Mauricio Portugal Ribeiro > Enel: a armadilha da caducidade e a inércia do curto prazo Voltar

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  1. Rodrigo Izquierda

    Segundo a filosofia do atual governo de SP privatizar é a solução para todos os serviços públicos essenciais. A Enel esta aí para provar como está errada essa filosofia.

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  2. Antonio Mauricio

    Falou-se que o autor do texto estaria em defesa da Enel. Discordo. Parece muito singela a ideia de que rompimentos abruptos de contratos com término iminente é temerária, ainda mais diante das zonas cinzentas em que não se pode afirmar ao certo de quem é a culpa. Isso sugere, realmente, mais uma decisão apaixonada da política, incompatível com os vários caminhos que poderiam ser adotados alternativamente.

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    1. Felipe Braga

      Mas vai renovar? Me responda! Fiquei 3 dias sem água. Não pode ser renovada, a Enel não tem compromisso e respeito com a população.

  3. Carlos Alberto Komora Vieira

    Parecia tão simples: vamos privatizar, o Estado não tem de ser prestador de serviços. A iniciativa privada faz melhor e mais barato. Será? E quando não faz?

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  4. Felipe Braga

    Ricardo, que seja, concordo com o que disse. Entretanto, a Enel não pode ter seu contrato renovado.

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    1. Ricardo Candido de Araujo

      Felipe, concordo que não deve ser renovado mesmo, porém, um novo contrato que leve em consideração as condições climáticas que aparentemente passarão à ser predominantes, é necessário, seja quem for a nova concessionária. Veja meu caso, 30h sem energia por falta de domínio da planta pela Enel e um humano ao telefone, à quem eu pudesse explicar a situação. E devem também ficar bem claras as responsabilidades do manejo da cobertura arbórea, com multas às prefeituras que falharem nas suas partes.

  5. Ricardo Candido de Araujo

    Como sempre digo, um dos grandes problemas frente a situação atual, é a obsolescência das exigências contratuais, que foram criadas principalmente para tornar as concessões atrativas para investidores privados, especialmente estrangeiros, não tanto para assegurar qualidade dos serviços aos consumidores. Mais uma obra do tão aplaudido, por essa Folha inclusive, Tucanistão.

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  6. Felipe Braga

    Mesmo que não se chegue à caducidade. Não tem condições da Enel continuar após dois mil e vinte e oito. Ela precisa ser retirada.

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    1. Ricardo Candido de Araujo

      Caro "primo", se entrar outra com o contrato no formato atual, corremos o risco de trocar seis por meia dúzia. É mandatório repensar as exigências, principalmente técnicas, presentes no contrato.

  7. Carlos Mesquita Neiva de Melo

    A Enel vendendo que é melhor o "ruim com ela" do que tentar tirar "ela: a ruim". Isso é quase uma matéria paga

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