Amor Crônico > Paolla, Diogo e a importância de normalizarmos finais sem vilões e porquês Voltar
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O sujeito virou barrigudo, careca e pior, com um bafo prá la de medonho. A moça deu no pé, com toda razão.
boa noite senhores da FSP, não fiz qualquer comentario a respeito do casal citado, e muito menos também autorizei qualquer comentario em relação ao casal, gostaria que os senhoresa verificasse caso tenha alguem se passando pelo meu nome, com o uso de minha assinatura pela FSP, já a alguns anos como assinante!!!
O pagodeiro se enganou com ela porque quis... Ela vinha de no mÃnimo, duas dezenas de homens, de todos os tipos que ele pensar. Inclusive, daquilo... Uma mulher assim, não ia ficar com ele para o resto da vida. Isso, estar na cara, não ver quem não quer! Logo, ela estará com o próximo da fila, fazendo juras de amor. Temos hoje, coisa mais importante do que ficar consolando homem bobo e desavisado!
Dois ou três anos, a maior parte do te são vai embora, se não foram criadas outras conexões, por objetivos comuns, a sorte do azar de uma situação difÃcil que mostrou o quanto o parceiro faz diferença, então a fila, provavelmente, vai andar. O homem sai com o peito estufado, com uma mais que vai virar estória de bar com amigos, à s vezes com detalhes. A mulher sai com mais um para a explicar. Não há empate.
Ótimo artigo (como de costume), Carol Tilkian reflexões sempre bem pertinentes, argutas e reais, sem perder a ternura, leveza e gentileza. obrigado por nos ajudar a refletir sobre um dos aspectos da vida dos mais importantes, como são as relações afetivas/amorosoas
O que segura um casal é amizade, é rir juntos, o tesão e a paixão pode até diminuir ,mas o companheirismo é a raiz sólida do matrimônio duradouro.
Acho que foi o penteado novo que fez ela "broxar"! Kkk Lógico que foi uma conexão midiatica! Quem conhece a história dos dois sabe perfeitamente disso!
A Paolla já teve mais maridos do que fez novelas. No fundo ela está certa , enquanto existe tesão ela fica , acabou ela vai embora.
Ao dizer “formamos “Um casal feliz”. Não se percebe essa impossibilidade. Ali existe dois. Por mais que se queira, não se transforma dois em Um. Nessa tentativa do Um, um deles pode sucumbir. A mesma coisa é o Só nós dois. O Só está ali, vem antes do nós. O que começou muitas vezes acaba. Não dá para insistir. Ficar nesse junto, nesse juntamento, até que a morte os una. O quê já não existe mais, deve ser abandonado. Encarado como mais uma das muitas dolorosas perdas que atravessamos na vida.
O verdadeiro amor não acaba ! Nem o tempo consegue apagar as melhores lembranças ! Hoje , o que se vê são interesses que perderam o sentido e a razão de existir e de conviver lado a lado !!
A citação está incorreta (deve ter sido feita de memória). O que Vinicius de Morais disse, no Soneto da Fidelidade, foi: “Que não seja imortal, posto que é chama./ Mas que seja infinito enquanto dure.”
Wilson Roberto Theodoro, muito aprazÃvel me foi sua última manifestação refutando qualquer viés de moderação embutida na sugestão de que eu procurasse um espaço próprio na locação de minhas considerações; algumas delas bastantes heterodoxas embora documentadas em obras de antropólogos cujas investigações remontam estudos milenares sobre sexologia que então constituiram a base de religiões, fossem elas animistas ou não...! Grato pelo esclarec. que, só por tê-lo feito, tranquilizou-me. Abraços.
...Se você acha que*
Geraldo, sinto muito ter-lhe passado essa impressão. Longe de mim querer censurar a opinião de qualquer pessoa. Minha sugestão visava apenas assegurar que a sua manifestação tivesse mais destaque e pudesse ser apreciada por mais leitores, já que meu comentário foi um dos primeiros, e nem todo o mundo tem a paciência de ler todos eles até o fim. Se você acha suas considerações ficam bem onde estão, ótimo. Não tenho nada contra. Um abraço.
Sofridamente*
Wilson, pensei bastante na sua sugestão de fazer comentário num setor independente do seu e concluà sofregamente que sua intenção mais recôndita é a de censurar, tipo assim, Folha de são Paulo, quem queira sobrepor à s suas palavras outras quaisquer que não sejam condizentes com as idéias por você expressadas sobre determinado assunto; no caso, o Soneto da Fidelidade, do VinÃcius...!
Theodoro, grato pelo retorno...! Oportunamente o farei.
Brita, sua resposta foi muito além do meu singelo comentário. Sugiro que você faça um comentário independente.
Enfrascada*
JC orientou construir a casa sobre a pedra, não sobre areia. Segundo Weor, pedra é palavra cifrada para o conjunto macho fêmea, decorre daà a base desta relação no coito interrompido (Enoque), hoje no sucedâneo tantra. Manter a energia da criação, sem derrame seminal, é a chave, pedra angular na construção do templo, corpo fÃsico, no trabalho sobre si mesmo tendo por objetivo religação com a divindade e construção dos corpos superiores do Ser, libertando a essência engraçada, etc.
Enquanto duro
Sim, Carol, tu pontua muito bem essa situação de um amor, digamos, perecÃvel. Nem entro na questão do casal citado (dia desses já questionei outra colunista sobre um amor sincero de casal midiático exposto nas redes). Mas, fico pensando, sempre, nesses casais lindos, aos 80+, que muitas vezes falecem um após o outro, um mistério. Viveram um amor não perecÃvel? Vivemos a aceleração do tempo social provocada pelas redes digitais e, nisso, o amor não se tornaria ainda mais perecÃvel, precocemente?
Amar é dar o que não se tem.
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