Mauro Calliari > Dickens, o andarilho que escreveu a maior história de Natal, tinha a chave da rua Voltar
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Pontual e interessante!
Sem dúvida um dos mais importantes escritores da história da literatura. Talento, estilo, sensibilidade e uma visão generosa da infância e da adolescência que é difÃcil de se encontrar.
0 flâneur foi muito bem descrito por Baudelaire, Benjamin, Machado de Assis, Jorge L. Borges, Gabriel G. Marquez, entre outros, e todos o fizeram com maestria.
Escreveu bem. Muito bom.
O gênio de Dickens nos forneceu outros personagens que nomearam outras manifestações como David Copperfield (o mágico) e Uriah Heep (banda de rock). A quantidade de livros magnÃficos como D. Copperfield, Grandes Esperanças, Pequena Dorrit, A velha loja de curiosidades... não é superada por ninguém, pode ser igualada por poucos (Dostoievsky, Machado de Assis, Balzac...)
Viena em mil oitocentos e oitenta tinha setecentos mil habitantes; uma década depois um milhão e trezentos mil. Em mil novecentos e dez dois milhões. Adolfo Loos criou uma arquitetura moderna com fachadas simples e espaços funcionais para acomodar a multidão. Na literatura apareceu o Homem sem qualidades, refletindo as batalhas dos homens para sobreviver nessa densidade populacional. Wittgenstein propôs uma lógica adaptada a isso tudo. Em São Paulo, múltiplos Scrooges e seus espectros nos olham.
Andar por SP como meditação ou terapia, válvula de escape, choque de realidade e fonte de criatividade
Não sabia da infância do Dickens. O famoso pedido do garoto no refeitório: "por favor senhor, eu quero um pouco mais" certamente tinha raÃzes.
Belo texto. Caminhando, fora do conforto dos apartamentos, vemos os que estão em situação de rua, problema que os governos ainda não resolveram. Essas pessoas precisam de ajuda urgentemente.
Obrigado O pelo texto , uma bela sugestão de mudança de rotina para o ano que vem , eu gosto
Maravilhosa lembrança. Feliz Natal
Um Conto de Duas Cidades, uma ficção em que se aprende mais sobre a Revolução Francesa que nos livros de história.
Assim como Tempos DifÃceis era uma aula sobre a revolução industrial.
Sobre a revolução francesa e sobre a natureza humana… Por acaso terminei esse hoje. Uma obra-prima sombria.
Verdade. Uma história arrebatadora.
Conto edificante, que hoje, velho e mal humorado, considero chapa branca. Mas muito bem escrito. As descrições dos fantasmas, principalmente o último são demais. Leiam, vale a pena.
Tenho esta obra, e lia em todo natal! Charles Dickens é um autor que retrata a realidade social de seu tempo, com clareza, objetividade, e bom humor. Nos dias atuais, sua leitura torna-se imprescindÃvel, onde o egoÃsmo, a ganância desenfreada, o individualismo, o orgulho e a vaidade, tomam conta das pessoas e da sociedade.
Eu acho que egoÃsmo, ganância ,etc nasceram com 9 ser humano....não é de hoje, é de sempre
Ótima ideia. Todo Natal releio o conto "Natal na barca", de Lygya Fagundes Telles. Vou ler "Um conto de Natal", que tenho há anos na estante, sem ler, e vou fazer dessa leitura tradição natalina. Feliz Natal!
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Mauro Calliari > Dickens, o andarilho que escreveu a maior história de Natal, tinha a chave da rua Voltar
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