Marcelo Viana > China e suas contradições Voltar
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Valeu! Marcelo. Não é a toa que ultrapassou os EUA. Ótima narrativa. Esperando pela próxima.
Daqui a dez ou vinte anos a China deverá superar os estados unidos em PIB e produção cientÃfica. É o que se prevê.
Caro prof. Marcelo belo artigo sobre como tratar a educação com um viés de investimento e não como despesas,lá não se brincar de educar como nesta triste América Latina.
No Brasil prevalece o bacharelismo que pode recompensar com um emprego público. Há algumas semanas noticiou-se sobre o jovem engenheiro aeroespacial que passou em primeiro lugar para o TCU. O rapaz não fora aprovado em um mestrado profissional aeronáutico e mudou de ramo. Quer dizer, o sistema sequer é capaz de absorver o recém-formado. O paÃs necessita ampliar a criação de tecnologia para outros ramos
... enquanto isso, em Banania: mais faculdades de Direito do que em TODO O MUNDO, somadas. Para que ? Simples. Para o andar de cima manter a escravização do andar de baixo. Como desde abril de 1.500
China, Japão, Coreia, e hoje em dia até o Vietnã. As polÃticas públicas explicam parte do sucesso da educação deles. Mas a maior parte em minha opinião vem da cultura familiar de disciplina, que torna as salas de aula mais eficientes para o aprendizado.
Tem razão. Sem disciplina não há aprendizagem
Prezado José Cardoso, concordo com a sua argumentação. Tenho amigos chineses, japoneses e koreanos; a disciplina familiar e o respeito à educação fazem uma grande diferença.
Parece que a China prioriza a meritocracia. Nada de cotas,a não ser a baseada em critérios socioeconômicos. Já aqui no Brasil estão querendo criar cotas até para o STF.
pesquise um pouco mais.
Acredito que uma das lições fundamentais das universidades chinesas seja a ênfase no retorno que o investimento público precisa trazer para a população. No Brasil, por diversas razões, é um sonho distante. Em primeiro lugar, quase sempre, o que prevalece é o ineteresse do Chefe do Departamento e de seus pesquisadores. O contribuinte, pagador de impostos e que sustenta salários e infra-estrutura, nunca entra nessa equação. Triste, as real!
"nenhum chinês corre o risco de perder seu cartão de crédito por aplicação da Lei Magnitsky..." Não, mas fale qualquer coisa que contraria o Partido Comunista Chinês que você virará pária no mesmo instante. Sobre o restante do texto, melhor coisa da sociedade chinesa no momento é mostrar para as crianças que ter uma carreira que contribua para o mundo é uma boa escolha, e pode ser mais lucrativo do que ser influencer. Neste ponto a China merece elogios.
Parabéns pelo dia, Professor Marcelo.
Marcelo: desse bilhão de chineses, "produzindo " 1 milhão de engenheiros, certamente todos terão sua colocação, mais brilhantes em melhores cargos; haverá sub-aproveitamento lá, como ocorre aqui? A qualidade do ensino é a mesma para esse milhão, diferente daqui?
Mas é tão bonitinho ver gente que nem tem o que comer estudando sociologia, filosofia, lÃnguas mortas... e depois ir dirigir Uber.
Igualmente, como podemos ver tb em outras fontes, o sistema educacional chinês é fortemente voltado a resultados e a pressão por isto começa desde cedo, em que já crianca já se começa a preparar para o tal Gaokao. Que diriam nossos intelectuais da área de educação a respeito de um modelo tão exigente como este aplicado por aqui, hein? Aposto que falariam do sofrimento e da ansiedade gerada sobre as pessoas. Enfim...
Tenho a impressão que a China tema população mais homogênea que a nossa, daà não necessitarem de cotas
Pelo que andei lendo, a meritocracia é de longe o ponto mais relevante pra passar no gaokao. Cotas sociais e/ou raciais tais como vemos por aqui inexistem por lá. Enfim, a verdade é que o povo chinês é muuuito diferente daqui, já que tem uma cultura fortemente voltada a resultados, em que trabalham pra caramba (ponto pra discutir depois) e cultivando uma confiança muito forte no governo (diferente de nós).
O sistema educacional parece ser muito diferente do nosso e, normalmente, este é um ponto ignorado por aqueles que gostam de rasgar elogios à China. Esta formação massiva em STEM seria faltamente interpretada negativamente aqui, já que nossos intelectuais diriam que isto promoveria primordialmente a formação de mão-de-obra pra o sistema, que não seria uma educação crÃtica e emancipadora e todos aqueles argumentos que já conhecemos.
U-ua. Que problemão, hein? Uma viagem realmente dramática. Nunca vi tanto sofrimento. Ainda bem que você voltou são e salvo. Ufa.
Ih, Raul. Acho que foi mal.
Comentário de sexta série: começando a ensaiar os primeiros passos no sarcasmo...
Isso é inve ja mal disfarçada ou agres sividade (falta de gentileza e simpatia) desnecessária?
Fui para ficar 15 dias e voltei no quinto dia.
Olá Zelis, sem entender a cultura é bem difÃcil. Somos culturalmente falando muito diferente.
A matemática, a ciência e ciências sociais precisam andar juntas e repensar a infraestrutura das cidades do planeta. Transformá-las em lugares para plantar, morar, trabalhar e descansar; preservando as condições como Carlos Nobre disse recentemente. Uma amiga peruana que faz doutorado em matemática no Brasil, comprou uma bicicleta e sofreu um acidente. Ela disse: "sobreviverei". A humanidade precisa dizer: "Sobreviveremos ao negacionismo e populismo". Cidades inteligentes verdes para existir.
Uma vez estava no metrô de Shanghai e uma camponesa abriu um pano no chão e espalhou vários artesanatos conplexos, castelos e dragões. Comentei em Ingles com um amigo e ela disse "No Craftsman, Laser Cut!", primeira humilhação. Quis comprar um dragão e puxei Renmibis e tomei um "No Cash, WeChat!" Com rla apontando um QR Code plastificado.
Nossa polÃtica de soja com carne produzirá os ignorantes que nossos polÃticos precisam.
Nossos polÃticos já tem todos os ignorantes que precisam; até um pouco mais...
Interessantes essas informações sobre o sistema educacional chinês! Bela experiência para o Professor Marcelo Viana ao visitar um paÃs tão diferente do Brasil.
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