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  1. Luisa Ponce

    Lindamente escrito.

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  2. Luiz Gustavo Amorim

    Que curioso ver os teóricos do sofrimento humano que desdenham das questões trazidas pelo Michael, sempre os mesmos aliás, e pensar nesses sabichões dirigindo um ônibus em São Paulo dez horas por dia ou então como soldado da PM, ambos ganhando dois ou três salários mínimos. Queria vê-los lidando com a saúde mental afetada por profissões maçantes, repetitivas, arriscadas, mal remuneradas e desprezadas por gente como eles. Se um dia o gênio sair da garrafa na minha frente, já sei o que pedir, rs.

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  3. Felipe Vasconcelos

    As pessoas mais humildes buscam lidar com o sofrimento em terreiros de Umbanda e igrejas pentecostais. Algumas condições tem a ver com a genética. A luta coletiva se dá por meio de leis que tragam proteção a essas pessoas. Pela implantação delas pelo Executivo, e quando desrespeitadas, recorrendo ao Judiciário. Além de campanhas públicas de conscientização. Em suma, o adoecimento mental é biopsicossocial.

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  4. Matheus Queiroz

    Ótimo!!

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  5. José Cardoso

    Há as doenças mentais, resultado da loteria genética. Mas há também o sofrimento psíquico que não chega tão longe. Aí eu acho que vale o ditado de que Deus dá o frio conforme o cobertor. Quem tem condições tende a exagerar na terapia, seja no divã ou nos remédios. Quem não tem, aguenta o tranco e tende a ficar mais forte.

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  6. márcia corrêa

    Sensível e certeiro como sempre,Michael! O modo de vida que adotamos é adoecedor e para quem, antes de tudo, precisa conseguir sobreviver, é dramático! Os CAPS nas grandes e médias cidades não têm dado conta da quantidade e complexidade das demandas, e alguns municípios ainda estrangulam financeiramente esse serviço que carece de melhores investimentos. Então, sem dúvida, a desigualdade além de fazer parte das causas do sofrimento psíquico, é também incompetente na oferta de atenuar e amparar!

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  7. MARCELO SA DA SILVA

    Ótimo texto. Obrigado.

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  8. Miro Costa

    “Em tal contexto adverso, tem-se que o sofrimento se distribui de uma forma desigual.” Todo mundo no seu canto sofre seu tanto. Porque a vida é trágica, e é trágica para todos, cada um à sua maneira. Mas o colunista quer redistribuir o sofrimento. Que tal umas bolsas de felicidade?

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  9. Paulo César de Oliveira

    Quando fala em "loteria do nascimento" o autor refere-se ao nível de renda da família dentro da qual se nasce. Mas existe outra loteria no nascimento, ainda mais importante em se tratando de doenças mentais: a loteria genética. Esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar e autismo têm todos um claro componente genético.

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  10. Flávio Taylor

    Em certos momentos, anti depressivos ou ansiolíticos são como Deus em pílulas. Usar não é problema, dor na alma destrói a vida da pessoa. Auto conhecimento, sentimento de pertencimento, troca de afeto real com amigos, família, ou seja, tudo que estamos perdendo, são essenciais pra manter a saúde física e mental a longo prazo. Mas…as redes sociais , esses smart phones do inferno e tudo que criamos pra sermos mais produtivos e campeões estão F completamente nossa sociedade.

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  11. Adalto Fonseca Júnior

    Respeito a abordagem do colunista, de fato a saúde mental é prioridade em qualquer contexto. O que falta dizer é que a compreensão das questões estruturais construídas na passagem do tempo são tão importantes quanto e com certeza tal compreensão funciona como alicerce para a compreensão de tudo que compreende o universo da saúde mental. A exclusão social determinada pela colonialismo, o mercantilismo que engendrou a escravidão, a acumulação capitalista que permitiu a concentração de renda.

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  12. Anete Araujo Guedes

    Remédios remedeiam, afastam o indivíduo da sua realidade, dele mesmo. Conversas são conversas, fazem parte da vida, são necessárias. Religiões prometem recompensas, uma outra vida. Basta seguir as regulamentações. Será que não existe um outro caminho? Trabalhar, através da fala, nosso posicionamento frente a vida, para que haja a possibilidade de ocuparmos um outro lugar. Um outro posicionamento frente ao que nos faz sofrer. Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Quem sabe uma análise?

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  13. CARLOS Alberto Corteletti

    Perfeita a reportagem, parabéns!

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  14. Marcos Medeiros

    Ótimo texto, toca em pontos importantes que muitas vezes são deixados de lado por profissionais que atuam no setor. Sem dúvida, a classe social está diretamente ligada ao tipo de assistência e tratamento.

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