Alexandra Moraes - Ombudsman > Sai 'adultização', entram 'homens de 14 anos' Voltar
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Até onde me recordo, é a primeira vez que testemunho a Ombudsman respondendo diretamente os comentários. Não sei se vai perdurar - é preciso um fÃgado de tamanho não compatÃvel com um ser humano de dimensões normais - mas é um prazer testemunhar como escreve uma jornalista desse nÃvel, sempre ponderada e com ótimos argumentos de um lado, e o constraste com o leitor comum - e em especial com os "Florentinos" que afloram por aqui - de outro. A coluna ganha um novo atrativo. Força, Alexandra!
Uma vÃrgula no texto mudaria o sentido. São homens (ou seja, não há mulheres), ;(vÃrgula, ou ainda melhor, ponto e vÃrgula) de quatorze a tantos anos , de maneira a indicar a amplitude etária.
Permita discordar, acho que essa virgula não mudaria o sentido. Continuariam sendo meninos e homens, de 14 a 45 anos.
Excelente
Sem querer interferir na lógica da questão, dois adolescentes de gênero não descrito perguntam-se na sua turma da sala de aula, recém saÃdos da nona série: quem é mais homem, um velho baixinho que precisa de ajuda para atravessar a rua ou nosso colega ali de mais de dois metros de altura com catorze anos de idade? Ou seja, o que define a masculinidade sempre se esgueira sobre outras caracterÃsticas pessoais, bem mais além ao caos quotidiano: cotidiano. E é contexto possÃvel a pessoas humanas.
Boa! Isso extrapolou a função de ombudswoman da Folha e acolheu toda a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro - que provavelmente nem se interessou em ler sua coluna. Mas deveria.
O Maior de16anos pode votar e é relativamente capaz para os atos da vida civil ! Mas não responde penalmente por seus atos. O maior de18anos é plenamente capaz no âmbito civil, e a prescrição penal é pela metade para o maior de18e menor de21anos. O Legislador brasileiro sempre incoerente!Quem não sabe ler nem escrever pode votar. Invés de dar estudo para que todos saibam ler e escrever,o legislador dá o voto. Quanto ao homens de14anos:não responde a Tipo Penal, mas, infração análoga.
"Foi só o Felca virar as costas e lá estavam "homens de 14 anos". Não vejo problema. Do ponto de vista biológico está tudo certo. A produção de gametas (óvulos e espermatozoides) começa a partir da puberdade. A imprensa ao usar o termo estava se referindo ao sexo masculino.
Não, vc sabe disso. Foi o jornal reproduzindo boletim policial sem critica, e foi o boletim policial tentando esconder q exterminou adolescente.
Caro José, obrigada pelo comentário. Sim, é possÃvel supor que fosse apenas uma maneira de resumir (o tÃtulo posteriormente foi mudado para "do sexo masculino"), e não acho que deva ser encarada como uma questão de má-fé, mas de uma leitura automática e prejudicial a quem exerce um ofÃcio que deve ser crÃtico por definição. Ao substituirmos o termo por "mulher de 14 anos", o despropósito fica um pouco mais claro.
Quando alguém opta por caminhar na linha do trem, sabe o risco que está correndo. Se o trem vem e passa por cima, a culpa não é do trem. Simples assim...
Mas quando um ban dido de colarinho branco não sai da linha do trem, espera esse trem e leva tudo dele, e ainda sobe no vagão de terno Armani ninguém fala nada.
Adolescente de 14 portando fuzil, entrando na mata com restante dos criminosos ser tratado como menor inocente é fuga da realidade ! O próprio pai já gravou vÃdeo falando do envolvimento do filho com o tráfico! Triste ver um jovem nesta situação mas se está com fuzil junto a bandidagem , que por sua vez aterroriza a população e atira contra policiais , o destino é cadeia ou morte Â…
Alexandra, entendo seu ponto de vista. Porém a mÃdia e o Estado braileiro entrega não só nossas crianças mas a população na mão dos bandidos. Uol e globo News por ex " especialistas ", absurdamente descolados da realidade, não levam em consideração a forma como vive a população das favelas do RJ. Assassinatos, extorção , abuso contra garotas , expulsão de moradores e etc. e quando a polÃcia age vem o discurso de " mataram negros jovens moradores de favela! muito militancia e pouco jornalismo!
Caro Sidney, obrigada pela leitura. Sim, eu vi os depoimentos das mães e pais. A questão aqui é menos o caso especÃfico ("entrando na mata com restante dos criminosos ser tratado como menor inocente") e mais uma questão anterior, de como ele foi parar lá. Como o paÃs (e a mÃdia) se mobiliza a partir do puxão de orelha de um youtuber para falar de "adultização" e "nossas crianças" e no fim das contas continua a entregar crianças e jovens de bandeja a facções criminosas e abusadores.
Isso do comentário moderado, quando publicado, ser publicado retroativamente é complicado. Não ranquear pelo likes tbm… imagina a Folha sem capa, com matérias importantes você precisando voltar páginas e páginas - horas e horas - atrás para encontrar…
José, obrigada pela leitura e pelo comentário. Sim, são problemas dos quais tratamos recentemente nas colunas, a partir de reclamações semelhantes. Sua comparação com a Folha sem capa é bem boa. O ranqueamento por likes pode não ser o ideal (se não me engano foi o Marcos Benassi que trouxe a preocupação com esse critério e concordo com ela), mas é preciso partir de alguma ordenação mÃnima.
Muito lúcido e atento o artigo. Como alguém já disse, necessário. A operação agiu também contra menores. E ninguém parece ter notado.
Obrigada pela leitura e pelo comentário, José Fernando e Rodrigo Cabral. Rodrigo, a questão dos fuzis está contemplada. Respondi agora ao Sidney, logo acima, sobre o problema anterior aos fuzis, que é a naturalização do olhar "adultizado" para as crianças a depender do contexto em que vivem. Obviamente, se fosse fácil, a questão já estaria resolvida e prescindiria de debates como esse.
Ok, menores com fuzis. Podem complementar a notÃcia.
Obrigado, Alexandra! Texto muito necessário.
Eu é que agradeço pela leitura e pela gentileza, Wilerson! Permaneço à disposição por aqui.
Não é o local adequado mas é o único possÃvel: O que acontece com a coluna do Elio Gaspari que "excepcionalmente" deixa de ser publicada quase todos os domingos? Os assinantes merecem alguma explicação ou apenas o aviso?
Caros, vou levar novamente a questão à Redação. Obrigada.
Todos envelheceremos e em algum momento não vamos mais conseguir dar conta dos nossos afazeres profissionais. Por isso existe aposentadoria.
Endosso. Pego a Folha papel e vou ler o Élio e nada!
Está mais do que óbvio que essa operação não foi sobre segurança e combate ao crime, mas polÃtica. Basta ver que toda autoridade, que nunca antes usou o termo narcoterrorista, agora o faz a mando de Eduardo Bolsonaro. Deviam incluir todos que usam esse termo para falar sobre a operação no inquérito.
Com essa reprodução acrÃtica dos textos policiais, fica a dúvida: estaria a Folha passando por um processo acelerado de “fascistização”, ou a qualidade dos repórteres está em queda?
Cara Karina, agradeço-lhe pela leitura. Acho que passa também pela natureza de coberturas como essa, normalmente tensas e apressadas, e da qual a organização dos órgãos oficiais tende a se beneficiar. Isso não exime o jornal de buscar resultados melhores, obviamente, por isso é preciso redobrar a atenção.
Ou um pouco de cada, mais da falta de qualificação dos repórteres.
Como na lava jato, é mais fácil reproduzir os comunicados oficiais, sem qualquer verificação. Mais fácil, mais barato e muito mais covarde.
Muito bom! Parabéns por explicitar tão bem esse problema do jornal e que é da mÃdia como um todo, na realidade
O jornal publicou matéria em que destacava que 'a cada hora 44 adolescentes dão à luz no Brasil' muitas de pai ignorado ou por resultado de estupro. 'Pai ignorado' representa muito mais a realidade do que o termo 'pai ausente'.
Oi, Daisy, sim. Nem consegui incluir a questão das adolescentes (e crianças, porque a faixa contemplada começa nos 10 anos de idade), mas é um ponto importantÃssimo, ainda mais nesta semana, com dados também do Censo e a discussão na Câmara sobre aborto em crianças.
E a câmara votou contra
A palavra e seu contexto. Adultização de crianças no contexto do vÃdeo de Felca era chamada para a proteção das crianças nas redes. Na referência à tragédia de haver alguém (homem?) de 14 anos na pilha de cadáveres significa desumanização mesmo, que o jornal reproduziu. Depois fez uma matéria com o pai desolado que perdeu o filho para o crime.
Um dos grandes responsáveis pelo trafico de drogas é o "pai ausente". Pelo lado da oferta, com um grande número de traficantes tendo em sua certidão de nascimento inscrito "pai ausente" e tantos outros sem a presença do pai no acompanhamento do seu crescimento. E pelo lado do consumo também, incluindo adolescentes e jovens de classes médias e altas. Acho que isso merece uma grande reflexão por parte de toda a sociedade.
Caro Luiz Carlos, também acho que precisaria ser alvo de uma reflexão muito mais ampla e verdadeira. É um assunto grave demais, mas comumente tratado de modo superficial e frÃvolo pela sociedade (o que inclui o jornalismo, é claro).
Doca é chamado de pai por aqueles meninos, Luiz. Sua observação faz todo sentido.
Na época da denúncia do Felca, o paÃs pareceu viver uma tarde de calor carioca em que, de repente, sopra um vento de frente fria: o mesmo feed que tantas vezes anestesia começou a piscar como poeira nos olhos. Felca, Felipe Bressanim Pereira, despejou, num vÃdeo longo, um inventário de cenas e práticas que muitos preferiam manter nos bastidores do algoritmo. De um lado, milhões viram; de outro, o Congresso acelerou, como quem desce a ladeira de patinete, e fez avançar um pacote de projetos.
As questões levantadas por Nelson Santos sobre a "opcao" de criancas e adolescentes para o trabalho com o tráfego, mesmo sabendo do risco de morte eminente, são de extrema relevância. Tentar trabalhar com eles, criancas e adolescentes colocados a margem dos cuidados a que deveriam ter direito como cidadãos, é o grande enfrentamento que nós professores e gestores temos no dia a dia com nossos alunos.
Cara Maria Dolores, agradeço-lhe pelo seu comentário. Exato, os profissionais da educação acompanham essa processo desde a ponta. É preciso não se deixar anestesiar pela naturalidade com que se negam direitos às crianças desde o nascimento.
As questões levantadas por Nelson Santos ibre a "opcao" de criancas e adolescentes para o trabalho com o tráfego, mesmo sabendo do risco de morte eminente, são de extrema relevância. Tentar trabalhar com eles, criancas e adolescentes colocados a margem dos cuidados a quw deveriam ter direito como cidadãos, é o grande enfrentamento que nós professores e gestores temos no dia a dia com nossos alunos.
A imprensa levou mais de 1 semana para dizer que metade não tinha mandado de prisão. E ainda está omitindo os sem passagem pela polÃcia. Comprou e vendeu a ideia de serem todos culpados. Sem questionar execuções.
Caros HercÃlio e Sérgio, essas todas são questões importantes e que ficaram pendentes. Agradeço-lhes pela leitura e pelos comentários.
Não ter passagem pela polÃcia não significa nada. Todo criminoso começa sua carreira de crimes sem ter passagem pela polÃcia, até ser pego pela primeira vez. É a investigação criminal que deve dizer se um suspeito é ou não criminoso — e, até prova contrária, deve ser considerado inocente. O problema central no caso desta famigerada operação é se os suspeitos foram realmente mortos em confronto ou já rendidos e subjugados. Como a ação ocorreu no meio da mata, não houve testemunhas.
Quiz comentar na coluna histórica do Antônio Cândido e não tem espaço para comentário. Então vai aqui. "Fiz um rápido exercÃcio mental comparativo do texto e coloquei numa balança crÃtica na relação com os atuais colunistas: foi um desastre, a balança quebrou." Claro que temos, felizmente, honrosas exceções.
Só depois que li o belissimo artigo de Antônio Candido, entendi seu comentário. Vivemos dias mais escuros, os textos atuais parecem reverberar essa dureza. Quase não há beleza nas palavras.
Me pergunto porque um menino de dez anos quer entrar pro tafico sabendo que vai ser elimnado com catorze. Em parte, há a percepcao de que ser trabalhador nao garante que ele sera respeitado pela policia. Toda vez que a policia acaba com um inocente -efeito colateral, dizem os fasc1stas- ela incentiva o filho ou irmao mais novo da vitima a virar Santocristo cantado em faroeste caboclo. Outras partes sao dinheiro, consumo e status, alem da dificuldade de projetar um futuro. Etc
Caros Nelson, Luiz Candido e Juliano, há questões pertinentes nos três comentários. Há o fator de status, a facilidade de alcançar prestÃgio e poder, a própria inconsequência de qualquer jovem. Na classe média, tentamos tirá-lo "das telas" e sabemos que a taxa de sucesso é baixÃssima; imaginem então o esforço sobre-humano dos familiares para tentar afastá-los do canto da sereia do crime organizado. Não justifica a escolha errada, mas parece ingênuo supor que a famÃlia sozinha vá dar conta
O Juliano proferiu a frase mais pertinente: "O crime precisa ser humilhado!". Enquanto este for "explicado" de uma forma que beira à justificativa, como faz o Nelson Santos, a fila de novos candidatos à "carreira" não terminará. Ô Nelson, se há um determinismo como exposto por você, como é que os irmãos dos que entraram para o tráfico se tornaram trabalhares? E são a grande maiorias!...
Acorde, Poliana. Ser trabalhador é baixo status social entre os amigos, a mulherada e a m aldita " comunidade" ... A vida no crime, glorifi cada por funk, filmes, séries e mÃdia. O crime precisa ser humilhado
Não se esqueçam do caso Gabriela que ao impedir a polÃcia adentrar sua casa, os mesmos invadiram lançando spray de pimenta em crianças e gestantes. Não possui antecedentes criminais, mas foi detida e responderá processo por associação ao tráfico. Autor do processo é o MP RJ, órgão que deveria defender os menores. Por que impediram a federalização das investigações proibindo o MPF?
Parabéns e Deus abençoe a você que defende um jornalismo que mostre a verdade, que infelizmente nesta guerra contra as drogas morrem crianças e adolescentes que poderiam estar na escola, na aula de música, de computação, enfim no lugar que é devido a uma criança e jovem. Mas quando são corpos negros, de pobre sem voz a sociedade rica da casa grande aprova a morte de pobres na senzala favela de hoje. A justiça branca privilegiada se cala até quando meu Deus???
Cara Val, muito obrigada pela leitura. Exato, aceita-se isso com muita naturalidade. Se não é por humanidade, que seja pelo cálculo frio: por que, em vez de buscar produtividade e crescimento com seus jovens, o paÃs prefere fornecê-los como insumo e mão de obra aos criminosos? A taxa de natalidade no Brasil hoje equivale à da Europa, que mobiliza mundos e fundos para tentar aumentá-la, enquanto aqui normalizamos a morte na segunda década de vida.
Medo, raiva e preguiça são emoções fáceis de serem suscitadas, e a direita vai fundo nessa direção. O "case" Netanyahu deve ter ensinado muito a Castro e seus amigos. Está sendo investigado por algum crime? Faça uma guerra!
Que complicado esse Brasil do século XXI! Criam-se substantivos e adjetivos para tudo desde os "todas, todos e todis" até as mais insunuantes aberrações saÃdas da boca de membros dos Três Poderes da República. Rasgam-se e destoem a LÃngua e a Linguagem, fojam-se leis nas omissões do Congresso Nacional, formam-se organições criminosas para roubar aposentados por todos os modos (todos!). Estamos aqui no Brasil no século do ilusionismo e "todas, todos e todis" passam a ser zumbis nessa degradação.
Nonsense
Parabéns pelo trabalho, Alexandra! A crÃtica é pertinente. O papel do jornalista é questionar as informações que recebe e não ser porta-voz de A ou B. A linguagem não é neutra. Quando os corpos são de meninos negros, pobres, periféricos e mortos pela polÃcia são adultos. Qualquer semelhança com a escravidão é mera coincidência.
Cara Mariana, muito obrigada pela leitura e pelo comentário. Sim, e as circunstâncias dessas apurações não costumam ajudar, com prazos exÃguos, discursos confusos etc. Mas por isso mesmo é preciso, sempre que possÃvel, alertar sobre essas armadilhas.
Critica certeira, , Alexandra. Copio o q disse uma leitora logo abaixo: se fosse jornalista, gostaria de assinar um texto como esse.
Cara Dagmar, muito obrigada pela leitura e pela gentileza de sempre. Fico à disposição por aqui.
Gostava muito das crÃticas certeira de José Henrique Mariante, e fiquei um pouco com o pé atrás quando ele foi substituÃdo. Mas confesso, agora, depois desse perÃodo de um certo estranhamento com a nova ombudsman, que o estilo objetivo e implacável de Alexandra Moraes acabou por me cativar. Com esta análise de hoje, ela consegue mostrar que certos assuntos merecem uma cobertura mais analÃtica e menos reprodução de boletins de ocorrência. Se todos os repórteres tivessem a verve da ombudsman...
Primeiro domingo do ano que a folha não colocou uma matéria irrelevante ou foto com algum da famÃlia bolsonaro. Acabou o dinheiro do PL?
Há muitos FSP tem nos oferecido um jornalismo precário, superficial, mais preocupado, parece, em ganhar cliques e, se fazer de isenta de quando em quando batendo e assoprando "os dois lados". Vai do ruim para o péssimo em velocidade máxima. Há exceções, poucas, mas há.
Muito bom Alexandra. A foia que se esforce pra não fazer de discursos de polÃticos nojentos seus próprios editoriais. Parece até que eles tem lobistas aÃ.
Lobistas ou caixinha do PL?
Muito bom , Alexandra Moraes. Enfim uma posição firme e inequÃvoca na Folha - e não Da Folha, note-se - que eu gostaria de ter assinado caso fosse eu jornalista. Um fato no meu cÃrculo próximo me deixou abatida por uns dias. O marido de uma conhecida disse sobre isso : "meu filho com 15 ainda é um meninão, mas essa gente ... essa gente parece ser a expressão favorita de uma certa gente. Aqui embaixo se vê.
Cara Lorena, muito obrigada pela leitura e por seu comentário. É isso, alguns podem ser meninos de 15, 25, 50 anos, outros já são tratados como adultos desde cedo. Fiquei pensando na dificuldade que, na classe média, temos para tirar os meninos dos games violentos e como o contexto é só questão de sorte. É uma pena que o paÃs não consiga ver o quanto já perdeu e ainda se dispõe a perder com esse sistema de castas à brasileira. Um abraço.
Parece faltar massa crÃtica aos jornais tradicionais. Assino a Folha justamente à espera de jornalismo sério, aprofundado. Não estou recebendo como gostaria.
O Pravda era o jornal oficial do regime da extinta União Soviética. O Pravda, que em russo significa 'verdade', só podia noticiar o que era do interesse da Nomenklatura, a elite do poder. Lá, como cá, a manipulação e a desinformação atendiam às ordens do Ideólogo do Partido e de Stalin, Guia Genial dos Povos. Só para lembrar, agora que a ficha caiu.... Alexandra, prezada, como vai a reforma de Comentários x Moderação?
Murilo, ainda sem novidades. O jornal me respondeu que vai encaminhar algumas solicitações individuais que eu havia feito sobre moderação (houve um atraso devido a questões internas deles), e vou aproveitar para tentar saber se tem alguma perspectiva.
Hoje vou me abster de comentarios neurologicos, fica so meu protesto por um jornal q se diz pluralista
Ótimo. Deixe os assuntos "neurológicos) para Médicos(!) de verdade e não para caçador de pacientes nas redes sociais.
Ótimo! Será um grande favor. Continue assim.
Ignorou o confronto baiano q teve uma letalidade de cem por cento, gov petista junto com forças federais
TÃpico de apoiadores de Castro, aquele que recupera território para as milÃcias. Seguinte: 1) na Bahia e no Ceará houve trabalho prévio de inteligência e apenas um óbito. 2) Prenderam os chefões. 3) No Rio, nenhum dos alvos dos mandatos de prisão foram pegos. Todos escaparam. Foram pegos só os bagrinhos. 4) A ombudsman está criticando a cobertura da Folha da ação policial no Rio. As ações policiais na Bahia e Ceará foram registradas no jornal sem falhas criticaveis.
Porque nao deu numeros completos? Quantos de cada idade?
Para que? Para satisfazer sua mente doentia?
Texto tendencioso da ombudsman pincelando dados e so dando voz a leitores de esquerda
kkkk texto tendencioso da ombdsman, p esquerda? Assim q a direita goza?
"Dando voz a leitores de esquerda"? Se não fosse "maluquice", diria que então vc é de esquerda. Vc tem voz aqui todos os dias, só hoje (e por enquanto) já são 4 comentários.
Comentar no domingo e esperar a moderação liberar o comentário na segunda, rsrsrs. Enfim. Boa coluna. Amanhã leiam o comentário que fiz antes desse quando ele for publicado.
Na hora de abortar ou fazer transiçao de genero , pra esquerda , eles sao adultos, pra pegar num fuzil nao, curioso
Florentino, obrigada pela leitura e pelas crÃticas, sempre úteis. Sim, a questão é justamente essa: o paÃs que dois meses atrás passou novas leis para proteger "nossas crianças" agora tem outros critérios para declará-los "adultos"? Se for, basta combinar com os legisladores. A questão é menos "direita" e "esquerda" e mais se vale a pena para o paÃs continuar cedendo crianças e jovens ao crime para beneficiá-lo. Um abraço (voltarei a questionar a limitação de caracteres nos seus comentários)
Florentino. "fazer transiçao de genero , pra esquerda , eles sao adultos..." No caso vão se tornar de esquerda? Vc, por um acaso, não quis dizer: fazer transiçao de genero , pra esquerda eles sao adultos...? Estude a colocação de vÃrgulas "dr"!
Como vc considera uma criança de 12 anos, estuprada, que precisa fazer aborto, "dr"? Se a considera criança então vc é de esquerda, se a considera adulta, vc faria o aborto?
Não são adultos. São transgeneros desde que nasceram. Vc está totalmente desinformado. Não é uma questão de escolha q só adulto pode fazer. É uma questão genética. Nasceram com caracterÃstica fÃsica conflitante com sua identificação de gênero. A ciência já provou os beneficios q a transição traz para as crianças e adolescentes transgeneros.
A Folha PagBank recebeu ordens da Farinha Lima PCC de promover um Bukele Brasileiro, que para mim será o Willy Wonka Rachadinha, já que os Governadores Nazistas têm ccarisma zero. É desespero, pois a ideia do Milei Brasileiro morreu. Mas continua o plano de acabar com a Rede de Proteção Social, Vinculações, Salários, CLT. Libertarianismo é a única coisa mais à Extrema-Direita que o Nazifascismo;!
Excelente comentário.
5 Jovens pobres, na maioria negros e pardos são empurrados para o trafico por esta sociedade monstruosamente desigual e hipócritaAgora a direita quer taxa-los de terroristas Terroristas são este mafiosos congressistas q fazem do congresso um balcão de negócios Q desviam verbas p/ beneficio próprio Q impedem o avanço da dim das desigualdades Q impedem a descriminalização de temas do interesse dos pobres como os sem teto,os com salario vil q ousam fazer greve,as mulheres q ousam ser donas do corpo
4 A hipocrisia é tanta q a maoiria das policias usam a cocaina apreendida. Ricos fazem festas com cocaina O uso é tão disseminado neste paÃs q tem delivery 24 horas , tem comercio 24 em qqer cidade deste pais .Usam e proÃbem E deixam o monopólio nas mãos de facÃnoras.Jovens pobres sem outras alternativas do q ganhar salario de fome ou trabalhar para o trafico acabam sendo as maiores vÃtimas desta hipocrisia.
neutralizar é tÃpico de milicianos, pode se equiparar com CPF cancelado, coisa de bandi dos iguais ou piores do que os que foram mortos porque tem autorização do estado para 'neutralizar' a fsp entrou em êxtase com a matança, assim como a extrema direita teve orgasmos múltiplos depois que uma pesquisa sabe-se lá quem teve a ideia mostrar que a chacina renderia alguns votos, como o jornal não se importa com vidas, e sim com a Faria Lama então escrever qualquer baboseira não tem problema
3 A hipocrisia, o cinismo são marcas da Brasilidade Criminalizar drogas nunca deu certo Já q jornalistas Ñ tem memoria deveriam ler oq foi a Lei seca nos EUA.Cocaina era vendida em farmacias ate 1926 Freud tão aclamado e nesta Folha ja q vários psicanalistas escrevem, era o maior incentivador do uso da cocaÃna Criminazilar é outra marca da brasilidade Tem morador de rua, chama a policia Tem louco dando escândalo chama a policia Tem greve chama a policia Tem mulher abortando Chama a policia
2 Estas questões da violência d traficantes e dos aparatos de segurança voltam ao noticiário de tempos em tempos depois esquecidas até novos episódios Duas questões estão na raiz :As desigualdades abissais e a hipocrisia deste paÃs.Desigualdade q os governos Lula tentaram abordar levemente mas com oposiçao exagerada dos financistas,dos empresarios e das mÃdias parocinadas por estes.O leve aum do salario minimo, os programas de incentivos escolares, reduçao de IR são atacados diariamente.
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