Alexandra Moraes - Ombudsman > Pequenos (e nem tão pequenos) erros que tiram os leitores do sério Voltar
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Os erros nos textos do jornal são provocados por Titivillus. É melhor deixar que ocorram, evitando assim maiores consequências para o pobre diabo.
A Folha é um dos jornais mais relevantes do paÃs, senão o mais. Foi por meio de seus editoriais — assim como dos do ESP — que muitos de nós aprendemos a escrever, interpretar e refletir criticamente. Recordo que reescrevia esses textos em papel almaço e elaborava análises sobre cada um deles. Que essa qualidade não se PERCA!
É, sem revisores competentes, fica difÃcil...
Dia desses, postei uma frase sobre ironia e, logicamente, citei o autor. Depois de seis ou sete recusas e, como não há na frase nada que viole as regras do painel, achei que podia ser o nome do autor. No alvo: mudei para mar, rio, quinta da ana. Passou!
O final da frase ficou estranho: (...) é invencÃvel. "mar, rio quinta da ana"
Quando se defende que erros ortográficos são irrelevantes diante da linha editorial do jornal pro isso ou aquilo, a discussão sobre o tema já não tem mais sentido. Já foi, já era, já passou. A regressão é total. Pouco importa falar ou escrever bem a própria lingua. Estamos diante da falácia dicotômica entre "liguagem popular" (errada mas "verdadeira") x "linguagem elitista" (correta mas sinônimo de "opressão linguÃstica"). Pobre paÃs! Quanta tolice! Que tal melhor remuneração aos estagiários?
Então temos um duplo problema: forma e conteúdo ruins.
o que mais me irrita são "assinantes" sic que usam apelidos e nomes incorretos e vivem ofendendo meu estado - SC e nosso povo quase diariamente de forma grotesca . .
pior de tudo é a propaganda diária do imbroxável e sua prole .Nunca fui petista, mas ninguém aguenta mais tanta propaganda do quase morto e sua prole. . .
Há um erro recorrente que pode ser definitivamente resolvido por uma simples orientação coletiva, já que é generalizado: usar "Palácio do Alvorada" para se referir ao "Palácio da Alvorada". Por favor, encaminhe uma orientação nesse sentido.
Obrigado, Flávio! Nunca tinha ouvido que o “DO” neste caso estava errado. Fui checar e o site da Presidência da República confinou: é “Palácio do Alvorada” mesmo!
Concordo totalmente. Piora o caso o fato de a Redação da FSP não dar a mÃnima para avisos de erros gramaticais. Esse "roubo a obras" é de matar qualquer leitor mais avisado. Socorro!
A Folha tem graves problemas na gramática e na lógica textual, sem dúvida. Mas, os vÃcios maiores estão no conteúdo ou na forma como são apresentados, sempre pró-mercado ou pró qualquer coisa, desde que seja em desfavor do Governo Lula.
O maior erro da Folha não está na forma e sim no conteúdo! Quem são os psico-patas das editorias que censuram sistematicamente os comentários dos leitores e veiculam, com prazer mórbido, a opinião de qualquer cavalgadura disposta a vomitar asneiras. A Folha, que alega uma falsa abertura para opiniões divergentes, é o maior órgão censor do paÃs e sei que a Ombudsman nada pode fazer, pois também deve ser censurada pelo mesmo pessoal.
Kiko, teu comentário foi ótimo!!
Cansei de reclamar pra Interação, e pra Ombudsman, esses misteriosos critérios, a pessoa ou pessoas que censuram. são elas mesmas que violam as regras de conduta, e confundem suas crenças particulares, morais, religiosas, etc como critériio da seção, que é bem clara: São os leitores assinantes comentaristas os responsáveis pelos comentários. Uma amostra entre mil: se a matéria fala em bun - da, mas se um comentarista usa a mesma palavra sem eufemismos infantis bumbum, eles vetam.
A Ombudsman foge da responsabilidade de seus cargo. Os erros ortográficos são irrelevantes diante da linha editorial pro mercado/TarcÃsio e anti-Lula; diante da manipulação e distorção de matérias; diante da escolha por temas que interessam ao mercado financeiro em detrimento do interesse nacional; diante da proteção aos polÃticos envolvidos em escândalos (a foto da grana do Sóstenes)... Enfim, a Ombudsman poderia t
Sugiro que a Ombudsman da Folha seja também, pelo menos, da Home do UOL, ou o Grupo Folha nomeie um(a) como Ombudsman UOL. Um exemplo que só ficou 1 dia, e sumiu: a Indenização conquistada pela ex-presidente feminina, e com reparos econômicos mensalmente. O gato comeu, sumiu. Mas se fossem fofocas, astrologia, futebol, atrizes e modelos e "personalidades" etc pagando, matérias patrocinadas disfarçadas de notÃcias ficariam, como ficam, dias e semanas.
Os erros de português ficam irrelevantes perto das tão frequentes manchetes que distorcem o sentido da noticia ou coluna, evidenciando uma ideia ou topico secundario, ou sugerindo uma interpretação inexata do texto.
Mas mais grave é a ocultação da indenização e de reparos pelas torturas por uma ex presidente. Ficou só 1 dia, enquanto muitas outras bobagens ficam eternamente, ou por vários dias. Tive que usar a Busca Interna pra rever a notÃcia. É vergonhosa discriminação (e muito vergonhosa). Quando foi pra divulgar fakenews sobre a ex presidente e sua braço direito ( recentemente também absolvida), usam-se edições e mais edições. Quanto rabo preso. Mas o jornal vem declinando tornando-se popularesco....
É chocante como o registro oral está contaminando os textos. Os verbos reflexivos são um exemplo: nove em cada dez ocorrências que deveriam conjugar “iniciar-se”, conjugam “iniciar”. “O show inicia às nove”… fico esperando o complemento que diga o que é que o show inicia às nove, já que não poderia ser ele mesmo. Pior, a adoção de anglicismos corporativos bárbaros, como “aplicar a uma vaga”, em vez de “candidatar-se” (à vaga) ou “inscrever-se” (no processo de seleção). E por aà vai!
O cargo ou posto de revisor na FSP foi extinto há anos, Fábio. Mas o problema que atinge os "redatores" das matérias é falta de cultura, mesmo. Ou seja: ignorância.
O jornal perde, assim, uma de suas funções sociais: a de ser referência na norma culta. Em tempo: não sabia que não existiam mais redatores e revisores! Está aÃ, evidentemente, a origem do problema. Ainda mais nestes tempos velozes da notÃcia online, que, ao contrário, exigiriam mais pessoal linguÃstico nalgum arranjo que atendesse tal velocidade de publicação. IAs ainda não chegaram lá!
Se não há mais revisores, então está explicado. Por mais atenta que seja, e mesmo conhecendo bem a norma culta, uma pessoa nunca revisará seus próprios textos tão bem quanto outra pessoa faria. Simplesmente porque, como as palavras e frases do texto que acabou de escrever estão frescas na memória, ao relê-lo o cérebro não presta muita atenção (afinal, não há informação nova ali). Já outra pessoa lerá com mais atenção, pois o texto é desconhecido para ela, e os erros saltarão aos olhos.
Infelizmente, não está explicado, não, Sérgio. A FSP, e qualquer veÃculo, em princÃpio do princÃpio, tem obrigação de selecionar muito bem as pessoas à s quais dará espaço para assinar matérias nas respectivas edições do jornal. Isso sim, impediria o aparecimento de erros tão supinamente crassos nas reportagens.
Pelo teor dos comentários, todos procedentes, vê-se que a qualidade do jornal caiu horrores!
A ombudsman deveria pedir para que um revisor comentasse as sugestões de leitores que corrigem textos. Por ex: Magda Wagner diz que achou um erro dos grandes no tÃtulo "PolÃcia Civil prende segundo suspeito de roubo a obras de arte da biblioteca Mário de Andrade". Acontece que pode não soar bem mas não está errado! Pode-se dizer por ex. roubo a lojas e roubo de lojas, sendo a 1a forma a mais correta. Feliz Natal!
É que “obras de arte” não são um lugar, são objetos. Dizemos roubo a lojas e roubo a bancos (a um lugar), mas roubo de produtos (da loja), roubo de dinheiro (do banco), não roubo ao dinheiro etc.
Considero ainda mais grave a divulgação de informações infundadas em textos sem argumentações consistentes. Alguns dos articulistas da Folha chocam pelo seu lado tendencioso. Decididamente, a Folha confunde mais do que esclarece.
A Falha fez uma opção muito clara, em vários sentidos, quando do golpe contra a irmã herdeira. O que importa é o pag bank e o lucro das maquinistas da Faria Lima. Para o jornal, o alto nÃvel dos pondés, dos deméritos, das krameres, das koerichs da vida. Quem leu Jânio, Marcelo Coelho, entre tantos outros, entende o naufrágio desse ex-jornal.
Abaixo, passou a versão mais ao gosto da frieza da "moderação". Tristeza.
Dizia que ba decada de sessenta, a Folha tinha entre seus revisores a nata dos que se tornariam os textos mais brilhantes da imprensa brasileira. José Hamilton Ribeiro, Sérgio de Souza, Mylton Severiano da Silva. Depois, José Hamilton como repórter, Sérgio e Mylton como copidesques, se esmeravam em proporcionar aos leitores a qualidade da informação e o prazer da leitura.
A ombusdsman não comentou a crÃtica que fiz na semana passada, sobre o "aviso de proibição" para comentar uma matéria relativa à guerra em Gaza. Minha dúvida permanece: Será que este aviso se deve a algum "erro" do jornal ou foi o conteúdo o motivo?
Humberto, tudo bem? Chequei as matérias e não encontrei proibição, estavam com espaço para comentários, e eles estavam sendo feitos. Houve outros casos, porém, de problemas técnicos (e não só nos textos sobre Gaza), que foram sanados. Se o problema ainda estiver ocorrendo e puder me mandar detalhes sobre ele, fico disponÃvel no ombudsman@grupofolha.com.br ou pelo formulário que fica abaixo de todos os textos do jornal. Obrigada!
Acredito que nenhuma das versões que mandei anteriormente não passaram pela moderação. Submeti ao chat GPT pedindo que o tornasse palatável ao gosto da Folha. Ela elogiou como elegante e nada que impedisse a publicação automática, mas o transformou em algo tão estranho que me recuso a assinar.
Bobagens. Os jornalistas da Folha usam livremente a linguagem coloquial do povo. Ótimo! O que importa é a qualidade das matérias e reportagens.
Qualidade que é seriamente comprometida em muitas ocasiões pelo que você chama, com condescendência, de "linguagem coloquial". Não é nada disso. São erros grosseiros, às vezes dignos de um analfabeto funcional ou de alguém com vocabulário limitado, ou simplesmente fruto de desatenção. Não há intenção de insultar os profissionais, mas de alertar os editores e demais responsáveis pela edição final para a qualidade dos textos, que ultimamente piorou, e muito.
Acredito que parte significativa dos erros são provocados por corretores autómaticos; acho que deveria ser abolido nas redações. Outro fator é a falta de um departamento de revisão; na falta dele uma revisão feita por um colega seria mais eficiente que feita pelo próprio autor.
Falta edição . Leitor há 45 anos , cortei a assinatura fÃsica quando da demissão de Jânio de Freitas . Cada vez leio menos a online . Não reconheço mais a Folha que conheci . A quase totalidade de meus amigos , idem . O jornal parece querer como leitores aqueles que nunca leram jornais . E que vão continuar não lendo . Os antigos , com repertório e fiéis , foram embora
meu pai faleceu há quarenta e sete anos. Eu herdei a assinatura dele - que já era assinante .
"Perda" (com D) é um substantivo que indica o ato ou efeito de perder (ex: a perda de tempo, a perda de um amigo), enquanto "Perca" (com C) é uma forma do verbo perder (presente do subjuntivo ou imperativo), usada em frases como "Não perca o ônibus" ou "Espero que ele não perca". Dizer que ambas são a mesma coisa é demais!!!
Sabe-se do corte em muitas funções tradicionais do jornalismo. No entanto, não se vê no Estadão o acúmulo de erros e de matérias não só na escritas, mas mal pesquisadas e argumentadas. Falta supervisão também, coerência, consistência. Exceto alguns colunistas e jornalistas (PatrÃcia Campos Mello por exemplo) o jornalismo da Folha anda medÃocre. Até nos editoriais há erros de português (sem falar das ideias).
Não vou repetir o que os assinantes descreveram nos "comentários”. Concordo sobre os erros de variadas naturezas. O que me incomoda é o uso abusivo e equivocado do verbo “entregar”. Não apenas os jornais abusam da aplicação, mas o Diário Oficial da União e os jornais oficiais de Estados escrevem "entrega” e “entregar" por esquecimento e preguiça mental.
Ãureos tempos em que a revista Manchete tinha como revisor chefe (sim, eram vários e havia um chefe) era Manuel da Cunha Pereira! Ele foi um grande filólogo português radicado no Brasil, revisor de ninguém menos que Aurélio Buarque de Hollanda, com quem escreveu depois, na década de 60, o primeiro Vocabulário Ortográfico Brasileiro da LÃngua Portuguesa. Hoje a Folha deve pagar meio salário para um estagiário do segundo ano de jornalismo para dar uma olhada nos textos. Quer o quê?
Naquela ocasião havia quantidade infinitamente menor de assuntos a noticiar. Outrossim, era um semanário, havia tempo mais que suficiente para verificação da redação ou da diagramação. Slogans de hoje são 'Em um minuto tudo pode mudar'. Então o jornalista tem que ser o seu próprio revisor. É que me ocorre, sou somente uma opinião.
Não tem solução. Muitos jornais e revistas resolveram querer competir contra blogs e perfis de lacração polÃtica nas redes sociais, então publicam qualquer besteira que acham que vai caçar cliques. Se não conferem nem a informação (como um jornalista decente faria), erros de português são o menor dos problemas.
Perfeito!
E o uso abusivo do pretérito do imperfeito pra NÃO dar notÃcia, mas s "supor" notÃcia. Teria, haveria, estaria e por aà vai. Ou o homicida matou alguém. Se o assassino "teria" atirado, a vÃtima "'teria" morrido. Muitas vezes, não há notÃcia com o pretérito. Apenas, suposição de fato. E a Folha abusa disso!
Certo! Mas no caso, o que chama atenção nem é tanto o abuso da conjugação, mas a baixa qualidade do jornalismo presente na Folha atual.
Seria ótimo o jornal dedicar-se ao jornalismo do tempo do publisher Octávio Frias Filho, quando a informação sempre ganhava do proselitismo e da desinformação. Havia o "outro lado", colaboradores com conteúdo, até os quadrinistas eram melhores. Não basta o rigor gramatical quando há profusão de manchetes confusas, muitas de propósito. Acho que foi Hemingway que disse que "escrever é reescrever e reescrever, até chegar à frase bem feita".
Recordo que durante meu perÃodo de preparação para o vestibular, professores de redação eram unânimes em recomendar a leitura desta folha. Creio que essa recomendação caducou faz muito. Me incomoda de forma descomunal, e creio ser consequência desse processo de enxugamento das redações, o uso indÃscriminado e muitas vezes irresponsável de ferramentas de IA. É muito fácil reconhecer tais textos, pois estão cheios de maneirismos que os tornam identificáveis.
Elienai Araujo: Pois é, casa de ferreiro, espeto de pau! Fui criticar os erros do jornal e acabei deixando passar um 'onde' em contexto abstrato. Agradeço a correção; nada como um leitor atento para nos manter na trilha da norma culta. A "Lei de Murphry" revisitada também é implacável: "Se você escrever um texto criticando a edição ou a gramática de alguém, haverá um erro de gramática no seu próprio texto."
Caraca!Sou tão lorpa em português que só se prestar muito atenção para inferir o erro. Quando alguém responde a mim, se for perceptÃvel a olho nu, corrijo sem querer corrigir Que frustração. Tudo culpa do Castro Alves, não o poeta que nunca li, só de bronca, mas do Ginásio Estadual em Cornélio Procópio, Paraná que me impediu de cursar o ginásio, por falta de registro de nascimento.. Há mais de sessenta anos carrego essa ira dentro de meu ser. Poderia ter sido grande na vida.
Brigadona , Tadeu! Tudo caixa alta com muitas exclamações.
Neli Eu quis te elogiar e errei no vc, já não enxergo direito esta telinha do celular. Então leia na minha mensagem anterior; Neli, você é grande. (e em caixa alta!)
Neli. Vo é grande.
Dois textos que mandei vão passar por análise da moderação antes da publicação. Da próxima vez vou pedir a alguma inteligência artificial que o torne palatável ao gosto desta folha.
Switlana, nada mais irritante do que essa "moderação" do jornal. Não se sabe quem a faz; se uma inteligência artificial muito burra ou uma toupeira disfarçada de ser humano. E olhe que a Folha adverte ser do comentarista a responsabilidade pelo comentário.
Há pouco mandei um texto que não pôde ser publicado automaticamente, precisa passar por moderação. (!) Não consigo imaginar a razão.
Sérgio de Souza, meu companheiro por 40 anos, falecido há 17, foi consagrado como um dos melhores textos que a imprensa brasileira já teve. Começou na Folha nos anos 60 como revisor, assim como José Hamilton Ribeiro, Mylton Severiano da Silva e outros tantos que se esmeravam para proporcionar prazer ao leitor. Se nem a informação recebe a atenção devida, imagine se alguém vai dar importância aos erros gramaticais. As Ias que o digam.
IA , escreva com alguns errinhos de português para que os assinantes pensem que foi um humano que escreveu a materia ! — Serto! Mais alguma coiza?
Sim, corrija “matéria”
Mais grave é a ocultação da indenização e de reparos pelas torturas por uma ex presidente. Ficou só 1 dia, enquanto muitas outras bobagens ficam eternamente, ou por vários dias. Tive que usar a Busca Interna pra rever a notÃcia. É vergonhosa discriminação (e muito vergonhosa). . Quandofoi pra divulgar fakenews sobre a ex presidente e sua braço direito ( recentemente também absolvida), usam-se edições e mais edições. Quanto rabo preso. Mas o jornal vem declinando tornando-se popularesco.
Infelizmente,sempre quiseram dar ao jornalismo uma nobreza que ele jamais teve e jamais terá.Sua independência termina na origem de sua existência,ou seja,os interesses de quem o banca,seja o dinheiro do capitalismo ou o poder do socialismo.Conta com a ingenuidade de seu leitor que,tendo sua cabeça feita pelo próprio jornalismo,tem dificuldade de entender que é vÃtima de um logro.Claro...existem exceções.Mas muito frágeis para lutar contra os interesse-particularmente-do grande capital
Não é só na Folha. Tenho visto erros crassos em outras grandes mÃdias. Sabe o que é? Má formação lá trás, no ensino médio. E a atual falta de revisores dá nisso.
Também está relacionado a não quererem pagar revisores, a própria matéria cita o acúmulo de funções. Simplesmente extinguiram o controle de qualidade.
Não é no ensino médio, é também, mas vem mesmo de casa. Meu pai tinha muitos livros - e lia - aprendi a ler muito cedo com minha mãe. Meu pai teve a sabedoria de não me mandar ler os livros dele, eu fazia meio às escondidas. Há vaidade nesta postagem, sim, mas é pra ilustrar que vem bem antes do ensino médio, como diz um ou uma comentarista.
Ora, ora, ora se isso não é também resultado de um ensino fundamental com progressão continuada em q passa todo mundo, um ensino médio q não exige, faculdades q baixam a régua para os alunos entrarem, exigindo cada vez menos pq o importante é ter o diploma, etc…
Em tempos de ia, ais impropriedades evidenciam que os redatores são humanos?
Ouvir discurso de polÃticos é uma lição de como massacrar o vernáculo. Jânio foi o último que falou corretamente. Rsrs
qui-lo nunca disse.
FÃ-lo porque quÃ-lo , hahaha.
Outro problema que atinge diretamente quem comenta aqui no painel é o veto a numerais. "A comissão aprovou verba de dois bilhões, setecentos e oitenta e cinco milhões, seiscentos e noventa e sete mil, duzentos e quarenta e oito reais e noventa e sete centavos para o projeto... " Convenhamos que R$ xx. xxx.xxx.xxx,xx seria bem mais simples. Feliz dois mil e vinte e seis!
Me alegra ver que a ombudsman menciona esse problema recorrente.
Jornais quebrados. Profissionais mais baratos… Erros são fiapos do esfarrapado pano de fundo chamado qualidade na apuração e tempo para a redação. Ainda bem que ninguém olha dentro da fábrica de salsicha…
Talvez a melhor-pior fábrica de salsichas atualmente produz as referências-consulta da maioria d leitores, crônistas, jornalistas. Tenho esperança q o uso da lÃngua só vai piorar com o tempo. E o uso do baixo calão, palavrões, tão corriqueiro no governo Bolsopata? Lembro-me da reunião ministerial d 2020, quando a Folha até contou o número usado e abusado, e puxado pelo exemplo-d-grandemito.
Sempre há muitas considerações, muitos detalhes quando se redige. Quem o faz tem sua atenção focada no conteúdo do que escreve. Daà passam os equÃvocos da forma de se expressar. Faz-se necessário voltar várias vezes no texto, quando eventuais erros são percebidos. Textos longos demais são um suplÃcio. Concordâncias 'verbo-nominal' são o pior. Depois vem colocação pronominal. A lÃngua pátria é muito rica, permite variações inimagináveis.
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