Alexandra Moraes - Ombudsman > Folha reconhece problemas nos comentários e testa IA na moderação Voltar
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Alguns comentaristas se julgam acima de crÃticas e se mostram sensÃveis ao fato de serem publicados ou não seus textos. Como se pedissem aprovação de suas observações e empatia, algo que não existe em comentários de jornal. Já fui assinante do Valor Econômico e os comentários que não seguissem o editorial do jornal não eram publicados e nenhum leitor ou comentarista protestavam contra isso.
Meu comentário numa matéria - sem qualquer teor ofensivo - foi censurada sem motivo justo. Apenas uma opinião de que a queda da obrigatoriedade das autoescolas era uma medida a favor do povo, dentre tantas contra. Não passou. Me enviaram diversas msgs para assinar a Folha. Aceitei. Mas vou cancelar. Sou uma pessoa correta e nao aceito ser posto sob moderação.
A leitura dessa coluna ajuda a entender que o leitor só tem a perder quando envia algum comentário para postagem no jornal. 1. Se a ideia do leitor for boa, não é aconselhável publicá-la de graça; 2 - Se for ruim, o leitor se expõe perante milhares de pessoas e nada obterá de positivo com a publicação. 3. Além disso, há o risco de ser eventualmente responsabilizado pelo teor do comentário. Em resumo: não vale a pena.
Novamente cerceado pela tal moderação da Folha de São Paulo. Vou cancelar novamente minha assinatura. Jornal já tem um candidato para 2026. TarcÃsio.
Novamente sou cerceado da liberdade de expressão. Sobre o Derrite vi comentários muito mais radicais, o meu é sempre averiguado.
Moderação é uma piada, sempre caio na malha fina por utilizar palavras como Privataria do TarcÃsio. Folha de São Paulo tem um lado do mercado especulativo financeiro e do neoliberalismo.
O jornal está cerceando o meu direito de comentar. Sempre caio na " malha fina ", da moderação. Já vi comentários muito mais radicais.
Pelo simples fato de não poder colocar nomes de alguns paÃses nos comentários já mostra que tem algo de errado com a tal moderação.
Infelizmente vemos que muitas vezes nas reportagens do jornal e nos textos dos funcionários, jornalistas, editores etc se usam palavras que o elitor não pode usar. Doia pesos duas medidas. A questão do genocÃdio em Gaza, hoje se pode escrever (será?) antes nem o nome do paÃs que estava causando tal genocÃdio poderia ser citado.
Pois é. E a Secretaria de Redação, em vez de explicar qual o critério usado para censurar determinados nomes de paÃses ou organizações ou para impedir que o leitor escreva os mesmos termos que o jornalista usou na matéria fica fazendo graça da cara da ombudsman.
Muita censura. A todo momento vejo o leitor burlando as palavras para não sofrer mediação. Existem tabus nos comentários. Israel é um deles. É preciso ajustar o logaritmo e a IA do jornal para que não haja tanta objeções.
Verifique como o Estadão faz a moderação. Muito mais amigável que a da Folha. Partindo do princÃpio que os jornais tem a mesma importância e pessoas gabaritadas para essa moderação, o que há de errado com a Folha que bloqueia até interjeições?
Oi, Paulo. Obrigada pela leitura e pelo comentário. Na semana passada eu trouxe um questionamento semelhante, a partir da experiência de uma leitora com os comentários do Estado e a comparação que ela fazia. É um problema de sistema: o deles está mais atualizado e funciona muito mais como um fórum. A questão é a Folha bancar a mudança e as melhorias.
Eis o que a Alexandra Moraes omitiu em seu texto: Senhores assinantes, abrir espaço ao assinante é cortesia do jornal. Não há obrigações nem deveres da FSP que ultrapassem o bom senso e a livre manifestação do pensamento dentro das normas estabelecidas. Assim esta coluna pode ser extinta a qualquer momento, se assim o jornal entender!
Oi, Helio, obrigada pela leitura e por compartilhar sua opinião. É possÃvel entender os comentários como uma cortesia, mas o também leitor oferece ao jornal seu tempo, com o qual a empresa aufere métricas de engajamento. É positivo para o próprio jornal um investimento em maior qualidade no espaço.
Aproveitando o mote, quero registrar que há um excesso de rigor contra os numerais. Não se pode, para o bem da lisura, digitar o número de uma lei e nem citar uma data pertinente ao comentário. Atualize-se folha!
Ouvir a sirene da FSP me faz acreditar que ainda há algo mecânico, orgânico e não digital atrás de um aviso.
Comentários deveriam ser permitidos apenas àqueles que se identificam corretamente pelo seu nome civil completo . Nada de apelidos, nomes falsos, abreviaturas .
Sim, é importante valorizar o comentário bem fundamentado, embasado, articulado, com conhecimento, dar valor a isso, pois enriquece o debate e possibilita a inflexão de pensamento por quem lê o comentário, seja o colunista ou os leitores. Os assinantes devemos fazer uma autorreflexão a respeito. Tenho evitado comentar sobre temas polêmicos ou que levem a uma cruzada contra tal posição polÃtica ou religiosa, ou tal opinião. Por vezes, é melhor só observar, amadurecer e depois se manifestar.
Eu particularmente tenho tido mais satisfação em comentar em outros jornais, haja vista haver muita moderação na seção de comentários da Folha: não posso grafar um ano em algarismos arábicos, tenho que escrever por extenso; não posso escrecer determinadas palavras comuns, tenho que enviar para a moderação ou reparti-las. Chega a ser constrangedor, principalmente sabendo que esse tipo de moderação não existe em outros jornais, há mais livre pensamento.
Se comentar grafado em maiuscula, também é censurado.
Na veia Paloma, e parabéns à Alexa pela interação com os assinantes comentaristas!
Paloma, muito obrigada pela leitura e pela contribuição para o tema.
Vejam a seção de comentários no NY Times. Já existe modelo bom. Não precisa reinventar a roda. Se olharmos bem, nesses 20 anos de comentários, pouco se evoluiu. É isso deveria ser motivo de embaraço.
Caro José, sim, exemplos não faltam. É mesmo uma questão de prioridade e investimento. Obrigada pelo comentário.
Vou reforçar: há comentaristas que, não tendo opinião própria, desrerspeitam pontos de vista de outrem. Poderia ser adotado o sinal de "negativo" para que essas pessoas possam apenas clicar na mãozinha com o polegar para baixo.
Caro Avelino, agradeço-lhe pela leitura. Sim, a ideia do "joinha para baixo" foi inclusive mencionada pelos leitores no encontro do mês passado. Seria um bom incremento.
Já que usam IA, que expliquem e mostrem porque comentario é apagado. Vem mensagem, sem o texto em referencia e sem explicação.
Caro Emilio, agradeço-lhe pela leitura e pela contribuição. Sim, a falta de justificativa das remoções de comentários (e mesmo para a moderação) é uma das principais queixas dos leitores. Concordo que é necessário um mÃnimo de explicação nesses casos, ao menos sobre a liberação ou não dos comentários.
Acredito que a moderação do jornal deveria ser mais ativa. Muito comentário inapropriado vai pro mural.
Como assinante, procuro usar com comedimento meu direito de expor meus pontos de vista. Volta e meia meus comentários vão para a moderação mas raramente deixam de ser publicados pois evito transgredir as regras da FSP. No entanto, perdi a conta das vezes em que recebi réplicas "ad hominem" de leitores que, incapazes de argumentar, apelam para a ofensa pessoal. Da minha parte, só posso desprezá-los mas o que o aprimoramento da Moderação pode fazer nesses casos?
Caro Hermes, agradeço-lhe pela leitura e pelo comentário. Acredito que a moderação tenha o papel não só de impedir publicações com ofensas pessoais mas sobretudo de reforçar as regras nas quais devem se dar o debate. Por isso o retorno sobre um comentário moderado ou eliminado seria importante.
A coluna ajudou zero por cento. A secretaria de redação despreza o trabalho da ombudsman. Melhor seria demitir ou sugerir que ela peça demissão. Uma vergonha que um jornal desse porte se comporte assim.
Acompanho a Folha desde que o primeiro ombudsman foi contratado, com grande alarde e com normas contratuais claras que lhe davam autonomia para criticar o jornal. Hoje a ombudsman não é levada na mÃnima consideração, virou peça decorativa. Se a levassem a sério, teriam dado respostas sérias e concretas, mas o que vimos foram explicações vazias, que não explicam nem apontam soluções concretas. TÃpicas explicações que as assessoria de polÃcia costumam dar, cÃnicas.
Roberto, obrigada pela leitura e por compartilhar sua impressão. Não vejo as respostas como desprezo, mas entendo que estamos longe de encerrar o assunto. Se puder detalhar, gostaria de entender melhor seu ponto de vista.
Sra Ombudsman, o melhor dos mundos seria cada leitor poder ocultar para si os comentaristas que não quiser ler e interagir. Com o tempo e a falta de reforço, o nÃvel geral da sessão inevitávelmentw melhoraria.
Cara Eduarda, sim, essa poderia ser uma funcionalidade útil, embora eu pessoalmente ache que o confronto de ideias seja o diferencial do jornal ante as redes sociais. Mas entendo que rusgas pessoais possam aparecer em qualquer ambiente.
Israel invade Gaza
Considero muito importante o espaço para comentários.
Perda de tempo ler os comentários.
Diversos comentários que fiz, apenas por terem "Israel" no texto, foram para "moderação", como explicam isso? E para o conhecimento de vocês, não sou antissemita. Quando qualifiquei Milei de "queridinho da Folha", algo que todos enxergam, idem. Ou seja, para mim pelo menos, está bem claro que a moderação da Folha não é isenta.
Também já notei isso, tanto que nem leio e comento mais textos que falam sobre Israel.
A folha deveria oferecer recurso para o leitor reverter o 'joinha' que foi dado sem querer. Talvez oferecer opção de 'joinha' e 'desjoinha'.
Caros Filipe, Ulisses e Carlos, as três sugestões são importantes e torço para que o jornal as coloque em prática. Obrigada pela leitura.
Também seria interessante, que no Painel do Assinante, houvesse um "arquivo" de nossos comentários, onde pudéssemos acessá-los posteriormente para checar as interações, sobretudo, após a notÃcia sair de cena. DifÃcil fazer essa localização atualmente.
Exato. A função de excluir e editar comentários seria bem legal, como também o dedo de comentário "não curtido".
Também nao permite apagar o comentário, o que é absurdo. Se alguém escreve algo e percebe depois que ficou ambÃguo ou se arrepende, não pode nem apagar?
Os comentários das matérias da Folha retratam o que se passa em certas camadas politizadas da sociedade atual, divididas em direita e esquerda. O pessoal da esquerda não deixa de ler o jornal todos os dias e, se contrariado, xinga os donos e patrulha intensamente os jornalistas e leitores que não comungam com suas ideias. Uma mesmice tola que não leva a nada. O pessoal de direita apenas repercute as crÃticas ao que é caro a esquerda. Bom seria um pouco menos engajamento e mais discernimento.
kkkkk...pessoal bonzinho e educado esse da direita, hem?! Faz-me rir.
cm certeza, esse ai embaixo - RG - não está identificado com seu nome civil completo .
Não concordo esse espaço é majoritariamente de funcionários públicos ou nomeados com no mÃnimo noventa por cento de militantes de esquerda ou ativistas digitais como gostam de ser chamados.
Sério, Mario? " O pessoal da direita apenas repercute as crÃticas.." Uau! Eu sou destratada até em notÃcias que não comento. " Aquela Pardelhas". Tu és a prova viva da inverdade do teu comentário.
Para não ser censura prévia (que é flagrante desrespeito à Constituição) a FSP tem o devrr de informar ao assinante as razões da não publicação imediata da sua opinião. É mecanismo simples. O jornal dispõe do e-mail e do celular do assinante. Tão fácil resolver que causa estranheza a resistência a isso
Engana-se. Abrir espaço ao assinante é cortesia do jornal. Não há obrigações nem deveres, a coluna pode ser extinta a qualquer momento, se assim a redação entender!
Não é censura prévia e nem desrespeito à constituição. É obediência a regras civilizatórias que procuram canalizar o debate para o respeito ao outro e para a vedação de ofensas.
Leonilda, nos meus comentários censurados (porque é disso que se trata já que foram à tal de moderação), não havia xingamentos, bravatas, agressões, e o que me frustrou foi não saber as razões disso. É muito simples. Bastaria entrar em contato comigo (deixe de pagar a mensalidade e eles te localizam rapidinho) e me explicarem a motivação.
Aà o jornal vai ter de contratar muito mais gente para para informar aos assinantes que os xin ga menstos deles não podem ser publicados. Precisando de reforço, estamos aÃ.
Realmente as notÃcias sobre operações de polÃcia federal, ministério público,polÃcia civil e outros órgãos é um press release das autoridades,nada de checagem das notÃcias.
Nada? Não seria um exagero?
Sempre adorei ler os comentários e, muitas vezes, o debate é mais interessante que a matéria. A moderação às vezes dá uma preguiça.. porque, quando vai pra moderação dificilmente você consegue reportar na mesma matéria/artigo, mesmo que mude todo o texto. Entretanto, tenho minhas restrições sobre IA para moderar. Eu não gostaria avaliação por IA.
Da leitura do relato dá pra ver que a ombudsman repassou pergunta acerca da possibilidade de réplica do autor do comentário quanto a respostas em sua própria intervenção e foi solenemente ignorada pela Redação da FSP. Essa ombudsman deve ser mesmo muito humilde. Se fosse eu, pediria o boné no ato.
Sempre leio os comentários e, realmente, alguns acrescentam conteúdo à matéria. Outros, bem, só ocupam espaço com baboseiras que a tal mediação desconsidera, mas é mesmo difÃcil acertar de primeira. Pir ocasião da morte da economista Maria da Conceição Tavares fiz um comentário elogioso e contei uma historinha engraçada. Fui pra moderação inexplicávelnente e não voltei mais.
no caso do CPF é para quem se sentir 'ofendido' ir atrás da redação da fsp pegar os dados e endereço e processar o fulano, tenha dó. Nercio e Jão dora já processaram alguns usuários do x
Raà Giovanni, não bastassem esses "atributos", ainda por cima se esconde por trás de um pseudônimo.
Cara vc é dos que tem menos educação nesse jornal. Chato, desbocado e sem um argumento que presta.
Depois que fiz um comentário criticando a metodologia de redação de um artigo, não propriamente seu conteúdo, todos que fiz depois passam por moderação. Um recente em que eu disse que o presidente americano começa a superar Hitler em vários atos e tem apresentado sinais perturbadores de comportamento não foi publicado. O jornal concorrente de São Paulo criou um excelente sistema de comentários e o nÃvel das publicações cresceu muito.
E a folha é de esquerda? Tem certeza?
O jornal de direita chamado "O Estado de São Paulo"?
E agora q nao sao mais a esmagadora maioria, estao nesse chororô e mimimi, e querem censurar
Com seus 6 comentários sequenciais em 2 minutos você não só corroborou o que eu disse abaixo, como também nos lembrou que seria recomendável implementar um sistema anti-flood, com um intervalo mÃnimo entre postagens. Eu seria pessoalmente afetado por isso, mas melhoraria o ecossistema como um todo. PS: quando a Folha confessa Falha em autenticidade não é apenas sobre confirmação de identidade, mas também de "humanidade", então "maioria" já não significa mais nada num simulacro robótico.
Tem um comentarista q so comenta usando o adjetivo naz is tada e passa na moderaçao
Perfeito. Um sujeito cujo nome começa com Mar e termina com celo.
A lygia, o pondé, o joel, e outros sao ofendidos sempre e a esquerda se diz democratica
Exato. Mariliz e Becky tb. Independentemente do assunto do texto de todos esses citados, nos comentários leremos ou xingamentos ad hominem ou sobre algo q nada tenha a ver com o texto.
Talvez seja porque eles escrevam basicamente o discurso de uma direita sem noção - ou com sérios compromissos com interesses outros que não os do povo brasileiro.
Nunca vonsegui pasar mais q duas linhas, o benassi e outros de esquerda escrevem textoes, porque?
Quem lhe deu licença pra citar o nome do Benassi?
Tem um comentário réplica do Benassi aà embaixo que eu gostaria muito de ler. Mas foi removido. Uma pena.
Talvez porque eles tenham algo relevante em conteúdo e interessante na forma para escrever, fato que jamais acontece com você, um poço de ressentimentos com péssima escrita
Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.
Ja vi textos seus com mais que duas linhas... talvez seja licença poetica sua. Quanto ao Benassi, acho que também é " cençurado'. E tem o mesmo espaço pra escrever que vocÊ.
O Benassi é "O Eleito". Já figurou como estrela de primeira grandeza em reportagem da FSP sobre comentaristas. Ele escreve num idioma que só ele conhece, mesmo assim, a FSP o tem como exemplo. Ele é imune à moderação. Desista.
Pois é, por que será? Acredita mesmo q é pq sao de esquerda, nesse jornaleco direitista? Talvez vivam melhor em sociedade...
Todos nós, comentaristas de direita, somos xingados diuturnamente, com ofensas pessoais
Leonilda, vejo xingamento de todos os lados. De certa forma não me importo, afinal, é um espaço público, todos tem direito. Mas ser chamado de nazista porque discorda do governo de turno, é complicado. Esse adjetivo tem sido usa de forma cada vez mais comum por um certo comentarista de esquerda. Não acho que seja uma palavra a ser banalizada. Você já foi chamada de nazista por alguém que discorda de ti ? Acha que é um adjetivo correto de ser usado nesse espaço?
As ofensas são sempre maiores e vindas dos que se identificam com a extrema direita. Chega a ser re vol tan te. Muitos também são claramente misóginos, preconceituosos contra todo mundo, enfim. Aà complica manter a serenidade. Quem comenta não é candidato a santo, as pessoas tentam ficar calmas, mas é muito além de difÃcil.
Não guardo rancor de ninguem, mas tempos atrás um certo comentarista da direita me chamou de burro. O que Pedro fala sobre Paulo diz mais sobre Pedro...
Bem, ofensas pessoais é o qeu mais vejo em comentaristas de direita. Nao criticam a ideia, nem o comentario, criticam a pessoa. Sempre.
Vou desenhar: metade dos meus comentarios sao respondidos pra florentina de jesus: homofobia de esquerda?
Respeito é bom e todo mundo gosta. As mulheres também merecem respostas educadas, todos podem colaborar e não exagerar na dose, assim ninguém se irrita nem perde a compostura. Se todos fossem cordatos, exagerando elegantes, o ambiente seria muito melhor. Acho que a maioria não gosta de se expor de forma ofensiva, mas acontece, fica difÃcil controlar os ânimos.
O sistema é do tempo do chat do UOL, daquelas salas temáticas: Esoterismo, Paqueras, Amizade. Almeja o engajamento e clickbaits das redes anti-sociais, mas numa plataforma da década de 90 (não ouse grafar a data). Pessoalmente, as piores coisas são: 1) Estar numa lista de amaldiçoados/perseguidos onde todo comentário vai para moderação; 2) O patético Sio-Algorismo proibir a escrita de nomes de territórios ou nacionalidades; 3) Não poder bloquear comentaristas que você não deseja ler nunca mais.
José Roberto Pereira, em solidariedade.
Dias passados denunciei um comentário claramente anti-semita mas minha denúncia foi ignorada... a mÃdia em geral, continua reportando sobre o aumento do anti-semitismo e simultaneamente divulgando anti-semitismo!
Leonilda, eu não tenho o espÃrito tão elevado quanto o seu para fazer tal separação. Sempre que eu lembro que premier do tal estado foi eleito numerosas vezes (sei que é um processo parlamentar) pelos tais cidadãos, a Folha não pública ou retira o comentário. Em resumo, o cara faz o que se espera que ele faça! Não há inocentes em tal paÃs.
Alguns confundem as crÃticas a um estado que ataca civis sem armas após sofrer ataque ter rÃvel (até hoje sem explicação de como o serviço secreto e o xér cito não evitaram) mas criticado por meio mundo pela resposta des co munal atingindo inocentes. O fato de criticar um polÃtico que ataca civis, crianças, mulheres, idosos, não significa que haja ódio contra os cidadãos do paÃs nem os que vivem pelo mundo. Óbvio, mas forçam a barra para acusar de ódio quem critica o pre miê e seu des go verno.
Agora que a Folha reconheceu os problemas nos comentários, é hora de solucionar os mesmos e explicar porque a maioria dos leitores pode escrever nomes geográficos e outros corretamente e eu não! Exemplos: não posso escrever o nome do território ocupado ilegalmente por um estado,cujo nome não posso escrever, que cometeu e comete um enorme crime que tem um nome mas eu não posso escrever e cujas vÃtimas não posso escrever em números.
Galdino Formiga, eu sei disso, pois há anos reclamei com o ombudsman e ele me informou que fui denunciada como antisemita!
Marina, você está pré censurada. Outros escrevem os absurdos que querem.
Não, minha cara Marina, as proibições iiimmbecis da phôia são absolutamente democráticas: o que eu posso escrever - ou não - é o mesmo que colegas reaça ou, como você, progressista e crÃtica, podem-no. A Herda folhomática atinge-nos igualitariamente. Vou distribuir um pequeno guia anti-sençura, ajudará enquanto a melhoria não vem. Vou mandar a alguns e começará a circular.
Kkk Minha crÃtica contra a moderação foi para a moderação
Entendo Marina. Eu tento escrever o nome de um grupo terro ri sta que perpetuou ataques brutais em outubro de 2023, e tenho que substituir o H por R para ter o comentário publicado.
Por que acabaram com o Quadrâo? E por que não colocaram quadrinhos normais, mas inéditos, no lugar? Justo o domingão sem quadrinhos?? E pensar que, no passado, era o dia em que eram publicados cadernos especiais com quadrinhos...
"A Folha não remove posts com base em critérios morais ou polÃticos." Já tive vários comentários removidos por critérios meramente polÃticos. E sempre faço a pergunta: Qual regra desrespeitei? Até hoje não obtive resposta.
vc defende o inominavel portanto td.q.escreve é fakenews
Jose Camargo, assino embaixo.
Já fui cancelado, para sempre, pelos meus comentários aqui. Tive que usar de subterfúgios para voltar. Há época, "il y a de nombreuses années", me senti orgulhoso. Para mim significava qu'eu estava escrevendo algo relevante e não "água com açúcar".
Na época que deram o golpe parlamentar na presidenta Dilma ,toda vez que eu escrevia golpista era censurado .Indiretamente elegeram o hoje inelegìvel .
Nao foi indiretamente nao... o apoio foi beeem obvio
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