Drauzio Varella > Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais Voltar

Comente este texto

Leia Mais

  1. Eleide Goncalves

    Compartilho a pesquisa que fiz, a título de curiosidade, sobre as causae mortis dos notórios citados pelo Dr. Dráuzio: Byron - 1824 - 36 anos - febre Montaigne - 1592 - 59 anos - amigdalite Howe - 1993 - 72 anos - doença cardiovascular Yeats - 1939 - 73 anos - insuficiência cardíaca Shaw - 1950 - 94 anos - insuficiência renal (após cair de uma árvore).

    Responda
  2. Larissa Acosta

    Envelhecer é um privilégio.

    Responda
  3. SAMARA SANTANA

    Vou poupar os leitores dos comentários da Folha dos milhares de elogios que eu poderia escrever ao Dr. Flavio e deixarei apenas estes: que artigo claro e lúcido! Meu Deus! Que em 2026 você possa realizar muitas das coisas que deseja. Obrigada pelas palavras dos artigos, livros e tudo mais.

    Responda
  4. Leila de oliveira

    Trate de seguir vivo, Dr. Dráuzio. O Sr. é insubstituível! Feliz 2026!

    Responda
  5. Carla Oliveira

    Excelente! Feliz Ano Novo e obrigada, Drauzio.

    Responda
  6. Renato Athias

    Obrigado Drauzio Varella. A sua crônica não é apenas um relato confessional, mas um ato de despolitização e de desconstrução do etarismo. Ao entrelaçar vivência pessoal, referências literárias e observação sociológica, o autor expõe a fragilidade do mito da "serenidade geriátrica". Contudo, o texto carrega tensões que exigem um olhar mais agudo sobre as interseções entre envelhecimento, classe social e a romantização da resiliência.

    Responda
  7. Raymundo de Lima Lima

    Texto ótimo. Leve, argumentativo, provoca reflexão, etc. Mas pra mim chegou primeiro o poema q não me desgruda sobre a velhice. Cansaço, Alvaro Campos, de Fernando Pessoa. "O que há em mim é sobretudo cansaço - Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo. Cansaço.../continua/Ora, q fazer se sinto cansaço existencial,cansaso d anoeleitoral,cansaço dmentiras,imbecis,ingenuos q acreditam em Legendários!? Veja matária neste numero dFolha.

    Responda
  8. Teresa Cardoso

    Viver é melhor que sonhar.

    Responda
  9. Rosielly Carvalho Luz

    Dr. Dráuzio é sempre um oásis no deserto. Sábio, elegante, sincero, calmo e cirúrgico.

    Responda
  10. ANTONIO CARLOS NASCIMENTO

    O carcereiro Araújo talvez não soubesse mas parafraseou o barão de Itararé:"Sabendo levar, a vida é melhor que Morte"

    Responda
  11. Helena Hawad

    Que delícia começar o ano com esse texto!!

    Responda
  12. Diva Negri

    Muito bom Dr. Drauzio! Parabéns! Sempre nos ensinando algo.

    Responda
  13. Anete Araujo Guedes

    O que mais está doendo, machucando, é por não ter tido uma comoção da população, ou um quebra-quebra, devido à sua condenação e prisão, como se esperava. Além do mais, Trump largou a sua mão. Ele sofre com o abandono de seu amado, que nem se dignou jogar uma bomba aqui, para salvá-lo das garras da justiça.

    Responda
    1. Anete Araujo Guedes

      Grata!

    2. Luiz Gustavo Amorim

      Anete: é possível apagar os comentários. Selecione Minha Folha e você verá que existe um menu no qual você tem acesso aos comentários e pode apagá-los se assim desejar, bem como muitas vezes apagá-los para em seguida colocar outro no lugar com as edições que você julgar necessárias.

    3. Anete Araujo Guedes

      O comentário saiu no lugar indevido, favor desconsiderar

    4. Anete Araujo Guedes

      Um comentário colocado no lugar errado!

  14. José Bueno

    Saber levar a vida enquanto dure, continuando a assoprar a chama do desejo! Para alegria da festa nossa de cada dia. Deve dar certo.

    Responda
    1. José Bueno

      Claro, assoprar as brasas para manter a chama do desejo...

  15. Alessandra Capobianco

    Que presente de leitura, para se viver bem o presente. #2026cinquentarei rsrsrs. Feliz Ano Novo, Doutor e leitores.

    Responda
  16. Aluisio Oliveira

    Muito bom. Parabéns

    Responda
    1. Maria Diniz

      Nunca um artigo me fez tão bem! Transmitiu calma e resiliência com a vida e com a morte. Obrigada De Drauzio

  17. José Cardoso

    A expectativa média de vida aumentou muito nos últimos 200 anos, com a diminuição da mortalidade infantil, e os avanços na cura e prevenção de doenças infecciosas. Mas quem chega aos 70 é tão velho hoje como no século 18, em termos do enfraquecimento geral do organismo. A diferença é que tem muito mais companhia...

    Responda
  18. Pedro Mendes

    Ótimo texto

    Responda
  19. Anete Araujo Guedes

    Envelhecer é reconhecer que não se tem mais futuro, não há mais planos de vida. Tudo que se podia fazer, foi feito. Adquirir mais coisas, não tem mais sentido. O certo é começar se desfazer de muitas, as desnecessárias. Acumular objetos e lembranças resultará em trabalho para quem deverá cuidar disso. Trata-se de viver cada dia, tendo um objetivo, ocupação, algo que dê prazer. O medo de ir além das forças físicas ou mentais, e se ver na dependência do outro, é bem maior do que o medo da morte.

    Responda
    1. José Bueno

      Não deixar morrer o desejo! É tudo mesmo na vida, Anete!

    2. Anete Araujo Guedes

      Rosa, não deixar morrer o desejo.

    3. rosa maria nunes tavares

      Viver cada dia! Perfeito!

  20. Noel Carvalho

    Bom mesmo é ler um bom texto logo no primeiro dia do ano. Obrigado dr.

    Responda
  21. Anete Araujo Guedes

    Ao apossarmos da linguagem, tomamos conhecimento da nossa incompletude, da existência de 2 gêneros opostos, e da nossa finitude. Caminhamos para a morte. Algo falta. Uma falta que abre as portas para o desejo. Nesse embaraço com o nosso desejo, surge a angústia. Quem sou eu afinal? O que quero? Por que repito sempre as mesmas coisas, embora com outras roupagens? Por que erro, esqueço, escorrego nas palavras, falo, sempre mais, sempre menos, mas nunca o que realmente quero dizer?

    Responda
  22. Rosângela Maria Do Amaral

    "Não abandonar as atividades físicas". Creio que seja essa persistência que mantém tudo mais: otimismo, força física, renovação constante.

    Responda
  23. Luciano Oliveira

    Querido Drauzio, Tenho 73 anos e não me sinto como os velhos que chegavam aos 60 anos (uma proeza!) na minha infância: um caco. Mas a angústia do mistério dos mistérios (por que existe alguma coisa ao invés de nada?) me apavora cada vez mais, como diria Pascal. Sei que você é um ateu convicto. Não tenho essa sorte: sou um daqueles que ficam em cima do muro: sou um agnóstico.

    Responda

De que você precisa?

Copyright Agora. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Agora.