Hélio Schwartsman > Livro conta como palimpsesto que continha escritos de Arquimedes foi recuperado Voltar
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Ótima dica, obrigada.
Só isso?
Senhor Juliano. Grato pela sugestão, mas BBB não faz parte de meus interesses. Gosto dos artigos do Hélio, mas achei esse superficial e inconclusivo. Só isso. Daà meu comentário.
Em breve os insatisfeitos terão BBB 24h por dia. Quem sabe então fiquem felizes.
Livro que pode ser encontrado com certa facilidade em diversos websites, no formato PDF, e oferecido gratuitamente. Valeu pela dica de leitura.
Sempre soube que o Eureka de Archimedes fosse por ter descoberto o exato volume da coroa do rei e não o material de que era feita, mas em se tratando de artigo do Helio, devo estar enganado...
Arquimedes teria observado o deslocamento do volume de agua na banheira causado por seu corpo, e sacou que um objeto feito inteiramente por um único elemento, ouro, teria que deslocar ao mesmo volume independente de sua forma, se uma coroa ou uma barra de ouro de peso equivalente. O outro lado da história é que não é possÃvel fazer uma coroa sem uma liga com outro metal. Houve desonestidade do ourives?
É aliás notável como o Arquimedes descobriu o critério de flutuabilidade sem o uso do cálculo diferencial, que o explica.
Obrigada por mais uma dica, Helio.
IncrÃvel esse livro e toda a história que o cerca. Impressionante o domÃnio linguÃstico, histórico e matemático do professor dinamarquês que conseguiu recuperar o conteúdo extraordinário daquele código no palimpsesto. Em uma matéria aqui na folha, o professor Marcelo Viana também tratou do tema, o que me levou à leitura e encantamento com a trama. AÃ, em uma viagem aos EUA aproveitei para ir ao museu em Baltimore na expectativa de ver o pergaminho, mas não estava lá mais e em nenhum outro museu.
Sugiro que retome o livro na próxima crônica. Fiquei com gostinho de quero mais.
[E essa Josta de sençura, está Herda folhomática, essa porcaria inominável, ainda perdura depois de anos de encheção de saco, de falta de democracia, de um jornal que se diz gritando por ela? Ora, vão fão, como o Pasquim berrava.]
Ôôô, carÃssimo, e mesmo assim, como aponta a charge do Jean de hoje, ainda descemos o cassetete em mulher? De que adiantou toda essa brilhante matemática, avanços técnicos que - segundo Arthur Clarke - avançadÃssimos, chegam a se confundir com magia?
Ainda queimamos bruxa, pô. Baixamo-lhes o cassetete, humilhamo-nas, diminuÃmo-las, matamo-as na paulada, como se bruxas fossem. Sabemos tanto e ainda mantemos o diferente sob a lâmina? "Bárbaros", dizemos a pretos, gueis e tudo o mais? Sei não.
Compadre: o problema é que a evolução não é linear. Que eu saiba os espÃritas kardecistas, (doutrina tÃpica décimonônica, é que acreditam que não há retrocesso. Voltamos prá trás assim que nos interessar. Daà juÃzes ladrões, militares que quando não fazem nada é que ficamos satisfeitos, termos um gosto todo especial em comprar policiais, etc. etc.
Muitas coisas que hoje são a base do conhecimento foram inventadas e esquecidas muitas vezes ao longo da história. Quanto não estariamos mais evoluidos hoje se, tal conhecimento, tivesse sido compartilhado e preservado? Isso prova que o conhecimento só tem valor quando é compartilhado.
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