Ilustríssima > Ônibus que leva a praias da zona sul do Rio costura cidade fragmentada, diz arquiteto Voltar
Comente este texto
Leia Mais
Muita fake news q o povo acredita. A estaçao q foi cancelada era uma q seria na USP, nao queriam dentro da universidade.
O que mais eu lamento, é que essas pessoas que escrevem textos e até Livros, sobre o Rio de Janeiro, não sejam Cariocas, nem Fluminenses. Como Carioca 50+, na primeira ou segunda frase lidas, já percebo a escrita Paulista/Pailistana. Além, é claro, do completo desconhecimento das Regiões e dos Bairros Cariocas, especificamente. Eu, por exemplo, não nasci "no Tijuca" e sim na Tijuca rs E hoje moro na Barra da Tijuca e não no "Barra do Tijuca".rsrsrs
Quem anda desarmado em bando quer usar o bando como arma
Eu já fui muito as praias da zona sul do rio hoje em dia não vou mais , tem bandido sobrando sob o discurso de menor carente , fui menor , pobre e nunca andei em horda como tenho certeza que nenhum menor que tenha alguém como responsável vai deixar seu tutelado andar em bando.
Como o Eduardo Sombini é doutor em geografia vale uma retificação. A referida linha liga a zona nordeste à zona sudeste do Rio. Como o sul do municÃpio corresponde ao litoral oceânico, esse também abrange Barra da Tijuca, Recreio e Barra de Guaratiba.
Tremendo blá blá blá. Não é a Zona Norte que vem pra Zona Sul fazer arruaça, arrastão, vandalismo. Durante os dias úteis, o 474 traz estudantes , trabalhadores, sem maiores problemas. Nós finais de semana, um bando de jovens desocupados, se juntam e vem para o que der e vier. Quando a polÃcia age, surgem os eternos defensores do errado, dando desculpas.
Obrigado, esse povo transcendente insiste em romantizar o vandalismo. E pior, explicam, mas não atacam o gerador desse tipo de atitude. Duvido que andou no ônibus, e se andou entrou sem nada, nem uma moeda, só quem é obrigado a ir trabalhar fim de semana com esses vândalos sabe o terror que é.
Impressionante como em pleno século XXI existem pessoas querendo ressuscitar a Casa Grande e a Senzala.
Ressuscitar?
Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.
"Código de ética da linha", "grupos contra assaltos", será que existem na realidade ou apenas na imaginação desse arquiteto?
Isso me lembra uma situação parecida com o que acontece em São Paulo. O acesso de pedestres pela face sul do Parque Ibirapuera, dificultado pela falta de linhas entre o metro AACD Servidor e os portões 5 e 6. Passariam pelo Jardim Lusitânia, sem qualquer lanchonete popular, reduto se casarões de ricaços...Ou da estação de metrô que teve que mudar de local por pressão dos moradores de Higienópolis...O Chico AnÃsio tinha um personagem tÃpico sobre isso.
Moradores da Angélica difundiram uma informação falsa de que a estação ficaria numa esquina dessa avenida para causar revolta, e a mentira colou.
Vale uma correção aqui. A estação que está sendo construÃda junto à Faap fica ali desde os estudos iniciais da linha. Se fosse embaixo da Angélica, estaria perto demais da parada seguinte na Consolação x Sergipe e longe demais da anterior na Cardoso de Almeida. O caso real em que uma estação foi cancelada pelos ricos é outro, da Francisco Morato x Três Poderes no Caxingui.
Busca
De que você precisa?
Fale com o Agora
Tire suas dúvidas, mande sua reclamação e fale com a redação.
Ilustríssima > Ônibus que leva a praias da zona sul do Rio costura cidade fragmentada, diz arquiteto Voltar
Comente este texto