Alexandra Moraes - Ombudsman > Haja cortina para tanta fumaça Voltar
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Muito bom, Alexandra. A Folha estava distraida ou soltando fumaça?
MÃdia iludida de forma involuntária. Qua qua qua qua qua qua. Estamos mesmo precisamos de mais humor na Folha. Tem articulistas identitários arrogantes de sobra, chatos a granel, o humor da ombudsman é muito bem vindo. Adorei! Elogios ao Master e à s suas operações foram enganos involuntários. Kkkkkkkkkk.
A Folha engoliu mosca distraÃda, ou deixou a boca aberta propositalmente? A imprensa tem interesse nesses escândalos somente até certo ponto, aquele que dá uma satisfação superficial aos leitores. Sabe que ultrapassá-lo prejudica seus clientes e seus negócios. E, assim, vão todos ficando mal explicados e as negociatas no Brasil acabam nunca mostrando a verdadeira cara.
Estamos sentados esperando: a lista do banestado, do hsbc, panamapapers, das contas repatriadas, conteudo do celular do adriano, do lessa, do bebiano, etc. Mesmo assinando tambem o globo , continuamos a ver navios.
O que me espanta é que casos assim sempre merecem o selo de “caso isolado”. Falta mesmo é a pergunta: esse Ecossistema é o tal “Mercado”, que vive estressado com o governo atual, cobrando seriedade, previsibilidade, e responsabilidade ? A resposta é: sim, é. O mesmo Mercado que buscava isso tudo no Messias Soldador.
O saudoso jornalista Salomão Ésper tinha uma máxima: Pior que não ler jornais, é ler Apenas um jornal. Quem leu somente a folha ontem, ficou até a hora do almoço com informações parciais.
Ontem, logo pela manhã, fiz um comentário baseado nas informações que já apareciam em quase toda a mÃdia, cobrando a folha sobre os reais motivos da prisão do ex presidente, enquanto esta mantinha sua versão da manifestação evangélica. Comentário sem ofensas, sem palavras chulas que foi para a moderação, eufemismo para a censura da folha, e não foi publicado. Cobrar a verdade, embora não conste das regras do chat, vai contra a linha ora adotada pela folha.
Alexandra, minha cara, não tá fácil a vida pra jornalista profissional, não - melhor dizendo, pro jornalismo, é uma questão institucional da profissão. Hoje, o Muniz Sodré faz um doloroso libelo contra o silêncio jornalÃstico sobre assassinatos na Bósnia; sem o estofo de seu colega, só com minha irrefreável chatice, já tirei sarro da dona Dora, do Igor e da dupla painelista, Fábio e Guilherme. Nem que não haja efetiva lambonice jornalÃstica, Ceis ficam numa berlinda... Vida dura, Alexandra.
assim que a fsp tiver o nome de alguém do PT ou de outro partido de esquerda, será publicado, aguardem
Caro, o caso Master vai desembocar, se deixarem, nós bolsonazis de sempre. Já tem vÃdeo circulando pela internet que mostra cumpinchas de Varcaro que investiram muita grana em campanha eleitoral do Bozo e do governador MilÃcio Vangélico, de São Paulo.
Agora o fato de ontem foi a prisão de JB tentando fuga ao tentar derreter a tornozeleira eletrônica. Enquanto isso um colunistas da Folha publicou notÃcia falsa sem checar informação. E mesmo após constatado que no era verdade que um agente da policia havia tentado trocar a tornozeleira para validar a ordem de prisão, a coluna do Fabio Zanin foi mantida até a noite. Algum comentário ombudsman?
A que e a quem poderÃamos atribuir a falta de transparência pública da FSP?
Está claro que quem defende o banqueiro é o mesmo grupo que queria a PEC da blindagem.
Estão tentando, com a PEC de derrete e tar cisão asfixiar a PF. Em operações, sigilosas e silenciosas, ela está iniciando o desbaratamento de três crimes organizados no andar de cima, corrupção e lavagem de dinheiro. Um dos maiores trabalhos de uma polÃcia bem equipada, inteligente e autônoma. Mas os interessados para que tudo seja abafado, tramam para que seja retirada da PF verbas e poder de investigação.
Excelente artigo e crÃtica. Num mundo tão acelerado e superficial, fica difÃcil - senão impossÃvel - fazer boas matérias na "velocidade da luz" .
Falta bons jornalistas, falta interesse editorial e falta imprensa realmente foçada nos interesses do povo.
Oscar, as redações foram esvaziadas há muito tempo e parece que o problema não é o da velocidade e sim o da experiência dos jornalistas, que em sua maioria, nas redações atuais são estagiários ou profissionais com menos de 5 anos de estrada.
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