Deirdre Nansen McCloskey > Política odiosa Voltar
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Eu só tenho ódio de ter nascido pobre e ter que conquistar coisas básicas com anos de suor e trabalho, que outros simplesmente herdaram dormindo no ar condicionado. O resto vai de boa kkkkk
Politica é feita por homens, então nada mais natural que eivada de ódio, homens são seres que odeiam ferozmente, que se matam por nada, que vivem vidas sem sentido e morrem na escutidão de quem sequer sabe porque percorreu seu caminho, não iludam com a besta fera, homens são "lobos dos homens" como diazia Hobbes. O Homem fez o mundo e com ele padece!
Hó céus, hó vida, hó azar!
Condenar o ódio parece o tipo de discurso que todo mundo aplaude porque é politicamente correto. Mas o ódio costuma prejudicar mais quem é odiado, especialmente quando quem odeia tem força para usá-lo para perseguir. Creio que o ódio só prejudica a quem odeia quando serve para encobrir privilégios (especialmente em reputação e apreço público) que, a contragosto, os próprios privilegiados julgam indevidos. Mas, nesses casos, sequer costuma se reconhecer como sendo ódio.
Artigo bom pra refletir e dialogar com argumentos. O tÃtulo parece tendencioso, pois ao q parece a PolÃtica foi inventada para barrar ou filtrar ódio, tornando possÃvel convivência civilizada e tolerada. Claro, era d se esperar q até a polÃtica fosse contaminada pelo ódio e atos pró eliminação d oponentes, via manobras cÃnicas e leis draconianas. Alguém disse q a polÃtica é guerra movida por outros instrumentos. Guerra é ódio em ato.
Quer dizer que você apóia o que Tito fez na Iuguslavia?
O amor constrói, o ódio destrói. É necessário amor para construir um mundo melhor.
posso comentar com um certo inconformismo, se você voltar a Idade Média e comparar a atual Idade Contemporânea, estamos vivendo um ciclo, mas temos uma complicação mais forçada pela raça humana, o aquecimento global, e já passamos 7 dos 9 limites lineares, e estamos a pouco tempo para passar os outros dois, e entraremos na lei da sobrevivência e adaptação de Darwin, como foi nas 5 extinções em massa anteriores o planeta se reorganiza mas o ser humano não tem tempo para isso.
O instinto de fugir e/ou lutar está entranhado no nosso sistema nervoso autônomo. Quando nossos antepassados hominÃdios brigavam, a coisa terminava com morte ou fuga de alguém. Mas a sociedade moderna obriga que continuemos a conviver com aqueles que no passado seriam excluÃdos. Por exemplo: a Marilena Chauà tem que conviver com a classe média a quem odeia. Esse ódio permanente e impotente só envenena a polÃtica.
Cardoso, conheço muito pouco de Espinosa... Eu apostaria que uma primeira vez ela o tenha expresso seu ódio realmente enraivecida, em função de um evento especÃfico. A atitude causou entre seu público, e ela passou a repetir como um bordão, uma pilheria. Pode ser que você tenha razão e ela se entristeça, pode ser que fale da boca para fora, não vou condená-la se por isso. Meu ponto é que estamos todos muito delicados e suscetÃveis. Meus ódios sinceros não me prejudicam, antes me motivam.
Alberto, a Marilena é uma grande estudiosa de Spinoza. E sabe que o ódio é um tipo de tristeza segundo esse filósofo. Portanto, a menos que fale apenas da boca para fora, a classe média a entristece.
Ok Cardoso. Mas o ódio da Marilena prejudica a Marilena? Já a vi afirmando esse ódio aos berros. E não parecia estar com raiva, antes parecia caçoar da classe média. Eu diria que é um ódio útil, para desopilar o figado. Mas hoje o politicamente correto veda qualquer agressão, se bobear qualquer dissenso. Andamos todos muito suscetÃveis, queremos todos ser vÃtimas. Até os Bolsonaros estão comprovando que macho também chora. "Oh céus! Oh vida! Oh azar!"
Poucas vezes vejo tanto entusiasmo na defesa da exclusão. Desisti até de falar qualquer coisa sobre a grafia de hominÃdEos.
Dizem q a polÃtica foi inventada para os seres demasiadamente humanos superassem os instintos, principalmente o de matar aquele q discordamos.
Se for levar então por este lado eu concordo que os democratas acertam mais na polÃtica de direitos humanos defendem as pautas e se responsabizam, mas para a competividade da economia erram. Enfraquecem os EUA. Os Repblicanos erram muito nos DHs, mas ao buscar fortalecer a economia com menos dependência do estado gera uma politica odiosa.
Os democratas fingem que apoiam liberdades individuais , e são pessimista governos, os republicanos tendem a ser conservadores , porém são bons pra economia, quanto as liberdades individuais devem ser protegidas por lei , sem ser agredida por um presidente , apesar de ninguém reclamar quando Irã, outros muçulmanos, vários paÃses da Ãsia, Ãfrica não cogitam a existência de lgbt , ou trans , cadê a defesa destes nestes paÃses? Trump passa , os outros não , chega de ódio focado
PolÃtica odiosa sempre existiu antes durante e depois daquilo que chama--se ciência econômica. A escritora inicia sua fala sobre expressões de gratidão, de respeito ao próximo, e termina seu texto com a palavra responsabilidade que indica consequência de atos independente de ideologia econômica. Aqui é sobre evolução da civilização sob o ponto de vista dos direitos humanos e não sobre economia porque ambos os sistema violam cotidianamente os ultraliberais e os entes estatais.
Boa senhor Fábio , ambos praticam o ódio ,
Bem, sendo que até a Tia Auntie nomeia "polÃticos conservadores", "Republicanos" e outros como sendo aqueles que odeiam e reprimem, aguardo (sem esperanças) uma auto-crÃtica relativa ao ultraliberalismo que os alimenta; que põe a responsabilidade pela vida comum(em comunhão, em sociedade)exclusivamente sobre os ombros dos indivÃduos, eliminando o papel civilizatório e promotor de igualdade do Estado, que vira um ente (mau)Regulador a ser eliminado. Boa sorte a jjjuudeus, pretos, mulheres, trans.
Reconheço perfeitamente a adequação dos seus argumentos, prezado Fábio, mas não deixo de insistir em ter como elemento do debate a ideologia polÃtico-econômica: afinal, é com ela, em grande parte, que se constrói o voto das pessoas que põe tais governantes tttaarados no trono. E a incongruência entre o discurso cotidiano da Tia Auntie e este de hoje, uma exceção, deveria ser digna de nota.
Bom, pra começar ele transforma qualquer pauta para reduzir sua rejeição. Esse Presidente só não tem preconceito com poder e dinheiro. Diz que ele joga bem para acabar com conflitos, mas internamente fica perseguindo a desinclusao. Na verdade ele imita ditadores, com uma propaganda de Presidente austero. Acho que o último parecido com este foi Ronald Reagan.
De fato o Sr. Marco Bernasssi acerta ao afirmar que historicamente os Republicanos desrespeitam os direitos humanos. Toda vez que os EUA se envolve em uma guerra os americanos elegem para governar? E eles possuem uma politica odiosa interna de violência contra negros, trans, gays, glbth+, mas contra judeus, não. A não ser que sejam judeus pró palestina.
Não seria bom retroagir para antes das categorias, rótulos e definições e terminologias? Buscar no ser humano em si, muito além, se ele se organiza em uma economia liberal ou estatal? Será que a reflexão proposta pela escritora não transcende a economia polÃtica? Me parece que sua proposta é mais pelo sentimento humano que para suas opções racionais. A palavra "responsabilidade" nos remete mais a refletir sobre direito que sobre economia. Sobre limites humanos violados todos tipos econômicos.
Não sei. A escritora nos transporta a refletir sobre o crescente discurso de ódio na polÃtica. Mas cita LÃderes que no passado, com um Irlandês e um Iuguslavo, que a polÃtica sem discursos de ódio é possÃvel. Realmente devo concordar com o agir com responsabilidade, ação de graças, generosidade e magnitude.
A polÃtica é uma criação humana pela uniao de indivÃduos em sociedade, quando ela desune, separa e cria um ambiente antisocial, na essência isto é uma violência contra a sua essência o que torna a sociedade e os polÃticos cúmplices irresponsáveis pois estão praticando a antipolitica. O discurso de ódio é um dos exemplos. Caminhamos para a barbárie e nela a sociedade e a polÃtica não sobrevivem.
Odiar é mais fácil, mais rápido e libera a crueldade que a pessoa não sabia que existia nela. O ódio não exige que você se preocupe com os sentimentos do outro, sente um alÃvio comparado à preocupação envolvida em amar. O ódio faz a pessoa agir sem o menor respeito ou consideração pelos outros. O ódio desvia o foco da responsabilidade!
Odiar é mais fácil, e ganha mais seguidores ou adeptos nas tais redes sociais d internet. Parece ser demasiadamente humano odiar d q amar. Na ficção ser bandido/vilão ganha mais aplauso dq ser do-Bem. Nem as religiões pregadoras da Moral, nem a Filosofia pró Ética,nem as prisões,nem sistemas educacionais q ensinam bons valores conseguiram mudar a tendência ao ódio-vilania inserido no ser Humano. Fracassamos.
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