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  1. Sergio Wilians de Oliveira Rodrigues Rodrigues

    As concessões dos parques públicos no meu ponto de vista é uma das mais perversas tendências dos últimos tempos. Afasta a população mais carente de espaços tão escassos de contato com a natureza em nossa cidade.

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  2. elias lopes

    É um espaço público mesmo com uma gestão privada: agrada alguns e desfavorece o sentimento de pertencimento de outros. Toda pesquisa tem um viés de quem aplica. Para quem recebeu a nota com espanto e críticas coloca em cheque a qualidade e idoneidade de quem a fez. O outro lado aplaude o resultado. Tragam os números: aumentou o número de pessoas que frequentam o parque? Marcas também estão nos parques e museus do mundo. Diferente aqui pq?

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  3. DANIELA FRANCO

    Algumas coisas melhoraram com a URBIA (como a seguranca na volta de corrida perto da cerca, antes nao tinha), porem eles, realmente, estao exagerando nas construcoes e eventos. Qualquer coisa que destrua a flora (mesmo que seja uma arvore) e atrapalhe a fauna tem que ser proibida, porque é um PARQUE, i.e,, a area verde e os animais residentes sao prioridade. Infelizmente, a grana fala mais alto e nao olha para o futuro...: é triste para a cidade!

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  4. antonio brito

    Estive ontem lá, o parque fez um grande serviço Ao permitir a visita dos corredores da são silvestre. Esta tudo muito limpo, seguro, cheio de verde. A privatização foi muito boa para quem frequenta. Esse pessoal de Moema comprou um apartamento perto do parque, não são donos do parque.

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  5. Fábio Sanchez

    Tem mais um problema com essas pesquisas de satisfação: o contrato de concessão absurdamente permite que a própria concessionária contrate e pague a empresa que faz as pesquisas. Isso é obsceno. Além disso, não são ouvidos os usuários avulsos, como bem disse o aticulista, e também os compulsórios, aqueles que sofrem do lado de fora com barulho e trânsito. E ainda tem a despesa de gestão do contrato e com obras dentro do parque (a marquise custou mais de R$ 80 milhões e quase foi privatizada).

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    1. Silvio Cabral

      Foi o Datafolha que fez essa pesquisa.

  6. Claudio Gomes

    A nota alta reflete sim o que o colunista apontou, só que são percebidos como pontos positivos ao invés de negativos por quem frequenta. Realmente há uma quantidade grande de eventos, mas o público parece gostar. Eu prefiro não ir nos fds por que fica muito cheio, mas para muita gente é um grande programa.

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  7. mario costa carezzato

    O Parque do Ibirapuera foi totalmente descaracterizado. Se antes era um espaço que podia ser curtido livremente, seja andando, correndo, sentando na grama, a sensação de estar perto da natureza era refrescante. Hoje temos uma quermesse constante, com espaços limitados e rabiscados no chão que os exploradores chamam de melhoras. Se tem quem goste, lamentável.

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    1. Fábio Sanchez

      Exato, na prática o Ibirapuera é um ex-parque. A contemplação e a divagação sem compromisso, direcionamento ou tempo (que definem parque e a qualidade de vida associada), deu lugar a uma arena de eventos. O argumento da empresa para a colocação de tapumes que impedem a livre circulação é de que eles (os tapumes) "ficam fora dos caminhos". E quem diz qual é o caminho a ser percorrido dentro de um parque?

    2. Claudio Gomes

      Parque sem bebedouros, banheiros precários, nenhuma varricao, quadras destruídas, marquise desabando. Esse seria o parque que vc queria? Sim, o parque é vítima do seu próprio sucesso. Ou vc preferia um parque ruim, mas só para vc?