagoinha, pq eles têm gente diferenciada ali. Ah, nenhuma denominação religiosa paga imposto aqui. Dica, procure o Malafaia.
Roberto Moreira da Silva direto de Cotia se achando. Af
Mmmm... Morengueira, só deu pra entender metade, e não foi bonito. Dá uma melhorada, pô.
Aà que humores , venhas te tratar aqui em minha casa ao lado do Estoril , cheio de comunistas com piscina , champagne e férias de verão na América, sejas leve , the King the power of femander. Kkkk pastorzinho Miguel
Sra. Mccloskey, qualquer literatura que provoque reflexão já será bem vinda em um mundo onde cada leitor parece um deus. Se conseguir fazê-lo pensar, já valeu a pena.
'O liberalismo primário de 1776/1789 dizia: "Nenhum senhor exceto Deus".' Proponho o Liberalismo Fundamental: "Nenhum senhor". Como diz a frase de entrada na cidade do videogame "BioShock": "No Gods or Kings, only Man - Sem Deuses ou Reis, apenas seres humanos (pra ser inclusivo)"
Não entendi nada, mas gostei do seu artigo.
Eu o compraria, com certeza, exatamente para entender melhor onde a autora quer chegar.
Não faria mal para economistas de qualquer espectro polÃtico estudarem um pouco de teologia ou princÃpios da doutrina social da Igreja Católica que ajudam a discernir sobre temáticas conflituosas como centralizar x descentralizar; privatizar x estatizar. Ou ainda princÃpios da primazia do bem comum; trabalho sobre capital como força criativa; dignidade humana x pobres (na visão da igreja católica pobres são os que carregam o peso dos sistemas, os aflitos, oprimidos, injustiçados, despossuÃdos).
"Eu afirmo, por exemplo, que a liberdade da vontade, que algumas teologias defendem, se encaixa facilmente na liberdade nos mercados." Não acho que seja necessário uma teologia para isso. Mesmo admitindo que nosso comportamento resulta inteiramente de causas materiais, elas não podem ser conhecidas na prática. Mesmo o tempo, com muito menos variáveis, só pode ser previsto com alguma precisão até uma semana se tanto. Na prática temos livre arbÃtrio, mesmo que o neguemos em teoria.
Minha cara senhora, esse leitor não gastaria um tostão para comprar um livro seu.
Essa Sra, talvez por ser uma protestante dos Eua, paÃs que quase desconhece o catolicismo, erra e erra feio em suas digressões. A teologia da libertação era tão vinculada ao verdadeiro sentido da cristandade e do cristianismo que governos e a própria cúpula de Roma trataram de quase extingui-la. Calando homens como Leonardo Boff. Agora volta e meia ela palpita por aqui , no espaço que alegremente a Folha lhe dá.
Minha dúvida sobre suas certezas é por que a teologia da libertação não prosperou no leste europeu, especialmente na Polônia, refém do marxismo-leninismo soviético. Sugiro dar uma olha na Nicarágua, que conheci já no perÃodo sandinista e veja o que aconteceu com a esquerda católica que apoiou desde os primórdios a FSLN...Hoje, é perseguida. O Papa João Paulo II avisou o Cardenal para pular fora do governo do Ortega. Achei o artigo sensato como roteiro de análise.
Quem sofocou a Teologia da Libertação foi o papa João Paulo II. Uma pena!
Isso não é nada , 30 dólares pra ler um livro que ao menos tem duas alternativas , é aberto e tem luz, o pior são paÃs que pagam muitos milhares de dólares pra filhos estudarem em universidades que irão “ cristalizar “ suas mentes em um anti capitalismo radical e cego por fanatismo
Casa ao lado do Estoril em Cotia... Sei, dispenso pq estou em viagem de férias fora do paÃs. Mas tenho simpatia pelo sobrenome Silva.
Isso não é nada , 30 dólares pra ler um livro que ao menos tem duas alternativas , é aberto e tem luz, o pior são paÃs que pagam muitos milhares de dólares pra filhos estudarem em universidades que irão “ cristalizar “ suas mentes em um anti capitalismo radical e cego por fanatismo ignorante
A liberdade que interessa à religião não tem nada a ver com sistemas econômicos. Não se tem mais livre arbÃtrio num tempo, num lugar, numa sociedade, numa situação determinada. A liberdade que interessa à religião é uma condição humana, não uma caracterÃstica de regimes polÃticos ou econômicos.
Gostaria que a colunista abordasse novamente a Argentina, porque ela foi grande estusiasta do governo Milei e vemos hoje o colapso da Argentina com esse governo irresponsável.
A distinta senhora defendeu também o guedes! Se houve pior ministro da economia (talvez o MaÃlson, não sei...) não me lembro.
Desista. Ela mesmo escreveu que leitores do livro dela ficarão irritados. Ela com certeza fica irritada quando alguém toca neste assunto.
É por essa razão que ela continuará a fingir que Milei não existe.
Tentam adaptar cristianismo pra época atual, mas Jesus não tinha propriedade e as primeiras comunidades cristãs dividiam tudo entre eles. Ser cristão não tem nada a ver com prosperidade material e muito menos egoÃsmo gerador de injustiça social.
Agora sim a autora está escrevendo no campo dela: Religião e Ideologia .
Meu Deus do céu !!! De onde saiu essa figura? E qual a sua relevância para aparecer na primeira página da Folha? Em mais de 50 anos de contato relativamente bem informado sobre religião e politicamente nunca ouvi falar das ideias mencionadas nesse artigo. É puro senso comum da mais baixa qualidade. A Folha deveria ser mais respeitosa com seus leitores. Até porque quem compartilha o pensamento da autora não lê jornais.
Evangélicos de direita pró-capitalistas? Seguidores do Valadão, Marçal, Malafaia e Edir Macedo - gente que ficou rica comercializando uma versão superficial do cristianismo - no mais, não sou contra o capitalismo e sim contra ele no Brasil: lembremos que aqui a defesa da escravidão era liberal, diziam estar defendendo a propriedade privada. Mas nunca vi ninguém prosperar dependendo de caridade e se eu esperasse caridade, não entraria na universidade pública, mas seria Uber como meus primos!
Percepções es t aparf úr dias vindas de uma pessoa que escreve na mesma medida e velocidade em que as ideias vão surgindo na cabeça (sem se importar com estilo ou coerência), somado a uma tradução incapaz de acompanhar esses devaneios pseudo (aff!) Intelectuais...e um leitor que insiste em procurar sentido nisso tudo!
Ôôô, João, que mardade, Titia escreve bem direitinho, pô. Tergiversação de primeira.
Os malabarismos que a Tia Pinochet faz para defender o indefensável...
Eu peço perdão à Tia Auntie, mas encontro-me sem a necessária paciência pro vaivém tergiversativo sobre quem tem razão nas grandes questões teo-econômicas. É um limite meu, falha em meu caráter. Só posso desejar muito boa sorte nas vendas.
É. Que encruzilhada, hein!? Talvez,os evangélicos,os pentecostais e os neopentecostais se possuidores de capacidade cognitiva e respaldada pele dialética, leia-se, razão - sim, seria uns dos vendidos. No entanto, eles na grande maioria do seu tempo são vertiginosamente emocionados.
Seu Cleisson (desculpaê, prezado Cleisson, não resisti à lembrança) deve ser louvado por sua paciência em argumentar. Fê-lo tão bem que, eu, um incréu, fiquei emocionado. Sem vertigem, admito, mas deve ser coisa da minha falta de espiritualidade.
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