Alexandra Moraes - Ombudsman > Entre o apagão e o jogo de empurra Voltar
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Os erros gramaticais em um jornal são assunto bem sério. Entretante, acho pior quando um jornalista veicula informações falsas. É o caso recente da matéria de Silas Martà sobre o roubo do livro "Jazz" de Matisse. Como fica a credibilidade da informação se nitidamente não houve checagem? Lamentável.
Parabéns! A senhora está cumprindo seu papel! A folha não!
O prefeito deveria ser responsabilizado pela administração irresponsável da cidade e, particularmente, da Biblioteca Municipal.
A Ombudsman está cavando a própria cova, pois a Sra sabe que tem pessoas dentro da folha pedindo sua cabeça e com certeza a Folha não irá renovar sua permanecia, mas continue assim.
Se isso existe, é de uma tristeza descomunal.
A ombudsman deve saber de um atentado em Sidney , Austrália, no feriado de Hannukah, quando 12 pessoas foram mortas a tiros. A ombudsman deve saber que nesta tarde de domingo, dia 14 de dezembro de 2025, a FSP vetou Comentários dos assinantes sobre o assunto. A ombudsman tem o dever funcional de esclarecer o Por Que dessa proibição.
"Não há permissão para comentar." Como diria a deputada Maria do Rosário "mas o que que é isso?" Encontrei esse aviso na matéria que falava sobre o mais recente atentado terrorista contra judeus na Austrália. Espero que a Ombudsman tome as devidas providências porque não é mais possÃvel continuar com esse nÃvel absurdo de censura.
O caos em São Paulo tem relação com as mudanças climáticas cuja afirmação/ negacionismo tem a ver com a ideologia polÃtica que tem a ver com o caos em São Paulo, Brasil e o mundo. Com toda minha solidariedade aos paulistas digo que agora mais do que nunca a questão ideológica/ polÃtica tem que ser discutida. Quero saber o que dizem os negacionistas climáticos e os privativistas radicais agora, no meio da tragédia. Por que depois...
Isso só ganha esse contorno nas páginas da Folha, que sabidamente recebeu milhões do Nunes para fazer uma agenda positiva para ele, e que está vendida completamente para a campanha do TarcÃsio. Eu já disse isso em outro artigo: se fosse um estado com governador de esquerda, a matéria só teria a opinião da concessionária, de um deputado do PL ou do Novo, e de um banqueiro fingindo ter conhecimento de gestão pública. Como é em cidade estado nas mãos da direita, pública a defesa na Ãntegra.
Descobriu-se que a senha do sistema de segurança na sala que roubaram as obras do Louvre tinha uma senha: Louvre. Na Mario de Andrade, nem sistema muito menos senha tinha. O descaso com a cultura deveria instalar em nós um alarme sobre os próximos vôos do Nunes, com login MACUNAÃMA e senha AÃQuePreguiça!
Em tempo, bom ler Anete e MarcosÂ…
Carlos, acabei de escrever algo nessa linha e sem saber que você estivesse recomendando. Estamos em sintonia.
Se Deus fosse punitivo diria que tem algo no RS, em SC. E SP que desagrada muito a Ele. Mas não é. São escolhas polÃticas ruins, com base na dominância nefasta sobre as Redes Sociais. Funcionou no Brexit, funcionou com Trump e outros.
O Brasil é uma precariedade imensa, construÃda ao longo de muitas décadas, e não numa gestão de governo. A única resposta honesta é que não ha solução rápida para esse problema e exige integração, planejamento e criatividade pra sair dessa furada. Nenhuma das quatro esferas no jogo (a gestão federal, estadual, municipal ou da empresa) tem essa preocupação, ou mesmo competência. Entao vai ser essa lambança mesmo.
Eleitor de direita é o único culpado!
A ombudsman tece uns comentários certeiros! Mas alguns comentários são melhores ainda!
Favor trocar o inÃcio do texto: 'A ombudsman tece umas considerações certeiras...'
Ôôô, minha cara Alexandra, não é "esquecimento" ou "falha jornalÃstica", é projeto: a phôia não menciona a Arcesp, a SP Ãguas, o ssseecretino da Inducassão, o prefeito e, quantas vezes, sequer o governador. Não é pontual, não é que "faltou menção", é a reiterada proteção e omissão dos atores fundamentais da barbárie polÃtico-econômica. É a mesmÃssima coisa do genérico "centrão", que tem nome e sobrenome: Vardemá do PL, Ruela do União e muitos eticéteras. Tem método. Cê tá numa sinuca, Alexandra
Marcos, não dá nome aos bois. Você leu - Com disputa entre poderes, Brasil vive baderna institucional ilustrada
Nada podemos fazer pela Alexandra além de deixar algumas mensagens solidárias.
A análise da ombudsman é forte ao denunciar o jogo de empurra, mas o desafio que ela deixa em aberto é maior: Como fazer jornalismo quando o problema não cabe mais na gramática da disputa polÃtica clássica? O apagão não é apenas falha de governo ou de empresa. É a manifestação de nossa relação desequilibrada com o território, de uma infraestrutura pensada para um clima que já não existe e de um modelo de concessão que ignora essa nova realidade.
André, meu caro, se me permite uma complementação, afirmo que a coisa é ainda pior. O atual "modelo de concessão", chamemo-lo assim por educação, é o de vender a empresa barato, muito barato, botar um "CEO genérico", desinvestir ao máximo, distribuir o possÃvel e o impossÃvel em dividendos, *sucatear tudo* e depois devolver na hora em que o ecossistema do negócio ruir. O pobrema com o modelo é que, na "nova realidade", a ruÃna começa cedo, é só olhar a Eletrobras: apostaram que demoraria mais.
Pensemos nas sucessivas enchentes no Sul do paÃs. Após o leite derramado, basta colocar a culpa no governo federal, já que é ele que governa o Estado e os municÃpios gaúchos. Nessa gritaria, recebem ajuda e robustas verbas do governo. Nas eleições seguintes, a população segue votando nos mesmo ou em seus indicados. Assim acontece na SP das privatizações. No momento das tragédias, dizem que não têm culpa. Pedem socorro ao governo federal. Tar cisão para presidente e nunes para governador.
Marcos e Anete me ajudam a ficar por aqui. Alexandra também, claro. Opa!
É isso daÃ, carÃssima. No próximo "inverno", como quer que venhamos a chamar os perÃodos sem chuva no futuro, outra tática qualquer e análoga será usada pra não falar o nome do Tarcizão Martelão do Cadáver, da SP Ãguas, da diretoria da Sabesp etc. Ninguém falará do absurdo de, logo no inÃcio, aumentarem a tarifa PJ, jogarem um mundo de esgoto cru no Tietê depois de dois remendos fracassados, dos mil avisos silenciados, dos funcionários demitidos e memória técnica jogada fora. Tudo será calado.
A administração TarcÃsio de Freitas e Ricardo Nunes estão preocupado é como derrotar o PT ano que vem!
Adenor, meu caro, esse é o *único* projeto de qualquer partido ou figura de "oposição". Basta ver como os governadores mais proeminentes e os chefes (ou serão donos?) partidários se comportam. O progetto é tirar o Barbudo da jogada, e 'cabou.
Excelente, obrigado
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