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  1. Alexandre Fonseca Junior Matos

    A questão é; uma ou várias sociedades com tais graus de desigualdades, violências e patrimonialismos poderá gerar um debate político democrático ? Ou se a árvore boa dá bons frutos, a árvore vilipendiada dará que tipo de frutos? Ainda que com enxertos e atenções especiais e reconhecendo qye novas tecnologias não promovem necessariamente diálogos, será possível o diálogo saudável na esfera pública ?

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  2. Alexandre Fonseca Junior Matos

    Mas tenho visto tantas aberrações que já duvido se o espaço dialógico seja o mais apropriado.

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  3. Alexandre Fonseca Junior Matos

    Depois do texto de Juliana Albuquerque que tentou moldar o pensamento de Hannah Arendt a questões de gênero que ela mesmo negava em favor da pluralidade da ação politica humana, eu já não duvido e nada. Mas o autor está levantando questões sérias e importantes.

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  4. José Cardoso

    A "esfera pública" no século 18, no Reino Unido ou na França, envolvia uma pequena elite. Juntando os participantes dos Salons parisienses ou das coffeehouses inglesas, devia haver menos de 1% da população. A grande maioria de homens e com um mínimo de renda. O grosso da população se reunia só para ouvir os sermões dominicais de padres e pastores. Agora esse pessoal está na internet...

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  5. Luciano Napoleão de Souza

    O texto do portuga fala de corda em casa de enforcado. Mas toma o cuidado de não citar os crimes do chefe do regime.

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  6. Luciano Napoleão de Souza

    O português até começa bem o texto. Argumenta com propriedade e conhecimento. Mas deixa ver nas entrelinhas sua subserviência ao regime, na pessoa jurídica de seu braço midiático, a FSP, ao não discorrer sobre o jornalismo pelego do jornal, que omite fatos incômodos aos outros entes da quadrilha, Lula e STF. E não cita também o autoritarismo de Alexandre de Moraes, que disse ontem que criticar as urnas é crime. Volta aqui, portuga!!!

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    1. Marcelo Negros

      Vou falar igual ao Chaves: Ai que burrrro! Dá Zero pra ele! Mano, como Bolsonazista se equilibra nas patas traseiras?

  7. João Vergílio Gallerani Cuter

    Esse ideal comunicativo nunca existiu, nem tem como existir. A internet apenas exponenciou o potencial disruptivo da discordância e tirou dos grandes jornais e emissoras o oligopólio da seleção. A democracia só funciona em âmbitos próximos: a vizinhança, o bairro, a cidade (se for bem pequena). No município, no estado, no país, a escolha deve ser indireta, feita por colegiados. Cidadãos não têm nada que debater se uma vacina é eficaz, ou não. O governo tem que consultar especialistas e decidir.

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  8. Lourenço Manfredini

    Infelizmente, nenhuma democracia é madura.

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  9. Paolo Valerio Caporuscio

    Debates no brasil viraram moda, agora Ações não se vê para se concretizarem devido darem trabalhão vindo em seguida de preguiças e por serem "cumplexos".

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  10. Ivan Zacharauskas

    "deliberação racional e inclusiva, conduzida sob condições de simetria comunicativa". Uma utopia, infelizmente, mas não deixa de ser um objetivo. Deliberar? Ninguém sabe mais o que é isso. Se forma racional e inclusiva, menos ainda. Conduzida? Mediadores muito necessários. Simetria comunicativa? Nem no locutor, nem no ouvinte, nem no meio. Bastante trabalho para os próximos milênios.

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  11. Marcelo Negros

    Sim, podemos debater, por exemplo, por que Rico não paga imposto, por que Rico quer acabar com a rede de Proteção Social da Constituição, por que Rico quer nos vender aos Supervilões Nazilibertários Tecnofeudalistas de Silicon Valley, e por aí vai. Onde falta debate?

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