Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. marcos fernando dauner

    Dizem que ser colaboradora da Havan é bem menos perigoso . pagam salário em dia, participação nos lucros, refeitório , bolsa faculdade .

    Responda
    1. filipe moura lima

      Marcos, esse comentário não é seu; se for seu, está no lugar errado. Achei isso muito esquisito.

  2. filipe moura lima

    Todas as vezes que leio textos assim, ou fico sabendo de horrores machistas, fico envergonhado de meu gênero. Obrigado, Giovana, você não vai ser demitida da folha não, né?... Precisamos de você.

    Responda
  3. DIRCE MARIA DE JESUS BARBOSA

    Eu fico intrigada como em pleno terceiro milênio ainda vivemos sob impulsos pré históricos. Não há utopia humanista que consiga convencer os homens da igualdade de gêneros e as mulheres de que ser feminina não significa necessariamente ser submissa e suportar todo tipo de humilhação e abusos físico, emocional, financeiro, patrimonial. Que tipo de educação estamos dando na família e na escola para nossos filhos e filhas. Onde o ser humano aprende que um vínculo afetivo é uma relação de poder?

    Responda
  4. Fatima Marinho

    Sim, a casa é o lugar mais perigoso para meninas e mulheres, vítimas de violência doméstica. Somente a área da saúde notifica mais de duzentos mil casos de violência anualmente. Muitos desses casos são violências graves, vítimas hospitalizadas, crianças traumatizadas por estupro. Basta !

    Responda
  5. Galdino Formiga

    Violências emocional, familiar, financeira, social também importam.

    Responda
  6. NEI R S BRITO

    Em opinião própria, é lógico, mas quanto mais se noticía os feminicídios, pela mídia, maior o número de acontecimentos. O fenômeno é bastante conhecido e desconheço a razão dos detaques midiáticos.

    Responda
    1. Luiz Almeida

      Então a culpa é dá imprensa que noticia. Em Sc tem um ditado que cabe bem nesse comentário : cabeça não da para o estudo.

    2. Carlos Stegemann

      É muito difícil crer que alguém, justamente uma mulher pode pensar tal asneira…

  7. João Batista Santos

    Na minha, não! Historiador, sou pai de três; duas filhas (24 anos, jornalista; 22, 4° ano de Odonto, Uni pública) e um filho (18 anos, 1° ano de Eng. mecânica, Uni pública). Ficamos bem em casa; em SP, só estamos seguros em casa, a nossa.

    Responda
    1. márcia corrêa

      Sorte da sua família, João! Mas saiba que não é a realidade de muitas mulheres e crianças em outras casas. Não basta se fechar com seu umbigo.

    2. filipe moura lima

      Desconfiado aqui de tudo o que você escreveu. Na verdade, acho que isso é mais ou menos o que a família bozó diz de si.

    3. Luiz Almeida

      Não importa sua profissão ou nível de educação, mas parece que você se incomodou com algo no texto dela, reagindo com tanta veemência e até uma exclamação.

    4. Alexandre Fonseca Junior Matos

      A autora generaliza e cria histeria.

    5. Fatima Marinho

      A autora não se refere a sua casa especificamente. Fala em geral, pois mais da metade dos sessenta mil estupros de meninas, com menos de 10 anos, ocorre em casa. Também o feminicídio, grande maioria ocorre em casa. A violência contra crianças e mulheres ocorre em casa, por isso chamamos de violência doméstica.

    6. Galdino Formiga

      Na minha, não! Não me preocupo com o feminismo.

  8. Paulo Roberto Dufrayer de Oliveira

    "É preciso reformular aquela frase: em briga de marido e mulher, todo mundo tem que meter a colher." Se essa reformulação acontecesse na prática, tenho certeza de que a colunista iria pedir uma re-reformulação.

    Responda
    1. Luiz Almeida

      Acho que nem ele, Maria.

    2. MARIA APARECIDA MARTINS

      Ô Sr. Paulo, não entendi o que quis dizer. Pode explicar?

  9. Rocia Oliveira

    O titulo dessa matéria poderia virar slogan de campanha. Uma verdade que fica escondida na maior mentira que existe: "lugar de mulher é em casa".

    Responda
  10. José Cardoso

    Tolerância zero é a mulher se separar depois dos primeiros sinais de violência física.

    Responda
    1. edilson borges

      Pois Zé, a moça atropelada largou do cara e ele foi atrás. O buraco é mais fundo.

    2. Giovana Madalosso

      Ela deve se separar ainda antes dos primeiros sinais de violência física.