Ruy Castro > O fim das emoções coletivas Voltar
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Hahahahah, do buraquinho à buraqueta, a diferença é que, lá no inÃcio, observávamos "de fora"; agora, somos sugados. Perderam os lumière, ok; perdemo-nos, nós, na herança luminosa dos irmãos - pior de tudo, alegremente, achando-nos mudernos.
salas de cinema se tornaram grandes cochos onde bÃpedes ruminantes se entopem de pipoca (popcorn) e outras gororobas (cada vez mais outras gororobas, é impressionante), fazendo com que os filmes sejam acompanhados pelo desagradável ruÃdo de mastigação e papel amassado, e pelos odores rançosos que emanam das marmitas. o filme é o que menos conta pro público. vão ao cinema prá focinhar na junk food. e pior, o que garante a rentabilidade do negócio não são os ingressos, é a venda dessa lavagem.
Letra por letra, é exatamente o que penso! Ia ao cinema duas, três vezes por semana... não dá mais! RuÃdos estressantes, o saà e entra, vai e volta é dose ! A última experiência foi estupefaciente: o cidadão comentava o filme com a boca cheia... SaÃ...
Em cartaz, está o filme "Lumière - A Aventura Continua!", no qual são reunidos mais de 120 filmetes feitos pelos irmãos Lumière após aquele que inaugurou o cinema. Foi feito pelo diretor-geral do Festival de Cannes, Thierry Frémaux. Há um comparação de estilos do trabalho dos Lumière (a câmera apenas registra o que acontece) com os do Georges Méliès (neles, reina a edição, transformando a realidade).
Ah, que coisa linda! O meliès era um fenomenal psicodélico, coisa belÃssima.
De volta ao começo.
Data vênia para discordar. As experiências atuais citadas como volta ao individual são na verdade coletivas, atingem milhares e milhões em alguns casos. As emoções nunca foram tão coletivas.
Ruy exagera de novo: em 1946, a população estimada dos EUA era de 140 milhões. ImpossÃvel, portanto, que 90 milhões fossem ao cinema por semana. Talvez esse seja o número de ingressos vendidos ao longo do ano inteiro... mesmo assim, acho exagerado.
Para mim, cinema é coisa do passado.
Para mim, salas de cinema são coisas do passado.
Durante décadas respirei cinema, ñ apenas como assÃduo frequentador d salas d projeção, com algumas inciativas frustradas p Sétima Arte, mas marcantes p meu pequeno sonho. Adorava ir ao cinema pra curtir as obras exibidas. Agora nas últimas duas a convivência c as evoluções tecnológicas, tornei-me exigente, transferindo minha obsessão para as 'streaming', sem as importunações das pipocas, luz de celulares e a autonomia de dar 'pause' pra ir no freezer ou conferir elenco e cenas...em casa é melh
A partir dos anos de 1960 até final de 1990, meu programa preferido e da minha esposa era irmos aocinema todos os finais de semana. Hoje, com mais de 70 anos, não temos mais toda essa disposição. Nossos filhos e netos são incentivados por nós a não perder esse perder esse prazer. Afinal, cinema é uma bela arte, envolvente.
Infelizmente, o cinema se tornou um programa muito muito caro.
Nada se compara em ver um bom filme em uma sala de cinema, impraticável a um bom tempo atrás para quem não tem poder aquisitivo para esse, outrora, lazer.. E, com menos de um ingresso, temos a Netflix em casa para a familia toda e, assistir a quantos filmes quisermos.
Um monte de lixo, né?
Caro Ruy traduzido seu ótimo artigo,a humanidade anda em cÃrculos,o antigo de hj será o moderno no futuro.
Sou cinéfila e fico surpresa como as salas de cinema ainda atraem espectadores, apesar do streaming e da pandemia que os fechou. Pelo visto o Ruy não tem ido ao cinema...
Sua brilhante coluna, infelizmente foi ofuscada hoje pelo Poderoso Chefão Laranjinha. Lamento, Ruy!
Falei em produções hollywoodianas pq sou monoglota, pois se fosse poliglota, veria os franceses, italianos etc. Se hioerglota, iranianos também.
Tenho frequentado mais o teatro, não por que desisti do cinema, mas sim por não conseguir ler mais as legendas, vez que, assim como Bolsonaro, não conheço muito mais vocábulos em inglês do que popcorn, icecream e cem ou duzentos outros. Assisto, contudo, à nacionais ou animações. Porém, essa falha na minha formação está começando a ser corrigida e, se tudo der certo, em três ou cinco anos volto ao telão pra ver produções hollywoodianas ainda que até lá já esteja cego
Isso de voltar ao telão, sei não, ainda haverá ?
Um show de artigo
Continuaria se prestasse. Mas tá cada dia mais lixo e pobre... lixo de casa de pobre... já era...
De qualquer forma continua fascinando.
Muito bom, é isto , parece que giramos e caÃmos no mesmo local
Mais, do mesmo.
Budu, você escreveu "Mais, do mesmo". O que significa? Você quis dizer "Mais do, mesmo"? "Mais, do, mesmo?" "Mais do mesmo"? Você, foi, sempre, assim, tão, ruim, de, vÃrgulas?
Menos mesmo de vc.
Sim, mais um artigo bem escrito.
Tadinho, não sabe ler.
Muito bom.
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