Tom Farias > Biografia sobre Machado de Assis resgata passado negro do gênio da literatura Voltar
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Belo e importante texto. Parabéns ao Autor. Machado de Assiz vai além de seu tempo como escritor maior.
Excelente texto.
Carolina, portuguesa, foi a grande paixão de Machado de Assis. O Bruxo escrevia de manhã e à tarde trabalhava nos empregos. Então, a musa revisava os textos do marido. Qual a influência dessa mulher no aspecto formal da obra machadiana? Prosódia e sintaxe?
Bem interessante o texto. Escrito com maestria, lastro cultural e sabedoria. Imenso Machado! Apesar das condições adversas em que nasceu fez da literatura uma cabeça de ponte.
Ele era filho de um mulato com uma imigrante dos açores. Nesse sentido foi bem tÃpico da mestiçagem brasileira. Entendo que o objetivo do colunista é chamar a atenção para sua ancestralidade africana, muitas vezes recalcada pelo racismo estrutural. O próprio Machado se afastou da madrasta negra quando se tornou um escritor de sucesso e ganhou "respeitabilidade burguesa".
Machado, Machado, Machado de Assis sempre! Extraordinária escrita.
O autor do texto foi comedido. Não deixou escapar nenhuma novidade do biografado, mas é compreensÃvel. Afinal, o livro precisa ser vendido.
Importante, sempre, lembrar do Machadão. Que tal, também, falar um pouco de Lima Barreto para a moçada de hoje?
Ótima ideia!
Que texto! Parabéns!
Excelente texto, parabéns! Quanto ao maior escritor que o Brasil já produziu, todo reconhecimento é pouco. Gênio, sim, mas gênio real, no fictÃcio como jogadores de futebol, corredores de fórmula 1 e tantos outros “jênios” criados pela mÃdia.
Jogador de futebol não precisa estudar. Mata aula desde crianca, para jogar futebol. E o endeusamento da mÃdia atrai os jovens do Brasil para a ignorância. Como dizia Heitor Villa Lobos, "Os brasileiros valorizam mais o pé do que a cabeça".
Acho importante lembrar e exaltar que Machado de Assis era negro, em um paÃs tão racista. Mas tenho dúvidas se associar cor de pele em si à genialidade. Seria como associar Nelson Rodrigues a pele branca por si....
Maravilha de texto. Congratulações ao articulista. Mas o que a história de vida do inolvidável Machado de Assis nos revela é que o Ser transcendente manifesta-se em corpos variados e que a pele é simples revestimento corporal, pouco importando a sua cor. Preto (como de fato foi o seu corpo nesta encarnação), vermelho, amarelo, branco ou misturado, ali residia a mais brilhante mente nascida no Brasil. Amo Machado de Assis
Espero que o livro tenha sido tão bem escrito quanto o texto que vc produziu acima. Parabéns pelo artigo E sim, a negritude e origem humilde de Machado são partes essencial da mistura que fez dele um escritor genial!
Papo brabo! Credo!
Não compreendi seu desconforto.
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