Tostão > Ancelotti observa a Europa e busca o melhor desenho para a seleção Voltar
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Tostão é de uma inteligência acima da média e conhece futebol como poucos. É um cavalheiro e não falaria que Ancelotti não tem tempo de estruturar um conjunto e ser campeão, mesmo com alguns bons jogadores.
Jogadores hábeis, inteligentes para tomar as melhores decisões, e com experiência suficiente para que a bola não queime nos seus pés; além de treino, treino, treino, de passes rápidos e precisos e de chutes a gol.
O grande problema da seleção é essa geração Tiktok que se preocupa em brilhar mais fora de campo do que dentro dele. Jogadores de grande nÃvel hoje tem que se focar na evolução técnica e não em curtidas nas redes sociais. O futebol raÃz está morrendo.
Qualquer pessoa que entenda um mÃnimo de futebol sabe que o Brasil não será campeão do mundo. Não é pessimismo e sim realismo. Estamos sempre falando de talentos individuais mas o que ganha é o conjunto. Tostão sabe disso melhor que ninguém, só não pode escrever aqui.
De fato, competência técnica, preparo fÃsico, treinamento do conjunto com tempo hábil para entrosamento, estratégia tática para superação dos adversários decorrente de exaustiva observação e estudo, são aspectos secundários; quiçá irrelevantes em função do que efetivamente importa, conta, e decide: a configuração cósmica, os astros, o tempo: está escrito nas estrelas (de Nárnia, da Terraplana e afins)... Não é impressionante?
Desculpe Tostao, minha admiracao por voce vem de 1970. Mas o Endrick apagou ha mais de dois anos. Simplesmente parou de jogar. Quanto a selecao atual, continua faltando um meio de campo forte. Sem isso nao chegaremos a lugar algum.
Reijenders não é meia ofensivo, é um meia que ajuda a distribuir jogo, dá ritmo ao jogo. O Brasil de 94 tinha Romário e Bebeto, Márcio Santos e Aldair, nas respectivas posições , hoje não temos jogadores desse nÃvel, como não temos a solidez de Mauro Silva e Mazinho.
O leitor que o Tostão registra na sua crônica poderia dizer que estar escrito nas estrelas que o Brasil será o próximo campeão nos EUA, como já foi em 1994. Porém, há uma grande diferença para 1994 quando fomos tetra mundial. Nesse perÃodo não havia boas seleções no continente europeu como temos hoje, além da seleção argentina também favorita. Naquela copa os grandes destaques do velho continente foram a Suécia e a Bulgária, além da Itália sem brilho. Agora será diferente..
Caro Tostão ótima análise,quanto a Endrick será sem dúvida o titular da camisa 9 em 2030,quanto a superstição fico com a frase do notável João Saldanha,se fatores do além definirem jogos o campeonato Baiano nunca teria um vencedor.
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