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  1. Alexandre Marcos Pereira

    A vida pública, quando filtrada pela tela de um celular, revela miniaturas de poder em bolhas de fala, retórica de gabinete cabendo nas dobras de um print. O que me espanta não é o excesso de adjetivo (há séculos os adjetivos tentam dar conta do horror), mas a pontaria metafísica: o sétimo círculo, logo ele, o reservado aos violentos de Dante, aqueles que ferem o próximo, a si e a Deus. Cancelar um feriado não é só mexer no calendário; é praticar uma violência contra a memória.

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  2. paulo cesar cruz

    A vergonha está démodée. A internet tirou do armário o falso puritanismo . Hoje o orgulho junto com a truculência desfilam á céu aberto. Sonhar com rei nem sempre dá Leão.

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  3. Marina Gutierrez

    Lúcia Guimarães, obrigada pelo excelente artigo e obrigada ao grupo/organização Politico por expor o sujeito que afirmou "Never trust a chinaman or Indian”/ Não confie em um chinês ou indiano" quando vi a foto do sujeito, pensei que etnicamente ele fosse relacionado com povos do Sul da Asia,e digo isso sem nenhum preconceito com povos dessa área.

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  4. Ronaldo Pereira

    A história se repete como farsa! Na minha adolescência quem emitisse qualquer elogio ao ditador alemão era rechaçado e tachado de idiota, mas hoje passadas cinco décadas, está virando normal como dizem, e se você não concordar é chamado de comunista!!!

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  5. Acacio J K Caldeira

    Ótimo artigo

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  6. Alexandre Marcos Pereira

    O papel, franzino como asa de borboleta, era mais que anúncio: era escritura, contrato de esquina, ata de assembleia geral do bairro. A cola grudava o recado no mundo e o mundo obedecia. Havia toda uma coreografia em torno daqueles retângulos mal recortados. Primeiro, a manhã que começava com o sacolejo dos ônibus e a conversa dos feirantes; depois, o rapaz magro, boné desbotado, que vinha com um rolo de fita adesiva e um maço de cédulas vincadas no bolso. Ele colava e documento tinha fé pública

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    1. Alexandre Marcos Pereira

      Sim, Maria,as pessoas, naquela época, relatavam seus sonhos, não para desvendar conteúdos do inconsciente, mas para ter um bom palpite do jogo do bicho. As pessoas, com alguma frequência, ganhavam algum dinheirinho, não o suficiente para ficar rico, mas para realizações mais modestas, como fazer um churrasco, pagar carnês atrasados ou custear uma viagem à praia. Lembro que uma tia minha sonhou com borboleta, apostou no bicho e ganhou uma graninha, usada para uma viagem a Bertioga. Bons tempos.

    2. Maria Lopes

      E havia a livre interpretação de sonhos. Conheci uma senhora muito simples no Rio a quem contávamos sonhos só para ver ouvir a sua recomendação de bicho e as suas fundamentações. Ela fazia sua fezinha todos os dias. Tinha uma vida difícil e aqueles momentos alimentavam fantasia e esperanças.

    3. Alexandre Marcos Pereira

      Sim, Marina. São cenas do jogo do bicho, da minha infância em Campinas. Hoje em dia, com a jogatina das bets, jogo do tigrinho e cassinos online tudo isso é coisa do passado. Um grande abraço!

    4. Marina Gutierrez

      Alexandre Marcos Pereira,essa crônica é sobre como distribuiam o resultado do jogo de bicho? Gostei, muito interessante.

  7. Maurício Siqueira

    Ninguém esquece Hitler, no fundo a humanidade tem admiração pelo tipo, basta ver a quantidade absurda de material que se produziu sobre o nazismo, vejamos a quantidade de documentários e filmes e livros sobre o tema, sobretudo a américa no norte, possuem verdadeiro fascínio pelo regime. Não existe meio por cento sobre Gandhi ou outro que tenha trabalhado pelo bem da humanidade!

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  8. jose camargo

    "Vale o escrito." Como não tenho acesso ao que foi escrito, em forma de tagarelice digital, não posso fazer nenhum juízo de valor. Talvez, o vice presidente tenha razão. O espírito das redes sociais,muita vez,é jocoso,irreverente e até, conscientemente, contraditório. Quem não se lembra do caso do goleiro Cidão? É preciso tomar cuidado para não criminalizar memes e ironias.

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    1. marcio jose albino

      Defender sujeira é nojento

    2. Ivo Ferreira

      Inocente, não sabe de nada!

  9. José Miguely Benedykt

    DEU A LOCA NO MUNDO,CADA VEZ NAIS I.MUNDO. ..."SÓ SEI QUE NADA SEI" MUDANDO PARA : "SÓ SEI ,QUE NAO ENTENDO MAOS NADA S8O QUE ACHEI QUE SABIA "

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  10. Luciano Napoleão de Souza

    A militante de redação, ingrata com o pais que a acolheu, como todo bom petista, além de hipócrita, é seletivo. Quer mais nazista que a esquerda que anda pregando contra o estado de Israel e defedendo terroristas? Vem pinçar um assunto totalmente desconhecido e desnecessário para nós, brasileiros. Já a delação premiada de Hugo Carvajal que acusa Lula de ter recebido dinheiro do narcotráfico para suas campanhas a militante não sabe de nada, não é?

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  11. Alberto Melis Bianconi

    Se tem algo que sempre aparece nas manifestações dessa nova direita, tanto lá como por aqui, é a desfaçatez. Já ela é um sintoma de decadência democrática. Evitar a vergonha pública é um ato de autocontenção que favorece o jogo democrático. Mas não surpreende que a desfaçatez das lideranças libere das amarras da vergonha aqueles que temem sofrer sozinhos a zombaria alheia. Não é de todo mal que revelem seu gosto pelo despotismo.

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    1. Alexandre Pereira

      Como sua santidade e a democracia relativa? Hahahahaha!!! Viva Corina!!

    2. Marcelo Negros

      Com o nível de informação de hoje, ser de Direita exige imoralidade.

  12. Daisy Santos

    As plataformas da infosfera estão servindo para dar transparência à zonas cinzentas do pensamento de líderes mundiais. Quando havia alguma ética isso era escamoteado. O mundo parece estar se tornando um lugar hostil, sobretudo para aqueles que não estão em sintonia com uma certa 'ordem mundial'.

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    1. Alexandre Pereira

      A questão é o foco no lado direito e passar pano no lado esquerdo da força. Democracia relativa é o mote canhoto do momento. Ódio do bem, discriminação do bem… Stálin deve estar rindo a toa.

    2. Alberto Melis Bianconi

      Cara Daisy, mais do que cinzentas, são zonas tenebrosas mesmo.

  13. Alexandre Pereira

    O bom e velho reducionismo de sempre? Bom, andou pelas calçadas erradas, compreensível. Andasse do outro lado do túnel teria uma visão mais ajustada. Mas o que esperar da seita da democracia relativa e seus acólitos? Bom, os extremos, adoradores de Hitler ou os de Marx, Lenin, Stálin, Mao, Castro, Maduro et caterva se equivalem. A diferença é que um é devidamente execrado, os outros adorados. Coisas da burguesia e a justa indignação seletiva.

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    1. Lilia Adão

      que obra!!!

    2. Alexandre Pereira

      Não entenderam? Larguem a seita! Leiam mais uma vez.

    3. LUTHERO MAYNARD

      Porre! Haja...

    4. Maria Lopes

      Zzzzzzzzzzzzzzzz

  14. José Cardoso

    Realmente jovem fala besteira, O então flamante líder sindical Luiz Inácio da Silva por exemplo declarou admirar Hitler numa famosa entrevista à revista Playboy.

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    1. Marcelo Negros

      Chora, Gado! O choro é livre, o Biroliro não!

  15. Marcelo Negros

    Isso só mostra a verdadeira natureza do Povo Neonazista e Excepcionalista da Potência Inimiga. O Cheetos é só o sintoma. E vem coisa pior. O líder espiritual dos Supervilões Tecnofeudalistas de Silicon Valley está vendendo palestras falando de Anticristo! Esse é o dono da Palantir, que tem o perfil (criado com viés Fascista) e dados privados de toda a população mundial, incluindo nós Brasileiros. Ele e sua turma vão ser donos literais do que sobrar dos EUA depois da Guerra Civil. E das bombas.

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    1. Marcelo Negros

      Sim, Alexandre, executivo de algumas Big Techs, não só uma, já tive times em 22 paises, e tenho dois MBAs em universidades Americanas, ao contrário de você. Do you even speak English?

    2. Alexandre Pereira

      Hahahahaha!! Como executivo? Sério? Com essa cabeça? Na Califórnia? Hahahahaha. Diga lá, além do ego e do adestramento pela seita, tem mais algum problema?

    3. Marcelo Negros

      Alberto, o Americano mais Progressista ainda é Excepcionalista, acha que habita um lugar e cultura superior em todos os aspectos, inclusive o moral. Cansei dessa gente e quero a derrocada desse Império.

    4. Alberto Melis Bianconi

      Entendi que se tratava do povo americano, e continuo discordando. Os americanos de seu conhecimento com certeza não é uma amostra aleatória, neutra.

    5. Marcelo Negros

      Alberto, estou falando dos Americanos, com quem tenho a infelicidade de trabalhar com e conviver há 30 anos, inclusive morando lá como executivo em Silicon Valley. Eu presenciei e presencio a radicalização do Fascismo, Libertarianismo e Excepcionalismo dessa gente. Falo com mais conhecimento que os passeadores de Orlando nestes comentários.

    6. Alberto Melis Bianconi

      Caro Marcelo, o perigo maior vem de onde o sr. aponta, mas não temos um povo neonazi. Exagerar também não ajuda.

    7. Alexandre Pereira

      Procure ajuda!! A seita está lhe fazendo mal!

  16. Raymundo Itareru

    aqui está cheio desses grupelhos admiradores de Adolf e circulam no meio político, e já tiveram no poder, é que aqui eles são covardes e não tem coragem de sair do esgoto, aqui tem leis mesmo que fraca

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    1. Alexandre Pereira

      Melhor admiradores de Lenin, Stalin, Mao, Castro, Maduro? Os extremos são iguais e a incompetência de Biden, a múmia, e Kamala, a inútil, levou ao estado atual das coisas. Como sempre, a incompetência, leviandade e desmandos da esquerda elegendo a direita. Agora é choro de perdedor.

    2. MARCO ANTONIO POLISELI

      Estão no poder

  17. Helio Cardoso

    Se está valendo este escrito: "O mesmo Vance que, há oito anos mandou mensagem de texto a um amigo sugerindo que o atual presidente americano seria "o Hitler da América", não deveria valer a visita do Vance, um apologista do nazismo, à Israel!

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  18. Lorena Almeida Pardelhas

    Pois é, tem muita gente que esquece que nesta era digital, postou é para sempre.

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    1. Antônio Augusto Soares

      Não é necessário postar, publicar. Basta consultar, que também funciona como auto registro, não apaga nem com borracha de caneta.