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  1. Nerisvaldo José Santos

    Só fato desse dinheiro todo ser usado sem transparência de sua movimentação é criminoso. Infelizmente, a frase, pelo menos em relação aos políticos, "é inocente até que se prove o contário" é mentirosa.

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  2. Mario Donizete Pelissaro

    É preciso lembrar que esse sistema de distribuicao de verbas comecou com um impacto pequeno no orcamento, até que entrou bolsonaro. A partir daí, configurou-se a tragedia que vivemos hoje. Bolsonaro e Guedes, entregaram a chave do cofre ao legislativo e permitiu a criacao das "emendas secretas". Agora, prá moralizar, vai ser dificil.

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    1. João Leite Leite

      Até o Lula se eleger para presidente era proibido usar verbas publicas para políticos comprar apoio. O Lula na presidência criou o mensalão. Desvios de dinheiro dos cofres públicos para comprar apoio dos parlamentares. Toda a cúpula do governo foi condenada e presa só salvaram o presidente mas os desvios de verbas continuaram bilionários por debaixo do pano. Só veio a tona no segundo mandato da Dilma. No governo Bolsonaro aprovaram uma lei legalizando um ato criminoso e se tonou legal.

  3. jose eduardo serrao

    Editorial bom, mas faltou abordar o privilégio da desoneração da folha de pagamento.

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  4. Marcos Benassi

    É sintomático, quase um evento sincronístico, que o deputado Barbary(dade) tenha sido o exemplo prototípico escolhido. Pena que da folha tenha, no período pro qual aponta, contribuído com gosto e agência para o estado de coisas que agora critica, atingido o estado comatoso atual. Enquanto este tipo de mecanismo maligno não for desmontado, o país restará ingovernável: o desperdício de recursos é só um dos sintomas; a péssima qualidade Legislabóstica garantirá outros, com o luxuoso auxílio seBozo.

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  5. Ivo Mutzenberg

    Os números são superlativos. Urge, pois, que as instâncias de controle tenham plena autonomia e os recursos necessários para exercerem as suas competências.

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    1. Marcos Benassi

      Urge, ruge, grita, berra, caro Ivo. Dia desses mesmo, houve uma discussão seríssima sobre a perda brutal de recursos garantida pela baixa fiscalização minerária no país. É investimento certeiro: bota gente para fiscalizar que entra um dinheirão no caixa da viúva. A quem interessa não fazê-lo? (Ah, sim, também ajuda a não ter desastres como o de Mariana, mas isso é só preocupação de comunista, gente eixcrota)