Mariliz Pereira Jorge > Spa para macho contrariado Voltar
Comente este texto
Leia Mais
cara Mariliz, a tal crise é apenas uma percepção e a maioria dos homens cis se vale disso para cometer atrocidades. esse é meu objeto de estudo e quanto mais eu pesquiso mais acredito q a única solução é a extinção da masculinidade cis vigente.
bem vindo ao meu mundo, caro Gabo! compartilho seu sentimento quando lembro que quatro mulheres são assassinad@s por dia no Brasil e q nosso paÃs segue sendo o q mais mata pessoas trans e travestis no mundo, a diferença entre nós é q meu sentimento é baseado em fatos reais.
Soa como a "solução final" nazista...
Sei nao. Quando leio os artigos das feministas de classe alta da Folha tenho a impressão de que sao elas precisariam se tratar, tamanha falta de ligação com a realidade: veem todas as mulheres como vitimas de todos os homens, uma espécie de caricatura do feminismo serio pra vender jornal...
O que seria mais tosco do que esse tipo de argumentação-xingamento? Nivel bolsonarista...
tá com a impressão errada e esse seu discursinho é o mais tosco possÃvel
A de se pensar que o feminismo curva demasiadamente a vara para um lado e as mulheres em geral também são reféns da minoria feminista organizada.
q? e esses dados vc tirou de onde?
Excelente, Mariliz! A situação está tão absurda que sua estratégia de sobrevivência seria um ótimo norte.
O jeito que voce fala parece que todos os homens em crise sao agressores a agridem devido aos avancos femininos mas isso é muito simplista o biuraco é muito mais embaixo, deve se falar do contexto social de pobreza que leva a baixissimos graus de educação e o oposta na desigualdade, não haverao avancos enquanto a populacao inteira independente de sexismo ( # de feminismo) nao for adequadamente educada, a desigualdade diminuir e o sistema juridico for humanista demais.
Spa para pseudo feminista contrariada. Essa moça bate muito na mesma tecla porque vive disso, tem seu público, e rende status e emprego.
Mas não é isso que estamos tentando fazer, desde a década de 50?
Censura prévia, folha?
Concordo com a avaliação do artigo, cada pessoa pode dar aquilo que tem e, se tem apenas sofrimento, só vai compartir sofrimento, o que não significa querer passar a mão na cabeça de criminosos que precisam pagar socialmente e de reeducação. A prevenção sempre é mais eficiente, daà a necessidade de educação e muita conversa sobre o papel de cada ser humano na vida, sem dogmas preestabelecidos. Essa barbárie precisa parar.
É preciso ensinar meninos e meninas a separar amor romântico de casamento. Pessoas que não querem ter filhos e constituir patrimônio comum não devem ter expectativa de fidelidade mútua. Sexo deve ser um ingrediente de algumas amizades - só isso. Homens e mulheres que querem constituir famÃlia não devem escolher parceiros(as) com base na paixão, mas na confiança mútua. Filmes, séries, músicas e textos para adolescentes devem tratar o amor romântico como uma velharia nociva.
Com todo o respeito, me parece que um fator decisivo não entrou na pauta. Um novo protocolo amoroso, que vire traço cultural, objeto de cuidadoso cultivo, com o redesenho das expectativas e com alguma proposta de disciplina do desejo, com fundamento último na nossa animalidade (se assim posso me expressar) creio faria muito bem às relações. Exemplo de um novo trato: Qual a proposta para o reemprego do macho largado (como desinteressante) depois do parto?
Ô, Mariliz, esqueceu que no Clube do Bolinha tem aquela plaquinha dizendo "meninas não entram"? As meninas cresceram, os meninos, não.
Hahahahaha! Pelo visto, nem tanto! Hahahaha!
Não sei bem se é justo meu comentário, sou meio avulso no movimento. É mais um entendimento da sÃntese do artigo. Gostaria de ler mais discussões como essa por aqui.
Ou, quando as gurias vão parar de brincar de clube da Luluzinha e começar a pensar em termos de sociedade?
ou quando vcs vão parar de ser misóginos e assassin@s
A principal vÃtima do feminismo é a mulher. E quanto de violência contra elas seria fruto de atitudes intempestivas de mulheres que se viram apoiadas e seguras em bater de frente e agredir homens?
Enquanto o "mundo" não se move, cada um se mova da melhor forma, pais monitorem os ambientes por onde andam seus filhos, as compainhas, e filhos, muito, muito, cuidado com quem se relacionam. Aos homens e mulheres solo, antes assim, do que mau acompanhados.
ImpossÃvel
Nos anos setenta, oitenta. Escutava muitas histórias de brigas em bailes e jogos de bola. E os protagonistas eram que contavam. Meu..... hoje em dia não existe mais esses protagonistas para contar histórias do tipo. Pois....ou estão mortos ou sequelados. E qualquer discussão.... seja polÃtica ou no trânsito corremos esse risco......de não sobreviver. Tomo muito cuidado para evitar uma discussão.....seja sobre qualquer assunto. A maioria quer impor e não conversar....sobre.
Macho que é macho não depila..não aceita fio-terra. e não vota no PSOL
E pensar que a coluna já foi razoável. Sugiro dois passos para trás, pois o reducionismo afetou o alcance dos textos. Por ano, matamos cerca de 44.000 pessoas, das quais 91% homens, pobres, na maior parte sujeita à s vÃtimas da sociedade utilitárias cultivadas pela seita, sua santidade e o bispo da segurança pública, só lembrados quando têm utilidade identitária. Nossa sociedade é violenta e decadente, apesar da pose da torre de marfim e sua utopia maravilhosa. Não afetaria os 9% restantes?
Sem dúvida são em número menor e com nuances diferentes, Carlos. Envenenamento, outras formas mais sutis, o envolvimento de terceiros ou armas de fogo devem ser o mais comum, já que a violência fÃsica direta é mais improvável, como em casos famosos (Dorinha Durval, Elize Matsunaga, Adriana Almeida). Pesquisas direcionadas? Deve haver, pois identitários não são fidedignos, como não são também as delegacias. Fato, análises reducionistas não objetivam resolver nada, somente servir de caixa de eco.
Apesar de você não registrar a fonte desse resultado, Alexandre, a publicação do Atlas da violência, deste ano, constam dados de subnotificação dos casos de violências contra homens e meninos, violência no trânsito, violência doméstica, abusos sexuais, armas, pessoas com deficiência, mas não observei dados de mulheres que matam homens na mesma quantidade de feminicidios.
O mesmo bla bla bla de sempre:precisa fazer isso, fazer aquilo, só que ninguém faz começando pelos três poderes em BrasÃlia e terminando com os pais, que (com raras exceções) só passam a mão na cabeça dos filhos, deixando eles à vontade pra fazer o que quiserem ou até ignorando que eles existem
MUDA O DISCO, MARILIZ. MAS, É CLARO, TENS PÚBLICO QUE GOSTA DAS MESMICES.
O modelo educacional de hoje preocupa-se tão somente em habilitar os alunos aos melhores e cursos e universidades, para ostentar os resultados e garantir receitas. Não há a menor preocupação em implementar disciplinas e conteúdos de formação humanÃstica, com foco em respeito, igualdade e empatia. Por quê? Talvez não sirva ao capitalismo.
Pelo contrário. O que há hoje é ativismo woke e culto a futilidade.
Tem razão, Humberto.
VOCE ESQUECEU DO PRINCIPAL: ESTIMULAR O PENSAMENTO CRÃTICO. / MAIS DO QUE respeito, igualdade e empatia, QUE SÃO LUGARES COMUNS PRA QUALQUER ATIVIDADE HUMANA
As estruturas do machismo estão ruindo, se desencontrando no nada que representam, baseadas no mandonismo que sempre permeou o Brasil e seus Senhores de escravos. As mulheres sabiamente estão se libertando da dependencia masculina, seja nas finanças, nas organizações, nas escolas, nas universidades, procurando o afastamento, numa atitude legitima de auto preservação, as mulheres japonesas sequer querem namorar, movimento que se espalhará pelo mundo, vamos ver o que vai dar!
Tem que copiar a Itália. Prisão perpétua. Quem matar quer viver com parceiros o resto de suas miseráveis vidas.
As feministas marxistas e as identitárias sempre acusam o tal "patriarcado" como base de muitos problemas. O que significa esse termo no ocidente atual? Parece mais um espantalho histórico de desqualificação do sexo masculino.
Concordo, César. A faixa etária é de 15 a 29 anos. Violência de Estado, crime organizado, baixa escolaridade e o que chama atenção além de questionar o ipea, são os dados ocultos. Por fim, creio que a polarização polÃtica tenha chegado no mais importante, além da dicotomia h, m; a vida humana.
Escrevi uma continuação mas a chatice da FSP não deixa escrever números. Foi para moderação, não sei se será divulgado. Últimos números: feminicÃdio aproximadamente mil e quinhentos, "masculinicÃdio" aproximadamente dois mil e quinhentos. Estranho né ter que ir na Jusbrasil para saber o número de homens assassinados em um relatório de violência. Um escárnio.
Consultei no Jusbrasil e os números são noventa e quatro por cento vÃtimas homens além dos "homicÃdios ocultos". O relatório/Atlas estou lendo com atenção pois interessa saber quais são as polÃticas de segurança, ou a ausência delas. Constatei que a taxa dos masculinos tenha permanecido estável em relação as últimas pesquisas, embora assustador esse quadro, o feminicidio aumentou consideravelmente. Sabemos que o debate sobre segurança pública será o norte da campanha eleitoral.
Continuação. Atlas, de forma escondida pois em 176 páginas não fala do número de mortes de homens que foi de 45.747. Esse mesmo Atlas, apresentou em 2006, pela última vez, o percentual de assassinatos de homens por mulheres. O Atlas atual diz, de forma "escondida" , que 91,5% dos assassinatos são homens. Faça a conta que vai chegar a 2.511 homens mortos por suas companheiras. Você entende o viés ideológico desse documento. Sem números verdadeiros seres humanos continuarao morrendo.
Carlos, eu sinceramente nso não sabia que a expressão "preferência sexual" era homofóbica. Mas esse não é o tema da nossa discussão. Em outro pos seu você contesta os números de um comentário. Acho que você não leu o "Atlas". Esse documento é tão parcial que en suas quase duzentas páginas não fala em nemhum momento, de forma explÃcita, que noventa e um vÃrgula cinco por cento dos assassinatos são homens. Fala de mulheres, jovens, lgbt, menos dos mais assassinados. Continua...
Contesto, César. No Atlas da violência há um campo só sobre a violência contra as mulheres, pessoas lgbt que você erroneamente e com uma homofobia bem simbólica sinaliza a expressão preferência. Apresente dados concretos que há mais homens vÃtimas de violências por autoria de mulheres. Alto lá com suas afirmações partidárias a respeito disso. Cautela.
Carlos, eu sou um liberal e a preferência sexual não é da minha conta, isso é uma decisão individual. Novamente você nao disse nada sobre os dados que informei, eu sei eles vão de encontro a narrativa da esquerda. Quanto ao atlas da violência, eu já o pesquisei e é um exemplo crasso das minhas afirmações. Mulheres matam mais seus parceiros do que os homens, mas esse dado aparece de forma escamoteada e só para quem entende um pouco de estatÃstica.
A proteção a dignidade humana, César. Pilar fundamental da constituição reconhece a importância de cada pessoa e ha jurisprudência a respeito dos casos citados por você. Apenas chama atenção que é somente a partir da sua visão, ao mencionar os homens gays sua resposta "não de preferências sexuais" orienta-se sob prisma da matriz heterossexual excluindo o grupo que faço parte e defendo. Está bem. O atlas da violência 25 está disponÃvel. 26 com saúde e paz a vocês.
Carlos, você leu o que escrevi sobre o que acontece com o homem na nossa sociedade? Tem algum comentário sobre esses sofrimentos? Me diga se existe dentro do nosso arcabouço jurÃdico algo que favoreça os honens. Narrativas são formas de se diblar o real. Eu escrevi vários fatos reais e você tergiversou.
César, não fossem as narrativas não estarÃamos dialogando, Bakhtin. A heterormatividade é uma instituição cultural, compulsória. Faça uma genealogia dos sobrenomes e de alguma forma vai ver o pai, o avô. Você mesmo diz o amor de Deus, qual o gênero dele? O sofrimento é inerente ao ser humano, mas as mulheres desde a divisão social do trabalho recebem tratamento desleal e a declaração de Pequim de 95 em seu acordo global decidiram que as polÃticas públicas devem abordar uma perspectiva integral.
Estamos falando de patriarcado, não de preferências sexuais. O colega cita o sobrenome masculino, isso é uma decisão do casal, ninguém pressiona. Minha esposa nao tem meu sobrenome. O maior sofrimento na nossa sociedade é masculino. Vejam não estou menosprezando o feminino mas pelo amor de Deus, olhem as estatÃsticas e saiam das narrativas. Moradores de rua, viciados em geral, assassinados, presos, profissões perigosas e estenuantes, mortos em guerras, suicidas, etc. São todos homens.
Porém covardes, Diego. Não só violentam as mulheres e outros grupos, nós gays por exemplo, simbólica ou concreta a violência se reconfigura. Agora, o recalque é recorrente nas suas práticas por viverem sob uma estrutura que só conseguem se desvincular através de atos de brutalidade, o que tanto têm em nós que incomoda?
Pode até lhe parecer, não quer dizer que seja. A antropologia o cunhou para diferenciar de sociedades matriarcas. O patriarcado está aÃ, sendo questionado mas a todo vapor. Ou a linhagem familiar não eh mais definida pelo sobrenome masculino?
Qualificação não falta pra apontar o regime de opressão, é assustador.
Se tem uma coisa que homem adora é palestrinha sobre masculinidade. É super efetivo e dá ótimos resultados. O que não funciona é botar um aggressor na cadeia por 15 anos em regime fechado.
Projeto grupo reflexivo para homens autores de violências contra as mulheres em parceria com tribunal de justiça e equipes multidisciplinares, visam desconstruir essas masculinidades hegemônicas/tóxicas, portanto , violentas. Além de socioeducativo, previne reincidências atuando como polÃtica pública da lei Maria da Penha.
Vejo que existem várias vertentes do feminismo, todas necessárias para que ocorra uma mudança na estrutura machista milenar das sociedades ocidentais. Quem nega a opressão masculina à mulher, em diversos sentidos, desconhece o meio em que vive. Neste sentido, entendo que a proposta da autora é excelente, com ações objetivas e realistas. Tudo é válido para o feminicÃdio e todas as formas de domÃnio sejam extintos. Somente poderemos evoluir como sociedade quando houver igualdade plena...
Vocês sabem o que é misandria???? A Sra Mariliz tem isso!!!
muito bem, acertou em cheio. Ela não muda o disco. Mas certamente tem seu público, e rende, rende, entende?
Na minha opinião, o patriarcado está longe de ser um sistema que beneficia os homens: meninos são ensinados a engolir o choro, maridos são os únicos responsáveis pelo sustento da famÃlia, chefes devem se mostrar sempre fortes e autoritários. Que homem vive feliz num sistema desses? A gente devia mostrar que o feminismo é um bom negócio para os homens também, mas tem feminista que prefere bradar “nem todo homem, mas sempre um homem”.
Muito bem!
Concordo, JanaÃna. Homem que não se encaixa no padrão macho, ou não quer se encaixar, sofre, similar ao que acontece com mulheres e o padrão promovido pela sociedade. Mostrar as desvantagens do machismo consegue quebrar a corrente que está tentando nos arrastar para esse campo tóxico. O padrão precisa virar minoria, em esforço conjunto entre homens e mulheres.
As penas para homicidio no Brasil são muito brandas. Em cerca de 10 anos o preso já está no semiaberto. Mesmo a lei do feminicidio permite progressão de regime com 55% de cumprimento. Se a lei fosse mais dura, com pena integral em regime fechado, os casos de agressões e assassinatos de mulheres teriam redução significativa.
Todos que vivem sob privilégio resistem a perdê-los. No caso do patriarcado, os homens são os privilegiados. Obviamente que vão resistir à perda. Portanto, o feminismo é uma luta, sim. Não contra os homens, mas contra o sistema que os privilegia.
Achei uma ideia bem interessante, ter ações claras, educativas, pragmáticas, para ensinar os homens a reconhecerem o machismo e mudarem comportamento. Me lembrou uma matéria sobre a educação em um paÃs nórdico, no qual em um dos primeiros anos de escola meninas e meninos são separados para que aprendam outras formas de ser. Meninas são estimuladas a se impor, a liderar, a disputar,etc, enquanto meninos aprendem a ser mais sensÃveis, gentis, empáticos,etc.
Passado esse primeiro ano eles vão estudar juntos. A ideia é mostrar à s crianças que elas podem ser como quiserem, não precisa ser dócil porque é mulher nem precisa ser agressivo porque é homem. Reportaram um equilÃbrio muito melhor mais tarde, adolescentes mais saudáveis.
Acerta em cheio MarÃliz! Inteligência e estratégia para essa longa batalha. Obrigado
A FSP criou um grupo messiânico de colunistas feministas que transformaram o debate em pregação doutrinária e dogmática. Não sai disso. Pregam pra convertidas, convertidas e ungem a elas mesmas como donas infalÃveis da verdade. Precisam aoroveitar o momento e fundar uma igreja.
Comentarista, muito bem, acertou em cheio. Ela não muda o disco. Mas certamente tem seu público, e rende, rende, entende?
Adalto. Não entendi o que quer dizer. Ou melhor, se posiciona contrário ao tema. És defensor da matança feminina ou apenas um macho alfa que quer manter a soberania, dominância e posse?
Não acho que devemos nos meter nisso, assim como não gostamos de ver homens discutir o que devemos ou não pensar, querer ou fazer. Nos relacionamentos é tranquilo, só sair correndo no primeiro sinal de toxidade. Mas muitas mulheres pagam para ver. Agora, no trabalho o problema é mais grave, pois a luta é desigual. Eles tem tempo e suporte das mulheres para chegar onde querem. A mulher, nem sempre.
Mariliz está se superando. Cada vez mais uma Mulher zero noção, falando nenhuma coisa com coisa nenhuma. Enfim, deve ter gente que entenda
Mas ela não muda o disco. Certamente tem seu público, e rende, rende, entende?
Para falar sobre masculinidade tem que ter lugar de fala, isto é, tem que ser do sexo biológico e do gênero social certo.
Me parece que o Chico Bosco fez uma análise parecida e foi massacrado pelo feminismo mais vocal. No fundo, talvez ele esteja certo.
Busca
De que você precisa?
Fale com o Agora
Tire suas dúvidas, mande sua reclamação e fale com a redação.
Mariliz Pereira Jorge > Spa para macho contrariado Voltar
Comente este texto