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  1. Francisco Marra

    A mesma ladainha da folha com um textão desse não viu na de bom, nem o tarifaço do Tramp teve para folha, mas o que fez não comentar? Lula. Para não dar o crédito ao barbudinho.

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  2. Dionisio DeBarros

    Juros altos I5% devido a inflacao alta 4%, eh isso mesmo Folha? Esse tipo de jornalismo desinforma o leitor. Nao ha no mundo exemplo de pais algum que ache inflacao de 4% alta e que precisa ser combatida com juros de I5%. Isso so acontece no Brasil pq uma divida imensa foi formada para o enriquecimento de rentistas graudos e bancos. Hoje esses agentes negativos tem tanta forca que impedem a queda dos juros. Com isso o pais nao sai do 3o mundo.

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  3. Alcione Malheiros dos Santos

    Os editores de Folha ainda estão vivendo as teorias econômicas dos anos 80 e não leram nada de novo desde então. Taxa de juros controla inflação provocada pelo aumento do preço do tomate, da carne, da cebola? A inflação caiu não pelos juros do BC, mas pela baixa de preços dos alimentos. As taxas de juros alimentaram rendimentos e reduziram investimentos. Foi isto.

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  4. vitor da Silva

    Em meados do ano passado, mesmo com números bons na economia e inflação na meta, o BC subiu a Selic, com base em ficções, expectativas, pressões e riscos futuros imaginarios. E é assim até hj, com a folha sempre protegendo as perversidades do BC: falências, inadimplências, dívida pública crescendo por causa da Selic alta, dividas privadas sem controle... Como pode a sociedade, duzentos milhões de pessoas aceitar isso?

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  5. Alan Vieira

    Vamos ver se em 2026 o “mercado” acerta uma.

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  6. Marcelo Masiero

    "Surpresas positivas", a falta de vergonha na cara dos editores da Folha tem chegado a um limite perigoso. As frases e palavras são escolhidas a dedo para diminuir o sucesso econômico do governo Lula. Jornalismo menor, vendido e a cada dia, mais abjeto.

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  7. Ney Fernando

    O baixo índice de felicidade da Folha diante do atual governo foi reduzido mais um pouco com a manchete de hoje, da própria Folha, sobre o otimismo de sessenta e nove por cento da população.

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  8. Estela Najberg

    Não sei se eles falam de uma constatação ou de uma torcida. Todas as previsões de catástrofe da economia foram desmentidas pelos fatos. O editorial não menciona o possível impacto com a mudança no IRPF. Qual a previsão do total de recursos que serão direcionados ao consumo. O cidadão que ganha 5 mil reais por mês terá 6 mil/ano para usar como quiser. Aposto na tendência de ir para o consumo.

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  9. Marcos Gandelsman

    L u l a dois mil e 26

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  10. Marcos Gandelsman

    L

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  11. Marcos Gandelsman

    É o vale tudo pra derrubar Lula em 2026. Esse jornaleco não se envergonha do que publica. “Apesar de você, amanhã ha de ser outro dia”

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  12. Mario Donizete Pelissaro

    Quem leu jornais esse ano, inclusive a FSP, viu todas as previsões feitas e publicadas, desde o começo do ano, foram pessimistas e até catastroficas. Não acertou uma sequer. Todos os indicadores mostram numeros positivos e muito acima daqueles previstos e publicados nos jornais. Pelo jeito, não aprenderam nada. Vão continuar com seu pessimismo seletivo e mal intencionado e com certeza errarão de novo.

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  13. João Leite Leite

    Impacto de gastança desenfreada do governo. Os economistas em vez de pressionar o governo para gastar menos indicam aumento de juros, redução do salario mínimo que está defasado em 500% levando milhares de trabalhadores todos os anos para o bolsa família e para engrossar as favelas. Para trazer algumas esperança de melhora é preciso trocar o governo e boa parte dos parlamentares. Este governo que era a esperança de dias melhores, levou o país e o povo a um precipício escuro e sem saída.

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  14. Raymundo Itareru

    esse jornalzinho está comemorando porque sempre torceram contra o Brasil, vocês od e iam o país, são entreguistas e vassalos dos EUA

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  15. Peter Janos Wechsler

    Economistas são grandes analisando em retrospecto o por que erraram as previsões. Pessoa tem a honestidade de expor seus erros e acertos. Não sou do ramo, mas minha experiência diz que haverá uma gastança desenfreada e desnecessária de dinheiro público no ano que vem.

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    1. Peter Janos Wechsler

      Sem juros altos., há fuga de dólares garantida e falta de investimento multinacional. Não é tão simples..

    2. vitor da Silva

      O endividamento do país, decorrente dos juros altos, é cria do BC

    3. Peter Janos Wechsler

      E endividar o país

    4. vitor da Silva

      Os juros altos ajudam o "mercado" a subtrair dinheiro do tesouro nacional . Servem também para desgastar e tirar a popularidade do governo Lula3 e podem colocar a economia em estagnação e recessão

    5. Peter Janos Wechsler

      Populismo demagógico e gastos sociais não são sinônimos. Exemplo: Sete Brasil.

    6. vitor da Silva

      Se gastos sociais são considerados populismo, podemos chamar os juros altos de tentativa de derrubar a economia - e o governo

    7. Peter Janos Wechsler

      Vitor. Eu me referia ao populismo eleitoral que sai caro.. A relação dívida pública PIB só aumenta dificultando baixar os juros. A gastança desenfreada só vai piorar a situação.

    8. vitor da Silva

      Com certeza haverá uma enorme gastança com os juros da dívida pública. Mais de um trilhão de reais. O BC mantém os juros altos, faz a dívida explodir, e o governo é obrigado a pagar aos bancos e rentistas um tri por ano. A Folha não reclama do BC, responsável pelos juros altos que sob Lula3 já deram trilhões aos ricos. A folha só reclama dos gastos sociais do governo.

  16. Eduardo Luiz De Faria

    Não, os juros altos nunca tiveram como justificativa técnica os gastos do governo. Se essa fosse a solução pra tal problema, os juros dos EUA seriam o dobro dos nossos. A necessidade dos juros, segundo o BC, está na economia superaquecida, que seria inflacionária. Se for isso mesmo, a política de juros altos foi um sucesso. Mas seria esse mesmo o objetivo dela?

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  17. Marcelo Magalhães

    Esse texto é um espetáculo de prepotência e oportunismo. Obedece a regra de criticar sistematicamente o governo Lula e elogiar os desvarios que foram os governos Temer e Bolsonaro. Segue à risca, a prática de modelagem macroeconômica, que reconhece imperfeita, mas prevalece, por ser favorável aos acumuladores gananciosos. Já foi diferente, quando Celso Furtado e Maria Conceição Tavares frequentavam essa Folha e davam à economia a dimensão política inerente, desprezando os modelos especulativos.

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    1. Marcos Benassi

      Pô, Marcelo, desculpaê, Mano, mas usando essa régua, fica dificílimo pra folha: o Furtado e a dona Tavares eram figuras de uma estatura intelectual radicalmente acima da média atual, não só pelos bons miolos, mas pela excelente formação. Zorra, e a dona Conceição, pelos bigodes Tuga, capaz de desaforar lindamente qualquer iiiddiota que se postasse defronte. Além disso, *não eram interessados*, não faziam previsão publicada para que, adiante, "se concretizasse" e valorizasse suas carteiras.

  18. Marcos Benassi

    Bem, "por óbvio" não será a folha quem dará o braço a torcer e dizer que finalmente deixou de errar em uma previsão horrorífica; também, por óbvio, não constrói a frase de modo admitir que "as previsões governamentais, ora!, estavam certas. Agora que o mercado deixou de lutar contra, homessa!, convergem pra valores próximos." Não tenho tais números na cabeça, mas faço uma Bete de que minha frase está correta. E, caso não esteja, tudo bem: não ganho nem perco nada, não faço futurismo interessado.

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  19. jose fior neto fior

    Opinião da Folha totalmente sem nenhuma base, uma vez que o país está nadando de braçadas apesar da oposição cavalar do BC, com juros ditados e controlados pela extrema direita, emendas parlamentares que minam grande parte dos esforços do governo, e uma oposição que só pensa em si (gatunagem sem remorso).

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  20. vitor da Silva

    Ao manter juros muito acima da inflação, o BC está garantindo que a riqueza gerada pelo trabalho e pela produção seja drenada para o sistema bancário,. Além disso, os juros altos (não os gastos) é que fazem a dívida pública explodir e piorar os problemas fiscais

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