Ruy Castro > O fim das emoções coletivas Voltar

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  1. Marcos Benassi

    Hahahahah, do buraquinho à buraqueta, a diferença é que, lá no início, observávamos "de fora"; agora, somos sugados. Perderam os lumière, ok; perdemo-nos, nós, na herança luminosa dos irmãos - pior de tudo, alegremente, achando-nos mudernos.

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  2. stenio miranda

    salas de cinema se tornaram grandes cochos onde bípedes ruminantes se entopem de pipoca (popcorn) e outras gororobas (cada vez mais outras gororobas, é impressionante), fazendo com que os filmes sejam acompanhados pelo desagradável ruído de mastigação e papel amassado, e pelos odores rançosos que emanam das marmitas. o filme é o que menos conta pro público. vão ao cinema prá focinhar na junk food. e pior, o que garante a rentabilidade do negócio não são os ingressos, é a venda dessa lavagem.

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    1. PAULO ROBERTO SCHLICHTING

      Letra por letra, é exatamente o que penso! Ia ao cinema duas, três vezes por semana... não dá mais! Ruídos estressantes, o saí e entra, vai e volta é dose ! A última experiência foi estupefaciente: o cidadão comentava o filme com a boca cheia... Saí...

  3. Nerisvaldo José Santos

    Em cartaz, está o filme "Lumière - A Aventura Continua!", no qual são reunidos mais de 120 filmetes feitos pelos irmãos Lumière após aquele que inaugurou o cinema. Foi feito pelo diretor-geral do Festival de Cannes, Thierry Frémaux. Há um comparação de estilos do trabalho dos Lumière (a câmera apenas registra o que acontece) com os do Georges Méliès (neles, reina a edição, transformando a realidade).

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    1. Marcos Benassi

      Ah, que coisa linda! O meliès era um fenomenal psicodélico, coisa belíssima.

  4. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

    De volta ao começo.

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  5. PAULO PROL MEDEIROS

    Data vênia para discordar. As experiências atuais citadas como volta ao individual são na verdade coletivas, atingem milhares e milhões em alguns casos. As emoções nunca foram tão coletivas.

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  6. ORLANDO BARROSO DO NASCIMENTO

    Ruy exagera de novo: em 1946, a população estimada dos EUA era de 140 milhões. Impossível, portanto, que 90 milhões fossem ao cinema por semana. Talvez esse seja o número de ingressos vendidos ao longo do ano inteiro... mesmo assim, acho exagerado.

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  7. Galdino Formiga

    Para mim, cinema é coisa do passado.

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    1. Galdino Formiga

      Para mim, salas de cinema são coisas do passado.

  8. Tadêu Santos

    Durante décadas respirei cinema, ñ apenas como assíduo frequentador d salas d projeção, com algumas inciativas frustradas p Sétima Arte, mas marcantes p meu pequeno sonho. Adorava ir ao cinema pra curtir as obras exibidas. Agora nas últimas duas a convivência c as evoluções tecnológicas, tornei-me exigente, transferindo minha obsessão para as 'streaming', sem as importunações das pipocas, luz de celulares e a autonomia de dar 'pause' pra ir no freezer ou conferir elenco e cenas...em casa é melh

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  9. Gilberto Nascimento

    A partir dos anos de 1960 até final de 1990, meu programa preferido e da minha esposa era irmos aocinema todos os finais de semana. Hoje, com mais de 70 anos, não temos mais toda essa disposição. Nossos filhos e netos são incentivados por nós a não perder esse perder esse prazer. Afinal, cinema é uma bela arte, envolvente.

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  10. DANIELA FRANCO

    Infelizmente, o cinema se tornou um programa muito muito caro.

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  11. Geraldo Yamassaka

    Nada se compara em ver um bom filme em uma sala de cinema, impraticável a um bom tempo atrás para quem não tem poder aquisitivo para esse, outrora, lazer.. E, com menos de um ingresso, temos a Netflix em casa para a familia toda e, assistir a quantos filmes quisermos.

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    1. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      Um monte de lixo, né?

  12. Tadeu Humberto Scarparo Cunha

    Caro Ruy traduzido seu ótimo artigo,a humanidade anda em círculos,o antigo de hj será o moderno no futuro.

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  13. Elizabeth O Costa

    Sou cinéfila e fico surpresa como as salas de cinema ainda atraem espectadores, apesar do streaming e da pandemia que os fechou. Pelo visto o Ruy não tem ido ao cinema...

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  14. Celso Neri Junior

    Sua brilhante coluna, infelizmente foi ofuscada hoje pelo Poderoso Chefão Laranjinha. Lamento, Ruy!

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  15. Celso Neri Junior

    Falei em produções hollywoodianas pq sou monoglota, pois se fosse poliglota, veria os franceses, italianos etc. Se hioerglota, iranianos também.

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  16. Celso Neri Junior

    Tenho frequentado mais o teatro, não por que desisti do cinema, mas sim por não conseguir ler mais as legendas, vez que, assim como Bolsonaro, não conheço muito mais vocábulos em inglês do que popcorn, icecream e cem ou duzentos outros. Assisto, contudo, à nacionais ou animações. Porém, essa falha na minha formação está começando a ser corrigida e, se tudo der certo, em três ou cinco anos volto ao telão pra ver produções hollywoodianas ainda que até lá já esteja cego

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    1. Geraldo Yamassaka

      Isso de voltar ao telão, sei não, ainda haverá ?

  17. Acacio J K Caldeira

    Um show de artigo

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  18. Fernando Sergio Magalhães de Aguiar

    Continuaria se prestasse. Mas tá cada dia mais lixo e pobre... lixo de casa de pobre... já era...

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  19. NACIB HETTI

    De qualquer forma continua fascinando.

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  20. DIONYZIO ANTONIO M KLAVDIANOS

    Muito bom, é isto , parece que giramos e caímos no mesmo local

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  21. AVELINO IGNACIO BUDU GARCIA

    Mais, do mesmo.

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    1. Cristiano Grimaldi

      Budu, você escreveu "Mais, do mesmo". O que significa? Você quis dizer "Mais do, mesmo"? "Mais, do, mesmo?" "Mais do mesmo"? Você, foi, sempre, assim, tão, ruim, de, vírgulas?

    2. Flavio Camilo

      Menos mesmo de vc.

    3. Paulo César de Oliveira

      Sim, mais um artigo bem escrito.

    4. Eduardo Vasconcellos Oliveira

      Tadinho, não sabe ler.

  22. João Leite Leite

    Muito bom.

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