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O Fanatismo religioso desta coluna é uma atrocidade sem par. Inovação exige capital acumulado em grande volume. Somente os muito ricos ficam mais ricos e o acúmulo do capital necessário a Inovação vem dos monopólios, exploração e domÃnio de mercados. Vide os trilhões de dólares para desenvolver a IA atualmente. É para um grupo seleto de parasitas.
Bobagem. Inovações com grande impacto surgem em várias áreas, e não dependem necessariamente de "capital acumulado em grande volume". O transporte naval por containers por exemplo parece uma coisa simples. Mas a prática só surgiu nos anos 50, embora o ingrediente necessário para produzi-los (chapas de aço) já estivesse disponÃvel há quase um século.
"o molho secreto do crescimento econômico moderno, é a criatividade humana." E é esta atividade que os bilionários estão querendo substituir por "IA". Mas, em defesa do texto, os bilionários de hoje não são capitalistas; são Tecnofeudalistas.
Era para ter escrito "criatividade", não "atividade"
Estou lendo um dos livros do Joel Mokyr, um dos 3 prêmios Nobel: "The Enlightened Economy". Ele tenta ligar o iluminismo, que associamos tradicionalmente a transformações polÃticas como a independência dos EUA e a revolução francesa, também à revolução industrial. A influência principal estava na disseminação das inovações na siderurgia, na agricultura, na máquina a vapor e na tecelagem entre outras, por meio de livros e palestras em sociedades. Era uma minoria, mas bastante ativa.
Professora. Ideias requerem, dentre outras coisas, grossos investimentos. E quem teria disponibilidade de correr os riscos implicados? O Estado. Que tal a internet como exemplo?
Ótimo artigo
Essa Sra. Mccloskey cita Marx em sua crônica mas aparentemente nunca o leu.
Ideias e o capital moldam o mundo. Se tem ideias mas não tem capital para executar bons projetos não adianta. Ideias boa para investir em projetos que vai trazer benefÃcios e lucros
Só se o capital compartilhar bem as ideias. Se quiser apenas lucrar com elas o benefÃcio é limitado.
Liberdade para as pessoas comuns criarem é realmente uma regra de ouro.
São 8 bilhões de pessoas no planeta terra. Digamos - muito, muito por baixo - que 2 bilhões delas tenham boas idéias. A cada geração temos de 5 a 8 pessoas que conseguem criar impérios sem capital inicial. E o sucesso dessas 0,0000001 % fazem a gente acreditar que basta ter a ideia, lutar bastante, que também vamos conseguir. Importante mesmo é a ideia e o suor, não ter o capital. Viva o Nobel.
Como explicar então o crescimento acelerado da China? Liberdades individuais não parece ser o forte dos chineses. Inovação tecnológica, talvez sim. Mas dizem que isso foi conseguido, em boa parte, importando e se apropriando de tecnologias desenvolvidas em outros paÃses. De qualquer forma, a disponibilidade de capital para investimento desempenhou um papel importante, sem dúvida.
Certamente não foi o acúmulo de capital que gerou o crescimento da China, um.pais po bre, até crescer. E você se esquece que a inovação sempre tem muito de imitação em si. A inovação, as vezes, reside em um pequeno detalhe que ninguém viu.
Gostei do artigo. Me fez lembrar o saudoso Delfin Neto, ministro d ditadores-direita, q dizia ser importante fazer crescer o bolo para depois dividir com os pobres. PoÃs ficaram somente no bolo crescido, enorme, mas os pobres ficaram cada vez mais pobres. Somente com os governos Lula q pobres subiram algum degrau.Não me lembro d outro presidente qfocava na fome, com projetos contra-fome. O presidente-cÃnico anterior afirmava q não existia fome no Brasil, pq via população obesa nas ruas.
A Ciência Econômica é uma maravilha; todo ano aparece uma turma com "novas" ideias no jeitinho para o Nobel. No ano que vem tem mais.
Uma boa reflexão sobre a vida ideológica neste planeta caminhando p o capitalismo do Smith q o Marx seguiu cfe a autora. Sou apenas um cidadão d esquerda entusiasta do equilÃbrio contido na sensatez da teoria marxista. Penso ser um tanto complicado atribuir as comparações entre o acúmulo d capital e as ideias burguesas. Vejo o mundo indo fascinado para uma democracia mais liberal q socialista, infelizmente o capital seduz mais q belas ideias revolucionárias, mas não é o fim do mundo. CONT
É o TRABALHO que cria a riqueza, que adiciona valor. Sendo definido o trabalho como músculo e cérebro posto em movimento teleologicamente, ou seja, com propósito, que ao objetivar (materializar o que está nas ideias) faz surgir a inovação. O acúmulo desta, sendo aperfeiçoamento técnico, é o surgimento das condições para multiplicar o valor em escala geométrica. Simples assim.
Como muito bem apontado pelo Marcos Benassi, essa tal libertação do cidadão comum defendida pela Tia Deirdre é conceito enferrujado. Eu acrescento que essa "inovação" proposta pela Druida (não pude evitar o trocadilho, sorry) está mais para a cilada da auto-exploração voluntária, uma das bases do capitalismo moderno.
Acrescento o capital social, cultural e simbólico observados pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu. Em "A Distinção: crÃtica social do julgamento" é razoável aplicar seus estudos no presente artigo sobre a visão "moldaram o mundo", a partir do que senão por fatores socioculturais.
Eita, Tia Auntie, será que o Nobel do TrAmp, no fim das contas, vai ser de Economia? Ele já "libertou" um monte de estadunidense pra empobrecer, adoecer e até mesmo morrer, tudo por conta própria. Parece que também vai "libertar" a Venezuela, a conferir. E sei lá mais quem, nem ouso liberar minha mente para tais especulações. Melhor não "inovar" nesse aspecto.
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