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  1. José Eduardo de Oliveira

    tem um outro livro de Paul B. Preciado que é uma viagem intergaláticassexual: Manifesto contrassexual, que na verdade, é um manual, que ensina inclusive usar as mãos para alguma coisa.

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  2. José Eduardo de Oliveira

    ser homem naquela época, em se tratando de, homem com H, sem miso-ginia, apenas ta-ra mesmo, já na adolescência, era en-gomar aquelas páginas, principalmente as folhas duplas. punhe-teiro raiz.

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  3. Maria Alves

    Hoje em dia, playboy é um esteriótipo de insulto, ao menos aqui no Brasil. Lembro que a revista G era voltada para o público gay na mesma lógica de objetificação de corpos. Provavelmente, não existiria uma revista feminina com homens peladões fazendo poses porque mulherada ia ficar comparando o tamanho do pau. Como essa é a maior insegurança de um homem, muitos não o fariam nem pela grana. Casar-se virgem, ser mulher de um homem só, tudo isso era para não ter de lidar com essa insegurança...

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  4. Bruno Miguel Avelar

    Meu Pai comprava afirmando que as entrevistas eram as melhores da imprensa.

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    1. elcio matos

      Claro que ele comprava só por causa das entrevistas rsrs