Alexandra Moraes - Ombudsman > Quando as 'derrotas do governo' viram derrota da notícia Voltar
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É o tal negócio, a FSP se diz a favor da energia limpa, mas na hora do vamos-ver, hesita em se posicionar a favor de medidas ambientalmente saudáveis, como os casos do veto ambiental e a viabilização de ataques ou a falta de defesa ao teletrabalho.
A Manchete está perfeita!O Congresso derrubou os Vetos, foi sim uma derrota para o Governo, para quem vetou ou seja, lula!. Aliás, não vi os votos desta feita, mas, há uns dois meses o Congresso derrubou vetos do lula que aumentou a conta de energia elétrica e Fundão, com votos do próprio Pt. Discordo, pois de suas crÃticas. Derrota do lula, do governo, isto é, de quem Vetou a norma. Acho as manchetes da Folha excelentes.
Pois é, senhores leitores. Nas reportagens da dona Folha, a polÃtica não é feita para melhorar as atividades públicas e o bem comum. A dona Folha aplaude a destruição do paÃs como se fosse uma disputa pessoal entre lideranças do governo e deste congresso que só pensa em destruição, celebrada sempre por ela. A dona Folha escreve e faz tÃtulos espalhafatosos chamando de 'derrota do governo', aquilo que é derrota da sociedade. Talvez, a dona Folha não faça parte da sociedade brasileira...
A ombudsman está canado sua cova, duvido que seu mandato será renovado, deve ter gente dentro da folha pedindo sua cabeça, mas siga em frente Alexandra sem medo e independente.
As crÃticas recebidas pelo Folha me parecem resultado de intolerância e sensibilidade exacerbada a opiniões divergentes, que caracterizam determinado segmento do espectro polÃtico, que se queda calado quando os fatos lhes favorecem.
Prezada Alexandra, entendo que a Folha está correta. Por exemplo, sobre o licenciamento ambiental, de fato o governo Lula foi derrotado. Essa é a linguagem usada em qualquer jornal do mundo para se referir a uma proposta de governo rejeitada. Se a Folha disser que o povo brasileiro foi derrotado estará fazendo juÃzo de valor, emitindo opinião polÃtica, e não fazendo jornalismo. Tais posicionamentos são aceitáveis na coluna Opinião, e não em uma matéria informativa.
Correta a sua matéria. Os leitores estão a apontar todos os dias as manchetes e os artigos viciados que já viraram clichês publicados no jornal. A Folha parece ter escolhido, no seu iluminismo caleidoscópico, a versão jornalÃstica da internet. Recorro ao meu discernimento para buscar a notÃcia e os artigos de jornalistas que não se renderam à pura especulação. Vieses rebuscados em busca da derrubada do governo. Todos os dias uma nova bomba. Inaguentável! Cuidado Alexandra, a boiada passa.
Parabéns à colunista pela clareza de percepção invulgar.
Muito boa a coluna e também os comentários registrados pela Ombuds(wo)man da Folha, mas a pergunta que fica é: E dai?!? A redação vai fazer um mea culpa ou continuará insistindo nos mesmo erros ? Até quando o leitores terão que conviver com esse jornalismo rasteiro e provinciano ?
na verdade a maior derrota foi do Brasil, com a anulação da sentença do Larápio por conta do CEP. Basta olhar o histórico das Estatais, Correios pegando 20 bilhões, 8 mil demissões, etc. Um bando de larápios travestidos de trabalhadores, demitindo 8 mil servidores que nãda devem as roubalheiras praticadas pelos administradores, nomeados por quem ?
Nosso parlamento tem atuado contra o Brasil. Nosso parlamento é um câncer.
Ufa finalmente uma análise coerente e sensata no veÃculo. Obrigado por ainda respeitar o leitor
Exato.
A função da imprensa é criticar o resto são secos e molhados.
Absolutamente procedente, a análise evidencia o Jornal em campanha contra uma compreensão correta da disputa polÃtica atual no Brasil. Uma ação moderadora cÃnica.
Alexandra Moraes é tão franca em sua coluna que presumo que a FOLHA aposvo seu mandato, irá demiti-la.
Levantou a pontinha do tapete. Tem que tirar todo o tapete, trocá- lo ( limpar não dá mais) e mudar o assoalho. Me dói ver isso que já foi um bom jornal agonizando em praça pública. Tristeza pensar que deve ter muita gente boa que tem que continuar a trabalhar aà pois que precisa sobreviver. Triste.
Com certeza isso acontece e a Folha deveria teros contrapontos para uma melhor digestão.
O que foi isso! Um mea culpa? Serve pra que se não muda o viés do jornal? A imprensa, capitalista que é, não é livre. Isso é uma falácia. O erro é querer esconder seus interesses e pregar a falsa liberdade de imprensa. As derrotas são do povo brasileiro, mas que interesse tem o jornal no povo, esse mero detalhe.
Até que enfim resolveu botar a cara para à tapa.
Asteroide em rumo de colisão com a Terra é nova derrota do Governo Lula!
A Falha segue o mesmo caminho de estadinho e gazeta do povo. A diferença é que ela tenta parecer "muderninha", igual às maquininhas que sustentam o jornal. É uma agonia em praça pública.
Alexandra, senão quiser virar adorno de mesa, seria bom equilibrar esta J P de papel , Colocando alguém para noticiar sobre a vinculacao do Master, Emae, Ambipar, Sabesp, Reag , Banco Genial Truste e REFIT -
Com a mudança do conselho editorial acho melhor colocarmos nossas barbas de molho.
A fsp vão fazer campanha pro papelão
Ja esta fazendo... hoje saiu materia paga da XP feita pelo estudio fo ia vulgo jo vem pan
Vai. Corretor do caramba
A Folha não passa de um veÃculo das classes dominantes, está pouco se lixhando para o interesse público e mesmo para o jornalÃstico. Um verdadeiro jornal teria feito séries de reportagens sobre o extenso material fornecido pelos governos estadual e municipal de São Paulo, há material suficiente para anos de investigações e matérias jornalÃsticas mas a Folha prefere a polÃtica da classe dominante.
Isso mesmo. este jor nal não publicou que a Redit, alterou sua estrutura financeira depois da operacão carbono oculto - ou seja do Master ao P C C passando por Sabesp, Emae, Ambipar ta todo mundo junto e o Nassif ja noticiou isto em 30 de agosto.
Campanha pro Arenão virou picuinha?
Estou realmente impressionado! Essa é a primeira coluna da atual ombudsman escrevendo como ombudsman! Nunca escrevi para ela, mas me somo aos mencionados. Eu costumo fazer esse comentário em cada uma das matérias em que a Folha prioriza os ataques ao governo em detrimento da informação. Chegaria a ser hilário, se não fosse tanta falha jornalÃstica. "Menor desemprego em décadas, Trump baixa tarifas, mas o vestido da Janja não combinava com o sapato" não seria surpresa.
Cara Alexandra e leitores. Nao existe derrota do governo, mas sim do Brasil. Leiam materia de Luis Nassif - EMAE e o golpe das priva tiza ções do Gov de SP , Vejam que governadores e lideres do congresso estao com a Master, Ambipar, Sabesp, EMAE etc,.juntos no maior golpe que este pais ja viu e este jor nal esta acobertanto
O que a Folha chama de derrota do Governo é, na verdade, quase sempre, vitória dos bandidos do Congresso, do Mercado e do Agro.
A grande imprensa brasileira está para o jornalismo assim como o Centrão para a polÃtica. Servem ambos aos mesmos senhores e interesses. Demonizar as esquerdas e jogar os incautos contra todos os polÃticos que se atreveram a combater a injustiça social no Brasil foi e continua sendo seu único objetivo e êxito. Malcolm X explicou: "Se você não tomar cuidado, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas e amar as pessoas que estão oprimindo". Alguém dúvida?
Balotti, vc está de parabéns pela boa opinião.
Irretocável a coluna! Parabéns!
Será que os senhores da manchete e da pauta escutam a crÃtica da Ombudsman? Ou ela existe só para o jornal apregoar sua inexistente e impossÃvel imparcialidade?
Obrigado, Alexandra! Artigo excelente e corajoso! Representou muitos leitores nele.
Parabéns a colunista, Jornais brasileiros sempre tiveram ao longo da história viés "pró interesse deles", junto a minoria que manda, seja de direita, ou de esquerda, o que é lamentável.
Muito, muuto bom ombusdswoman...
Certeiro o comentario do meu Xará. A Ombudsman acertou em cheio neste texto. Vale lembrar que manchetes lamentáveis, que sugerem interpretações erradas da matéria retratada, são uma triste tradição neste jornal.
Excelente análise. A Folha de S. Paulo caminha a passos largos para virar panfleto dos mais sombrios.
Vai virar uma jovem pan de papel - parece que o pepino esta tambem nas empresa de pagamento online
CorretÃssima a abordagem da Ombudsman e as observações dos leitores... Em todas as situações, Lula e o seu Governo não são os derrotados, e sim, nós o povo brasileiro, sempre... Aqueles que pagam seus impostos, compulsoriamente, sem direito ao reclame.
Assim como o congresso, a folha é representante da burguesia, não tem nenhum interesse em defender o povo. Por isso estão de acordo com as peripécias do congresso.
A começar da bela ilustração a la de Cherico, o artigo de hoje merece aplauso por finalmente tocar nesse vÃcio jornalÃstico de projetar sua opinião politica subliminar à grande parte dos leitores , que se deixam influenciar pelas "derrotas desse governo incompetente". As causas das derrotas e adendos informativos acabam sacrificados ou aparecem discretos ao longo das matérias. A Folha deve levar este artigo para debate em seu seminário. Com quem o jornal mantém o rabo preso de fato?
Esta Folha não é mais capaz de retornar aos fundamentos básicos de jornalismo. Sua meta agora é claramente ser o panfleto partidário do extremismo de direita, contra tudo que venha promover a inserção do pobre no orçamento. Acompanha a volta do estúpido, suicida e paroquial capitalismo selvagem, contra um paÃs que já é uma potência mundial.
Não se enganem, a Folha sabe exatamente o que faz. Tudo é muito bem intencionado.
A Folha está de olho cuidado com o pimpolho!
Pelas manchetes da Folha, o governo Lula é o mais "derrotado" da história da República. Se uma ema dos jardins do Planalto botar um ovo fora do ninho, lá vem a manchetinha : " Ema rebelde impõe nova derrota ao Governo Lula ". Já no dia a dia do paÃs, apesar de tudo, é um governo que se não é ótimo é bom, com a mais baixa taxa de desemprego da história, uma economia saudável e com a democracia preservada.
Outro personalismo que a FSP cita com frequência, bem como outros veÃculos, é atribuir aos ambientalistas "derrotas e insatisfações", sabendo que esses grupos sociais foram desfigurados estrategicamente para que perdessem a credibilidade. No entanto, atuam para que os diagnósticos cientÃficos se tornem acessiveis ao grande público.
Somado ao tratamento à derrubada dos vetos presidenciais como derrota do governo, bem analisado por AM, a informação saiu de forma lateral no jornal. Não foi dada a devida relevância ao tema da licença ambiental com chamadas em lugares mais centrais do jornal.
Muito bom, Alexandra. A FSP pisa na bola muitas vezes.
Concluindo, o primeiro tem o poder de impactar a opinião pública, direcionando-a; o segundo, caracterizado pelo local e espaço que a matéria ocupa no jornal, se frontal ou nos rodapés, valora e dá peso ao fato. É o caso, por exemplo, do espaço periférico dado à notÃcia do safari humano executado por ricos italianos em Sarahevo, como bem apontou Muniz Sodré, aqui na folha.
Todo ano nesta época, por conta do aniversário de fundacão, a Folha reafirma seu compromisso com um jornalismo independente, isento e imparcial. E todo ano eu volto a perguntar: ótimo, mas quando começa? Alexandra merece elogios, quem, como eu, acompanha a Folha há várias décadas, sabe que muitos dos omdudsmen(?) que tivemos jamais teria coragem de abordar tema semelhante.
De acordo. Há dois motivos para esse gosto por anunciar "derrotas" do governo. O primeiro é a própria posição ideológica do jornal, que não aceita um governo de centro (como é o de Lula) e o preferiria mais à direita. O segundo motivo é o pendor para "esquentar" a notÃcia, ressaltando conflitos e com isso aderindo à lógica dos algoritmos, como outro leitor lembrou. Um esforço de imparcialidade faria da Folha um jornal melhor - e diferente de seu concorrente paulistano.
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